sábado, 31 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
A fogueira das vaidades na Segurança Pública
A fogueira das vaidades na Segurança Pública Há tempos venho acompanhando neste espaço de discussão, e em outros existentes nesta que se transformou na blogosfera policial, membros das nossas diversas instituições ligadas a área de segurança pública se digladiarem e se ofenderem mutuamente numa fútil e infrutífera celeuma sobre as atribuições, importância, imprescindibilidade e, por que não dizer, vaidades que cada uma das organizações possui na resolução do problema que aflige a nossa sociedade e que tem efeitos diretos sobre o nosso desempenho profissional, qual seja, a falta de segurança pública. Fico então a me perguntar: a quem interessa esse tipo de discussão na qual são externadas apenas as deficiências de cada instituição? Por que não se discute a parcela que cabe a cada uma delas na resolução dos problemas? Será que o cidadão (nós mesmos quando não estamos vestidos nos nossos uniformes ou portando os nossos distintivos) está interessado em saber que para certa ocorrência ele deve recorrer a determinada instituição para fazer a sua reclamação ou será que ele quer apenas ter atendida satisfatoriamente as suas necessidades, independentes da cor do uniforme ou da padronização ou não da viatura do profissional que vai lhe recepcionar? Enquanto se perde um precioso tempo em discussões fratricidas sobre a (im)possibilidade de a Polícia Militar lavrar Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO), de a Polícia Civil realizar policiamento ostensivo, e da Guarda Municipal praticar abordagens e buscas pessoais, deixamos de lado a possibilidade de discutirmos as medidas que, eficazmente, poderiam aperfeiçoar a nossa legislação, atualizar nossa arcaica estrutura e, por fim, ajudar-nos a conter os agentes criminosos que não respeitam uniforme, distintivo ou limites geográficos para empreender as suas ações delituosas. O cidadão não quer saber se à Polícia Federal cabe exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras; que à Polícia Rodoviária Federal cabe o patrulhamento ostensivo das rodovias federais; à Polícia Civil cabe as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares; que à Polícia Militar cabe a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública ou que a Guarda Municipal está destinada à proteção de bens, serviços e instalações do município, conforme preceitua o art. 144 da Constituição Federal de 1988. O cidadão quer, tão somente, que estas instituições, através dos seus integrantes, ao menos se empenhem na resolução dos problemas que o afligem e que estão relacionados à segurança pública, não que os seus integrantes fiquem discutindo sobre o sexo dos anjos, enquanto ele, o cidadão, custeia, através de uma absurda carga tributária que lhe retira quase 40% do que ele produz em um ano de trabalho, este sistema e sofre, literalmente, na pele, no seu patrimônio e na sua vida a ausência de ações práticas efetivas e realmente voltadas para a solução dos problemas diuturnamente enfrentados. Ao cidadão, definitivamente, não cabe se importar se o responsável pela investigação que resultou na prisão de um meliante foi fruto de ações perpetradas pelo setor de inteligência da Polícia Militar, Civil ou Federal e, ainda, ele não tem por que se preocupar se a instituição que prendeu em flagrante delito determinado criminoso foi a Guarda Municipal, a Polícia Rodoviária Federal ou Polícia Civil. O cidadão quer, tão só, que todos esses órgãos ou qualquer um deles proteja a ele, a sua família e ao seu patrimônio. Se determinada instituição almeja aumentar a sua capacidade e área de atuação objetivando atender as necessidades da população, que lhe seja dado este atributo além de, também, lhe ser cientificado sobre os encargos e responsabilidades que tais atributos irão lhe acarretar. A isto damos o nome de evolução e avanço. As forças adversas que todas as instituições enfrentam diariamente, haja vista o que temos assistido e vivido, mostram-se organizadas e demonstram não se importar muito com ações isoladas. Elas temem, importam-se, e preocupam-se sim, com medidas bem coordenadas e que envolvam os mais diversos atores relacionados à área de segurança pública. Ações desse tipo deixam transparecer que não é apenas a instituição A, B, ou C que está agindo, mas, sim, que o Estado brasileiro, através dos homens e mulheres que labutam nas nossas polícias e guardas municipais, está assumindo as suas responsabilidades. Se o legislador constituinte foi infeliz ao estabelecer órgãos e atribuições diversas para a consecução de um mesmo fim, a prestação de serviço de segurança pública, cabe a nós, caríssimos companheiros, profissionais que somos, queimar os nossos inócuos argumentos de superioridade ou exclusividade de atribuições na fogueira das vaidades e passar a ressaltar e compreender a importância e a capacidade de colaboração que cada uma das instituições que compõem o sistema de segurança pública estatal possui na construção da paz social. Pensemos não como partes de um todo, mas como um todo indivisível. O cidadão e nós, por conseguinte, só temos a ganhar. *Rosuilson Cardoso é 1º Tenente da Polícia Militar da Bahia, lotado na 57ª CIPM/Santo Estêvão. http://amigosdaguardacivil.blogspot.com/ |
GM de Fortaleza paralisam suas atividades para pedir armamento.
