quinta-feira, 19 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Carta aberta a população.
CARTA ABERTA À COMUNIDADE DE CACHOEIRINHA VOCÊ SABIA? QUE O PREFEITO DE CACHOEIRINHA, ATRAVÉS DA GUARDA MUNICIPAL DO MUNICIPIO, EM AUXILIO ÀS FORÇAS POLICIAIS JÀ EXISTENTES, PODE TORNAR A CIDADE UM LUGAR MAIS SEGURO PRA SE VIVER. QUE O MUNICIPIO DE CACHOEIRINHA, DE ACORDO COM AS SEGUINTES LEIS: CONSTITUIÇÃO FEDERAL ARTIGO 144 PÁRAGRAFO OITAVO, LEI 10.826(ESTATUTO DO DESARMAMENTO) E LEI 2617 (LEI MUNICIPAL QUE INSTITUIU A GUARDA MUNICIPAL), PODE OFERECER À SOCIEDADE DE CACHOEIRINHA, UMA CORPORAÇÃO TREINADA, ARMADA E EM CONDIÇÕES DE DEFENDER E ZELAR POR SUA SEGURANÇA. QUE OS GMS DE CACHOEIRINHA PASSARAM POR QUASE MIL HORAS DE CURSO, TENDO SIDO O PRIMEIRO MUNICIPIO DO RIO GRANDE DO SUL À RECEBER NA ÍNTEGRA O CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS ELABORADO PELA SENASP (SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA) E QUE APESAR DE TODA ESSA QUALIFICAÇÃO, O ATUAL PREFEITO NÃO PERMITE AOS GMS USAREM TODOS OS EQUIPAMENTOS PREVISTOS NAS LEIS CITADAS, E NAS QUAIS O MUNICIPIO SE ENQUADRA PERFEITAMENTE. EM MEIO A ISTO OS GUARDAS MUNICIPAIS SEGUEM DE FORMA AGUERRIDA E PROFISSIONAL, TRABALHANDO E COLOCANDO EM RISCO SUAS PRÓPRIAS VIDAS, EM OBEDIÊNCIA AO JURAMENTO FEITO QUANDO DAS SUAS FORMATURAS. OS GMS, APÓS A INSTITUIÇÃO DA GUARDA MUNICIPAL (LEI 2617) PASSARAM A TER 18 ATRIBUIÇÕES, PORÉM O PREFEITO MUNICIPAL, DIFERENTEMENTE DE CIDADES COMO SÃO LEOPOLDO, SAPUCAIA E CHARQUEADAS QUE MUDARAM A MATRIZ SALARIAL DE SEUS PROFISSIONAIS, ESTE, NÃO LEVOU EM CONTA A COMPLEXIDADE DO CARGO MANTENDO A MESMA REMUNERAÇÃO, DESCONSIDERANDO A RELEVÂNCIA E RISCO DA ATIVIDADE EXERCIDA POR SEUS FUNCIONÁRIOS. OS GUARDAS MUNICIPAIS ESTÃO HÁ QUATRO ANOS NEGOCIANDO UM PLANO DE CARREIRA ESPECIFICO DA CATEGORIA, NO SENTIDO DE QUALIFICAR AINDA MAIS OS SEUS QUADROS, MAS INFELIZMENTE O ATUAL PREFEITO VEM PROTELANDO E ATÉ O PRESENTE MOMENTO NÃO APRESENTOU NENHUMA PROPOSTA CONCRETA QUE RESOLVA ESTA QUESTÃO. CONCLUÌNDO; CONVOCAMOS A POPULAÇÃO DE CACHOEIRINHA A FAZER VALER SEU DIREITO DE VIVER NUMA CIDADE ONDE SE POSSA, ENTRE OUTRAS COISAS, IR E VIR COM TRANQUILIDADE E SEGURANÇA PELAS RUAS DA CIDADE, USUFRUIR DOS PARQUES E PRAÇAS. SEGURANÇA É UM DEVER DO ESTADO (PODER PÚBLICO FEDERAL ESTADUAL E MUNICIPAL NO ÃMBITO DE SUAS COMPETÊNCIAS ) E DIREITO DE TODOS . NÓS GUARDAS MUNICIPAIS ESTAMOS FAZENDO NOSSA PARTE: AJUDEM-NOS PARA QUE O PREFEITO VICENTE PIRES FAÇA A SUA, TORNANDO CACHOEIRINHA REALMENTE UMA CIDADE AINDA MELHOR; DE FATO, SEGURA PRA VIVERMOS COM NOSSAS FAMÍLIAS. AGMC (ASSOCIÇÃO DOS GUARDAS MUNICIPAIS DE CACHOEIRINHAS) |
Urgente - urgentíssimo!!!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
MARCO REGULATÓRIO DAS GUARDAS MUNICIPAIS.
