STF julga: Legitimidade de Sindicato ainda que sem carta sindical ![]() Legitimidade de sindicato e novo regime jurídico Sindicato registrado em cartório de pessoas jurídicas possui personalidade jurídica, independentemente de registro no Ministério do Trabalho, motivo por que é parte legítima para atuar na defesa dos integrantes da categoria. Com esse entendimento, a 1ª Turma desproveu recurso extraordinário interposto pelo Estado de Mato Grosso do Sul. Na situação dos autos, discutia-se, em preliminar, a legitimidade para propositura de ação coletiva pelo Sindicato dos Servidores Administrativos Fazendários da Secretaria de Estado de Fazenda, sem registro nos órgãos do referido Ministério. No mérito, alegava a inexistência de direito à imutabilidade de situação remuneratória dos servidores em face de regime jurídico superveniente. Além disso, questionava o novo contexto remuneratório dos servidores advogados. Inicialmente, ressaltou-se que o referido registro no cartório encontrar-se-ia em consonância com o disposto no art. 8º, I e II, da CF (“Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical; II- é vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município”). Em seguida, assentou-se que as premissas fáticas do acórdão recorrido seriam inafastáveis, porquanto se teria o reconhecimento de vantagem pessoal, presente o decesso remuneratório com a implantação do novel regime jurídico. Por fim, no que concerne à gratificação pelo exercício de atividade jurídica, salientou-se que o acórdão não ensejaria reforma, pois o próprio tribunal ponderara que a legislação instituidora do regime adversado previra ressalva, de sorte a assegurar aos servidores advogados a continuidade da percepção de sua parcela. RE 370834/MS, rel. Min. Marco Aurélio, 30.8.2011. (RE-370834 |
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Será que não leram a Constituição Federal!
Eleitor revoltado com Vereadores.
Eleitor revoltado ataca Câmara de Vereadores Antônio Gilmar Maia Gusmão, de 55 anos, jogou cinco pedras que quebraram os vidros da porta de acesso do legislativo Do Hoje em Dia - 19/09/2011 GIRLENO ALENCAR Perito constatou que cinco pedras foram atiradas, quebrando dois módulos da porta de entrada. MONTES CLAROS - A Câmara Municipal de Montes Claros sofreu o segundo atentado nos últimos nove anos: domingo (18) às 11h45, o poeta Antônio Gilmar Maia Gusmão, de 55 anos, jogou cinco pedras que quebraram os vidros da porta de acesso do legislativo. Ele disse que foi um protesto contra o aumento do número de vereadores. É que a Câmara aprovou projeto elevando de 15 para 23 o número de cadeiras na Casa. Em 2002, o prédio da Câmara foi invadido por dois rapazes que entraram nos gabinetes dos então vereadores Aldair Brito (PT) e Fátima Pereira (PTB) e evacuaram sobre mesas e documentos. Na época, a suspeita era de um ato político, já que os dois vereadores faziam forte oposição ao prefeito Jairo Ataíde. Porém, a gerente da Câmara Municipal, Solange Rosa, disse que dois rapazes não eram militantes políticos, mas viciados em drogas. O vigia Ezequiel Junior Souza, que estava trabalhando na Prefeitura de Montes Claros, cujo prédio é contíguo ao da Câmara Municipal, explica que às 11h45 ouviu um barulho muito forte e saiu correndo, quando encontrou-se com Antônio Gilmar que explicou ter quebrado os vidros da Câmara por ser contra o aumento do número de vereadores. Ele acionou a Polícia Militar, que mandou uma equipe ao local. Rebelde queria atear fogo no prédio Quando os militares estavam lavrando a ocorrência, Antônio Gilmar chegou ao local, com gravetos nas mãos, alegando que colocaria fogo no prédio. Os policiais o detiveram, colheram sua identidade e o mandaram embora, já que apresentava perturbação mental. O presidente da Câmara, Valcir Soares Silva (PTB), chegou ao local às 14 horas, depois de avisado pela imprensa e ficou surpreso com o atentado, pois entende que a Polícia deveria ter levado o acusado até a Delegacia de Polícia, onde seria analisado se Antônio Gilmar tem realmente problemas psiquiátricos, como alegam seus parentes. O perito Randulfo Diniz esteve no local e constatou que foram arremessadas cinco pedras contra o vidro, quebrando dois módulos da vidraça. Antônio Gilmar afirma que a decisão de atacar o prédio da Câmara foi um ato isolado, sem ninguém para