FORTALEZA: GUARDAS MUNICIPAIS PARALISAM ATIVIDADES PARA PEDIR USO DE ARMAS DE FOGO ![]() Guardas municipais paralisam na manhã desta segunda-feira (26) para tentar negociar com a Prefeitura de Fortaleza o uso de armas de fogo pela categoria. A manifestação foi motivada pelo assalto na Câmara dos Vereadores e pela invasão de torcedores ao terminal do Antônio Bezerra, em que guardas foram feitos reféns e baleados, respectivamente, neste domingo (25). De acordo com informações do presidente do Sindicato dos Guardas Municipais (Sindiguardas), Márcio Cruz, cerca de 150 servidores já estão concentrados em frente à sede do órgão, na Rua Delmiro de Farias, no bairro Rodolfo Teófilo. A paralisação e o protesto devem seguir até às 11h. O objetivo é tentar conversar com o chefe da Guarda Municipal, Arimá Rocha. Segundo Márcio Cruz, já existe uma Lei Federal (10.826/2003) que autoriza a categoria a trabalhar armada. Por isso, eles defendem que guardas que trabalham em terminais, hospitais, pelotões e locais de patrimônio público onde existem caixas eletrônicos exerçam a função armados. Caso contrário, querem a retirada dos guardas desses locais de trabalho que oferecem risco à vida deles. Greve O presidente do Sindiguardas destacou ainda que, caso as negociações com a Prefeitura não avancem, os profissionais vão decretar greve e entrar na Justiça contra o poder municipal. De acordo com números do sindicato, atualmente, existem 1.300 guardas municipais em Fortaleza. Fonte: Jangadeiro Blog da Força Tática |
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Quanto mais eu leio,mais aprendo!!!
Pergunta: A GUARDA MUNICIPAL É POLICIA? Resposta: Senhores: a Guarda não é polícia para o leigo e quem age de má-fé. Seria bom que as pessoas que escrevem e modificam o artigo não se escondessem no anonimato. Alias, já mudaram a redação do artigo, pois a competência para dizer quem é ou não é policial pertence a Organização Internacional do Trabalho e as instituições legalistas deste país (o Tribunal de Justiça de São Paulo por exemplo).Por que os espanhóis e italianos dizem que o Guarda Municipal é um policial como outro qualquer, e o brasileiro diz que não ?!? Para mim, isso é conversa de advogado recém formado que gosta de dar carteirada nos outros. Aliás, diga-se de passagem, não sou Guarda Municipal, sou Guarda Civil Metropolitano. E a GCM foi fundada em 15/9/1986. Ou seja, ela foi fundada antes da promulgação da atual CF. Por que o fulano que modificou o artigo não tem a humildade de contatar o Comandante do Conselho Nacional de Guardas Municipais, Dr. Joel Malta de Sá? Tenho certeza que aprenderia muita coisa com ele. Pois o problema da GCM e das GM's no Brasil é cultural, e a culpa de falarem que a Guarda não é polícia e desses cidadãos de má fé e má vontade que gostam de viver pela lei de Gerson e são defendidos por advogados com síndrome de deus (com dê minúsculo mesmo), que são carreiristas e só querem cargos em Brasília, e só são detidos quando são representados na seccional da OAB. Peço um favor aos "Não Guardas": não vandalizem o artigo. Agradeço desde já Bryard 20h28min de 11 de junho de 2011 (UTC) |
domingo, 25 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Resposta de um concursado.
quarta-feira, 21 de março de 2012
GM's de Natal tem seus portes de armas regulamentados.
Solenidade marca regularização do porte de arma de fogo /Natal ![]() A Guarda Municipal do Natal (GMN) prepara para esta quinta-feira (15) às 8h no Auditório do Complexo Cultural da Zona Norte (UERN - Av. João Medeiros Filho) a solenidade oficial de entrega dos certificados do Curso de Aperfeiçoamento de Guardas Municipais ministrado pela Polícia Militar do RN e voltado para concessão do porte de arma de fogo institucional. O evento vai reunir representantes das polícias, Rodoviária Federal, Civil, Militar e Corpo de Bombeiros. A certificação corresponde a 100h horas de instrução teórica e prática ministrada para todo o efetivo de 530 agentes da GMN. Com essa carga horária foram habilitados para portar arma de fogo os guardas municipais de 1ª a 4ª turmas de um total de sete. Será ainda dado por concluído oficialmente o curso de concessão de porte de arma de fogo com mais 176h de treinamento ministrado pelo corpo de instrutores da GMN e fornecido a 80 agentes das 5ª e 6ª turmas que se encontram também com o armamento regularizado. No momento, outros 80 guardas municipais iniciam um novo ciclo de capacitação de 176h de instrução, concluindo assim todo o pelotão de 5ª e 6ª turmas, restando apenas os agentes da 7ª turma que devem iniciar em maio 440h de adestramento. O comandante da GMN, Izaac José Duarte, enfatizou a importância da solenidade para a instituição pontuando a integração plena com as outras forças de segurança pública e o sucesso e seriedade do procedimento de regularização do porte de arma de fogo que contempla o guarda municipal do Natal dentro e fora do serviço. “A GMN vem avançando e é de suma importância a participação de toda a corporação nesse processo de modernização, integração e melhoria dos serviços prestados”, disse. O Comando da GMN convocou toda a corporação com exceção dos agentes de serviço na segurança preventiva das unidades de saúde de pronto-atendimento. Os guardas municipais de folga receberão Adicional de Expediente Extraordinário referente a 6 horas. “Solicitamos a presença de todos uniformizados, pois esse é um momento ímpar no fortalecimento da imagem da nossa instituição”, concluiu o subcomandante de Instrução e Material, Ariberto Araújo. Texto: Assecom GMN. Contato: assecomgmn@hotmail.com |
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