MARCO REGULATÓRIO DAS GUARDAS MUNICIPAIS: HÁ REALMENTE UM CANTO DE SEREIA NESSE PROCESSO? Tenho recebido diversos e-mails e sou costumeiramente indagado em minhas aulas, seminários e congressos aos quais frequento, sobre esse tal “Marco Regulatório das Guardas Municipais (MRGM)”. Obviamente eu tenho meu entendimento particular, que destoa em alguns pontos e converge em outros, mas quem somos nós para sermos consultados? Há um desencontro de informações muito grande, uma alienação geral sobre essa ideia como um todo, fruto da ausência de um debate coletivo nacional. São muitos fatos e detalhes que as pessoas replicam sobre o MRGM simplesmente por ouvir dizer, e esse processo é muito ruim por que alimenta fatos e boatos que geram objeções desnecessárias, que mais atrapalham do que ajudam nesse processo de caminhada rumo a construção de uma norma eficaz para o seguimento. Por vezes, tenho repetido que essas indagações nascem do profundo desconhecimento da maioria dos guardas municipais e até de comandantes que foram excluídos do processo de discussão sobre o que de fato esse novo regramento alterará na vida dos servidores e na natureza e peculiaridade de seus serviços. Quais são os prós e os contras do texto? E em tempo ... qual texto? Quem leu, quem viu? Antes de tecer os comentários pertinentes ao tema, quero aqui deixar público que tenho profundo respeito pela forma de ser, agir e pensar dos mentoresdesse processo como um todo. Afinal estamos numa democracia e a liberdade de expressão e pensamento são garantidos em leis. São estes mentores, personalidades públicas que todos conhecem e o juízo de valor aqui tecido não se refere à pessoa humana dos mesmos, até porque não os conheço e nem desfruto de qualquer ciclo próximo a eles. Mas como atores que são do sistema ao qual estamos inseridos, alguns detalhamentos devem ser postos a fim de que o processo democrático seja exercido em sua plenitude. É fato que as Guardas Municipais estão se multiplicando de maneira rápida e muitas delas, nascem com estruturas jurídicas, estruturais, filosóficas e humanas totalmente distantes daquilo que o Comandante Cruz (GM Vinhedo) coloca tão brilhantemente em sua fala, que é a de polícia contemporânea. Algumas caminharam para o efetivo policiamento repressivo e de preservação da ordem pública (causando ai entendimentos diversos), outras ficaram na interpretação positivista do texto constitucional que seria a de vigilância ou guarda de bens,serviços e instalações e outras nem lá nem cá. Nessa seara, há interesses diversos em jogo, questões de ordem constitucional, corporativismos, projeção política pessoal e não nos esqueçamos da reserva de mercado nos serviços de segurança pública. Algumas dessas autoridades falam que a guarda municipal deve ser policia de costumes, polícia de posturas, polícia de ordenamento do espaço urbano,trazem para o mundo da discussão questões como a de que as guardas municipais fazem segurança urbana e não segurança pública enfim, as teorias estão nascendo e devem ser submetidas aos experimentos para que haja certeza de sua aplicabilidade no mundo real. O que de fato vejo e isso precisa vir a ser escancarado para que todos os guardas municipais, comandantes, gestores e comunidade acadêmica venham a entender claramente, é se o MRGM ao criar os conceitos jurídicos como “órgão complementar”, “policias municipais preventivas e comunitárias” e principalmente “não considerar como Guarda Municipal aquelas que tenham menos que 50 integrantes”, buscam inovar ou tirar as Guardas de vez do cenário de atuação em que se encontram. São diversos pontos que precisam de aprofundamento para que isso não venha matar na raiz alguns excelentes serviços que a maioria das guardas municipais prestam à população e ao país. Não seria interessante a discussão disso feita por regiões? Não se poderia programar debates e audiências públicas nas capitais convidando presidentes de associações, sindicatos, comandantes e gestores? Se a SENASP em conjunto com o Conselho Nacional das Guardas Municipais (CNGM) Fizessem um planejamento em 12 meses, todos os Estados de nosso País seriam ouvidos. Poderia ser distribuídos formulários padrões de pesquisa, links no site da SENASP/CNGM... etc? Nada que implicasse grandes investimentos e logísticas complexas. Coisa simples! Por que não disponibilizar o texto proposto em PDF na internet para que os comandantes lessem, refletissem e propusessem suas ideias também. Enfim, democratizar o debate. Gostaria muito de saber opiniões do Norte, Nordeste, Oeste, Centro-Oeste, Sul do País. Será que só o Sudeste vai ditar a regra? O que teria a dizer e propor os Sindicatos, e Associações de Guardas de outros Estados? O que teria a dizer e propor os Comandantes Elvis, Cruz, Frederico, Marcos Adriano, André Tavares e demais, quais as opiniões deles que também são estudiosos? E dos Guardas Municipais do Brasil como um todo? Por que os trabalhadores em Guardas Municipais, não estão legitimamente representados nesse processo? Quem disse que o SINDGUARDAS/SP