apoiá-lo. Ele mora a 100 metros do prédio da Câmara e quando passou em frente ao prédio pegou algumas pedras e arremessou contra a vidraça. Uma câmera de segurança da Polícia Militar, que fica na esquina do prédio da Câmara, filmou tudo. Na concepção de Antônio Gilmar, Montes Claros não precisa de tantos vereadores, pois "15 já é demais e 23 ainda mais." Ele disse que os vereadores deixam de cumprir suas obrigações, de fiscalizar o dinheiro público e, por isto, decidiu fazer o ataque. Ele nega que tenha vínculo partidário e afirma que a última vez que ficou internado foi em 1990 e que nunca mais teve problemas. Brincou que agora está em "prisão domiciliar", pois sua família o impediu de sair de casa. Fonte: Hoje em Dia |
Serviços de extrema necessidade que são bem vistos pela sociedade.
Guarda Municipal, Defesa Civil e Bombeiros de Americana participam de simulação de resgate de acidentes com produtos químicos Uma simulação, organizada pela Defesa Civil de Americana, mobilizou nesta 6ª feira (09) cerca de cem pessoas em um grande treinamento sobre como agir em casos de acidentes com produtos químicos. |
A vida como ela é! (nos dias de hoje)
Cada dia que passa estamos perdendo espaço para criminalidade, estamos vivendo cercados de grades enquanto os bandidos que eram para estar enjaulador, andam soltos, o que precisamos fazer, vamos ficar sentados a frente da televisão e assistir a isso calados, enquanto nossos filhos se expõem diariamente a essa violência, o que podemos fazer com essa falta de segurança? REAJA, OLHEM O ACONTECEU NO RIO. GM TORRES A TRAJETÓRIA DIÁRIA E A SOBREVIVÊNCIA DE UM CIDADÃO REFÉM DA CRIMINALIDADE Autor: Professor João Alexandre dos Santos Coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública e Direitos Humanos - CESDH As modalidades criminosas estão tirando o sossego dos cidadãos. Não que isso seja uma novidade, mas uma análise conjunta dos tipos de delitos mais cometidos hoje, nos permite simular situações e riscos, em um período de 24h, a que estão submetidos qualquer um do povo que acorde pela manhã e se arrisque sair de sua casa. 07h00 - Ao abrir o portão de casa poderá de pronto ser abordado por algum meliante e junto com seus familiares sofrerem roubo, seqüestro, tortura, estupro e até a morte (tudo isso sem ainda sair de casa) 07h01 - Como isso não ocorreu, o mesmo continuou sua caminhada, se dirigindo até o ponto de ônibus mais próximo, percurso esse que o coloca potencialmente como vítima de um seqüestro relâmpago, roubo, atropelamento por um bandido em fuga ou motorista embriagado (pois a lei seca não funciona) ou ainda, vítima de uma bala perdida trocada entre bandidos e policiais. 07h10 - Ainda ileso, consegue embarcar no ônibus, coletivo este que não foi vítima de nenhum “arrastão” ou se envolveu em acidente de trânsito fatal por imprudência ou negligência de um condutor apressado. 08h00 - Conseguiu ir ao trabalho, chegou no horário e cumpriu suas tarefas normalmente. 12h00 - Como sua empresa também não foi roubada na parte da manhã, e não foi tomado como refém, saiu para almoçar. Como estava sem dinheiro resolveu ir ao banco efetuar um saque no caixa eletrônico e por sorte não foi vítima de “clonagem” de seu cartão ou de um experto “saidinha de banco”. 13h00 - Voltou à empresa, onde resolveu pagar suas contas pela internet. Mais uma vez teve tanta sorte que nenhum racker havia ainda invadido seu computador e se apropriado de suas senhas e dados pessoais (...) Operação realizada com sucesso! 17h00 - Volta para casa, correndo todos os riscos no sentido inverso de seu trajeto. Consegue entrar em seu lar e beijar sua esposa e seus filhos. Filhos esses que também em seu dia na escola, não foram mortos por nenhum franco atirador, não foram vítimas de bullyng, tiro acidental, briga na porta da escola, forçado a consumir droga, pedófilos, seqüestradores, estupradores ou outros abusos e violências. 19h00 – Liga no noticiário e vê, que alguns cidadãos, cada um ao seu tempo e lugar, não tiveram os mesmos livramentos e foram sim vítimas de todos os crimes que ele pela proteção de Deus se livrara durante o dia de hoje. Mais um dia em uma sociedade violenta, com leis pouco eficazes e uamá sociedade sem valores morais. Mais um dia onde sobreviver é algo que poucos conseguem! |
Conseguiu render e fugir. Se fosse com a Guarda Municipal?
O criminoso, que pertenceria à facção criminosa no Rio de Janeiro, teria fugido a pé Do Portal HD - 19/09/2011 Após ser detido por suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, um homem, que estava algemado, conseguiu render um sargento da Polícia Militar dentro da viatura e fugir. Ele foi preso após uma perseguição e estava sendo encaminhado à Delegacia de Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, no domingo (18). Segundo a PM, o criminoso teria conseguido, mesmo estando algemado, pegar a arma do sargento e fugir com o carro. Durante a fuga, teria perdido o controle do veículo e se chocado contra um poste. Ainda assim, ele escapou a pé. Testemunhas que estavam no local reportaram à PM que o suspeito faria parte de uma facção criminosa do Rio de Janeiro e estava na região desde que o Morro do Alemão foi invadido pela polícia carioca, em novembro do ano passado. O suspeito continua foragido. Fonte: Hoje em Dia http://policianolocal.blogspot.com/2011/09/preso-algemado-rende-pm-rouba-arma-e.html |
domingo, 18 de setembro de 2011
Lei que rege a funcionalidade da Guarda Municipal de Cachoeirinha.
sábado, 17 de setembro de 2011
A INSEGURANÇA EM CACHOEIRINHA REVOLTA COMERCIANTES.
Insegurança: empresários fazem protesto em audiência Com faixa, cartazes e nariz de palhaço, empresários cobram mais policiamento nas ruas. Roque Lopes | ClicTribuna Empresários protestaram durante a audiência pública de Segurança nesta sexta-feira à noite na Câmara de Vereadores. Sobrou até para o prefeito Vicente Pires e o secretário de Segurança, Airton Spíndola, teve que ter paciência para explicar que a responsabilidade pela falta de servidores na Brigada Militar e Polícia Civil é do governo do Estado. A audiência durou quase duas horas e meia e quando se aproximava para o final, cerca de 15 empresários, irritados com as explicações e falta de soluções objetivas, se retiraram aos gritos. O presidente da Comissão de Segurança do Legislativo, Marco Barbosa (PSB), explicou mas pouco adiantou. A audiência é um instrumento para registrar e formalizar junto ao Estado a insatisfação da comunidade empresarial vítima de uma onda de assaltos e arrombamentos nos últimos meses. “Com base nisso temos mais força para fazermos cobranças”, disse. O Governo do Estado não enviou um representante da secretaria estadual de Segurança para encontro. Estiveram presentes somente representantes da Brigada Militar e das duas delegacias de polícia, que não têm poder de decisão para mudar o quadro atual. O governo do Estado foi duramente criticado por Barbosa e Spíndola. Ambos argumentaram que a Prefeitura faz a sua parte destinando, até mesmo, recursos financeiros para auxiliar no trabalho da Brigada Militar e Polícia Civil. A audiência terminou e todos foram embora insatisfeitos. O chefe do Estado Maior do Comando Regional da Brigada Militar, tenente-coronel Florivaldo Pereira Damasceno, revelou que há uma previsão de serem formados no ano que vem mais 1,4 mil brigadianos. “Vamos fazer o possível para trazer mais uma turma para Cachoeirinha”, salientou. O 26º Batalhão de Polícia Militar de Cachoeirinha tem uma previsão de 202 homens. Hoje, o efetivo é de apenas 53%. Da última turma de 40 brigadianos formada na cidade, seis já se transferiram. Considerando as transferências de outros mais antigos e ainda aposentadorias, a cidade