fala por todos os sindicatos e associações do Brasil, quem o elegeu? Como ele chegou lá no GT? Quem o colocou lá? Como tomou status de “Federação Nacional de Guardas Municipais” do dia pra noite? São essas coisas que minam o processo de confiança na proposição deste MRGM. São questões que eu ouvi, e aqui retransmito. Há uma insatisfação generalizada com a forma que esses atores estão conduzindo o processo. Onde está o princípio da publicidade dos atos públicos, uma vez que o GT é um serviço público em andamento. Não questiono a capacidade intelectual ou política de qualquer dos integrantes. São pessoas extremamente inteligentes e de notório saber. Porém esse agrupamento restrito e limitado, que fechou a porta à pluralidade do debate, vai encontrar resistências mais adiante. Não é bom subestimar a capacidade dos demais atores que ficaram à margem do processo. Nós iremos debater mais sobre isso nos artigos seguintes; mas aqui fica, esse alerta pedagógico a esses intelectuais do MRGM, tentando mostrar-lhes que está havendo uma não conformidade nesse processo todo. Que está na hora de estender o diálogo, de sanar as dúvidas da base e dizer de vez, que não há um canto de sereia e que a embarcação pode seguir tranquilamente rumo à busca de identidade e de valorização profissional. PROF. JOÃO ALEXANDRE SANTOS. Professor, pesquisador e especialista em Segurança Pública, Direitos Humanos e Ciências Policiais. Coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública e Direitos Humanos - CESDH, do Fórum Permanente de Segurança Pública do Estado de São Paulo (FPSP/MAS) e do Centro de Estudos Avançado em Problemas Sociais (CEAPS-SP). Membro Associado ao Instituto Brasileiro de Ciências Criminais - (IBCCRIM) e da International Police Association (IPA/SP). Coordenador Acadêmico da Escola de Formação de Comandantes de Guardas Municipais e Gestores de Segurança Pública Municipal do CESDH/SP. Diretor Adjunto de Assuntos de Segurança Pública e Direitos Humanos do Escritório Pereira Leutério Advogados Associados. |
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Inovação nas GM's do litoral paulista.
Guarujá vai criar Guarda Marítima Pode sair de Guarujá – um dos municípios da Baixada Santista em que existem mais abusos relacionados aos jet-skis – a alternativa mais viável para inibir irregularidades relacionadas à prática da modalidade e, ao mesmo tempo, acabar com a suposta inoperância da Marinha de Brasil, que tem obrigação, mas não vem conseguindo fiscalizar as quase 17 mil motos aquáticas que circulam pelo litoral paulista. A proposta é a criação do Pelotão de Guarda Marítima, viabilizado por um convênio entre a Prefeitura de Guarujá e a Capitania dos Portos, que teria efetivo e equipamentos capazes de rondar os principais pontos das praias em que existem abusos. Mas a ideia não partiu do Executivo, mas sim, da Câmara de Vereadores, por intermédio da indicação do vereador Ronald Nicolaci (PDT) – tenente reformado da Polícia Militar do Estado de São Paulo e ex-comandante da Guarda Municipal do Município. A proposta está sob análise e deve ser encaminhada à Prefeitura. “A Marinha do Brasil não funciona”. Pelo menos no que diz respeito à fiscalização de moto aquática. O pelotão seria o primeiro passo para resolver um problema que vem há anos levando perigo a banhistas, muitos vítimas de condutores irresponsáveis, que por terem alto pode aquisitivo e por não sofrerem qualquer fiscalização, colocam em risco a vida das pessoas”, disse o vereador, no intervalo da sessão do dia 28, quando sua proposta foi apresentada. Nicolaci revela que nunca viu a Marinha fiscalizar embarcação alguma. “Só acontece algum tipo de represália quando ocorre acidente grave, divulgado na Imprensa. Aí, sim, você vê a Marinha se movimentar. Se a instituição (Marinha) não consegue agir, tem que buscar alternativa para fiscalizar. Hoje, o parceiro pode ser o município”, acredita, ressaltando que a Guarda Municipal pode ser treinada para fiscalizar e aplicar multas, como acontece no transporte urbano. Sobre a nova norma da Marinha, que estabelece prova prática para dirigir jet-skis, a partir de 2 de julho, o vereador foi taxativo: “a norma aponta uma evolução, mas é lógico que o controle e a prova prática deveriam ser feitos pela Marinha. Não adianta passar a responsabilidade para as empresas, pois vão acorrer irregularidades, como a venda de atestados de realização de provas. Quem tem esse tipo de embarcação, tem poder aquisitivo alto”, insinua. Para Nicolaci, a Marinha do Brasil tem que auditar as empresas, as provas e tudo que se relaciona com a compra e venda e utilização de embarcações. “As empresas poderiam ensinar a dirigir, mas a prova prática teria que ser realizada sob supervisão direta da Marinha. A ideia é termos melhores condutores de motos aquáticas para termos menos acidentes”. Fonte: Blog Guarda Marítima |
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Esquecimento de CNH poderá não gerar mais multas.
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