perdeu desde a última formatura, 36 policiais. Nas delegacias o quadro também é preocupante. Uma delas está com o quadro abaixo da metade necessária e a outra tem apenas a metade. O quadro piorou quando o titular da 1ª DP, Cavalheiro Neto, foi transferido e levou consigo três servidores, incluindo o chefe de investigação. Seu substituto, Rafael Delvalhes, recém incorporado ao quadro da Polícia, se viu em meio a um fogo cruzado. E pela pressão já percebeu que vai ter que trabalhar muito. O tenente-coronel Pereira tentou tranqüilizar os empresários mostrando alguns indicadores. Segundo ele, de janeiro a agosto deste ano foram presos na cidade 58 foragidos e procurados da Justiça contra 42 do mesmo período do ano passado. Já apreensões de arma subiram de 27 para 33. “Apesar dos poucos recursos, estamos trabalhando”, argumentou. Delegado Rafael é cobrado Dez comerciantes puderam se manifestar. Edite da Rosa foi a primeira e reclamou muito do fato de os brigadianos andarem apenas de moto e carro. “A gente não vê mais ninguém caminhando nas calçadas?”, questionou. Ela ainda alfinetou os parlamentares. “Onde estão os vereadores que na hora de pedir voto dizem que vão trabalhar pela segurança?” Na audiência, somente Barbosa era da comissão. Os demais não aparecerem. João Tardetti e Gelson Braga, ambos do PSB, que não fazem parte dela, estavam na audiência. Letícia Peres reclamou que quando precisou da 1ª DP “deu de cara na porta”. Já Danuza Henrichrelembrou o episódio no qual passou uma madrugada ajudando a Brigada a prender dois arrombadores. “Fomos na 1ª delegacia e o servidor disse que não havia delegado. Eu quero pedir ao senhor (se dirigindo ao delegado Rafael, que já havia assumido o cargo no lugar de Cavalheiro) que se apresente para ele”, disse. Rafael foi muito cobrado pelo fato de a delegacia fechar ao meio-dia e no início da noite, para a janta. Ele explicou que os servidores que cumprem esses horários tem direito legal a duas horas de intervalo. “Vou tentar encontrar uma forma de resolver esse problema ao meio-dia, de forma que alguém fique atendendo”, prometeu. Empresários também sugeriram que haja uma combinação entre as duas delegacias, de forma que os servidores façam seus intervalos em horários diferentes. Desta forma, uma das duas sempre estaria aberta. Culpa é do Estado, diz Spíndola O secretário de Segurança de Cachoeirinha, Airton Espíndola, teve que ouvir a sugestão de um empresário para que tire a câmera de vídeo -monitoramento do poste na esquina do antigo calçadão e aproveite a estrutura para fazer uma decoração natalina. A queixa é de que lojas da região são arrombadas a menos de 50 metros da câmera. A proprietária de uma loja reclamou que a câmera servem apenas para multar. Spíndola explicou que a Brigada Militar tem um espelhamento do sistema de videomonitoramento, mas pouco usa pela falta de servidores. Explicou ainda que as multas aplicadas são de responsabilidade da fiscalização de trânsito e não da Guarda Municipal. “São coisa distintas e somente a Guarda usa o sistema.” Questionado sobre os motivos pelos quais a guarda não é armada, Spíndola sustentou que se isso ocorrer o armamento será para defesa pessoal. “Não é função da guarda cuidar da segurança pública. Isso é função do Estado e nós não temos como agir”, sentenciou. |
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