domingo, 30 de setembro de 2012
Não sei o que eles fizeram, ficou tudo na mesma!
Não sei o que eles fizeram, ficou tudo na mesma! Ouçam! |
sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Assédio moral em Cachoeirinha? Bem capaz!
Sr prefeito Vicente Pires, nós Guardas Municipais nunca falamos que o Sr faltou com desrespeito a nossa pessoa ou categoria, mas deixou portas abertas para seu secretário AIRTON DE SOUZA ESPINDOLA o fizesse, e todo a vez que o mesmo se expressava, usava a seguinte frase, "NÓS, O GOVERNOS NOS REUNIMOS E DISSIDIMOS", no momento em ele pronuncia essa frase(TENHO GRAVADO), coloca o Sr como protagonista desse teatro, nós nunca lhe dirigimos a palavra de forma errônea, pelo contrario, sempre defendemos um dialogo em que o governo e categoria pudessem sair de cabeça erguida e por consequência satisfeitos com os resultados obtidos. Para quem não tem conhecimento, eis minha denuncia. Para mim que não entendo muito bem deste assunto, fiquei chocado, até mesmo porque sou considerado apenas um GUARDINHA, mas para que possamos fazer um julgamento não teríamos que ouvir e confrontar as duas partes? |
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
O poder muda as pessoas!
O poder muda as pessoas! ![]() O poder torna as pessoas estúpidas, e muito poder, torna-as estupidíssimas. (R. Kurz) Reflexão para o dia que você Guarda Civil manga lisa chegar ao Comando de sua corporação. O psicanalista J. Lacan, observou que a partir do momento em que alguém se vê "rei", ele muda sua personalidade. Um cidadão qualquer quando sobe ao poder, altera seu psiquismo. Seu olhar sobre os outros será diferente; admita ou não ele olhará "de cima" os seus "governados", os "comandados", os "coordenados", enfim, os demais. Estar no poder, diz Lacan, "dá um sentido interiormente diferente às suas paixões, aos seus desígnios, à sua estupidez mesmo". Pelo simples fato de agora ser "rei", tudo deverá girar em função do que representa a realeza. Também os "comandados" são levados pelas circunstâncias a vê-lo como o "rei do pedaço". La Boétie parecia indignado em perceber o quanto o lugar simbólico de poder faz o populacho se oferecer a uma certa "servidão voluntária". Bourdieu chama-nos atenção para a força que o símbolo exerce sobre os indivíduos e grupos. Antes de ocupá-lo, o poder atrai e fascina; depois de ocupado tende a colar a alguns como se lhes fossem eterno. Aí está a diferença entre um Fidel Castro e um Nelson Mandela. O primeiro e a maioria dos ditadores pretendem se eternizar no poder, o segundo, mais sábio, toma-o como transitório, evitando ser possuído pelo próprio. ("Possuído", sim, pois o poder tem algo de diabólico, que tenta, que corrompe, etc). Uma vez no poder, o sujeito precisará de personas (máscaras) e molduras de sobrevivência. A persona serve para enganar a si e aos outros. A moldura, é algo necessário para delimitar simbolicamente a ação dele enquanto representante do poder. A ausência de moldura ou o seu mau uso fará irromper a força pulsional do sujeito que anseia por mais e mais poder, podendo vir a se tornar uma patologia psíquica. A história coleciona exemplos: Hitler, Stalin, Mobutu, Collor de Melo, Pol Pot, Idi Amim, etc. No filme As loucuras do rei George III, da Inglaterra, somos levados a perceber duas coisas: o quanto que as pessoas recusavam a ideia de um rei que perdeu a razão em função de uma doença e, que fazer para impedir alguém que representa o poder máximo de uma nação, devido a suas loucuras? O poder faz fronteira com a loucura. Não é sem motivo que muitos loucos se julgam Napoleão ou o Rei Luís XV. Parece que há algo de "loucura narcísica" nas pessoas que anseiam chegar ao poder político (governante de uma cidade, estado ou país, ministro, membro do secretariado local), ou ao poder de uma instituição, empresa, departamento, pequeno setor de uma organização qualquer ou grupo qualquer. O narcisismo de quem ocupa o poder, revela-se na autoadmiração (o amor a si e aos seus feitos), na recusa em aceitar o que vem dos outros e no gozo que ele extrai do poder, que, levado ao extremo poderia revelar loucura. R. Kurz, é direto ao declarar que "o poder torna as pessoas estúpidas, e muito poder, torna-as estupidíssimas". O sociólogo M. Tragtenberg certa vez observou como muitos intelectuais discursam uma preocupação pelo "social", mas estão mesmo preocupados com a sua "razão do poder". Há uma espécie de "gozo louco" pelo poder, que faz subir a cabeça dos que estão jogando para ganhá-lo um dia. Do ponto de vista psicológico, observa-se que o poder faz o ocupante perder a própria identidade pessoal e assumir outra, contornada pela "fôrma" do próprio poder. Os cargos executivos (presidente, governador, prefeito, diretor, reitor, etc), tem uma fôrma própria, um lugar que marca uma certa diferença em quem a ocupa em relação aos cargos de segundo escalão (ministros, secretários disso e daquilo, chefes de gabinetes, assessores, etc). As "pequenas autoridades" dos escalões inferiores - mas com algum poder - costumam ter atitudes mais protofascistas que as grandes. São mais propensas a "vender sua alma ao diabo" que as grandes para estar no poder. O psicólogo Ricardo Vieira, da UERJ, de quem me inspirei para continuar seu artigo, levanta os quatro primeiros indicadores de mudanças que ocorrem com as pessoas que chegam ao poder: 1) no modo de vestir: o terno, a gravata, o blazer e o tailleur que, antes eram utilizados em circunstâncias especiais, passam a ser usados cotidianamente, mesmo quando não é necessário utilizá-los. Alguns demonstram certo constrangimento em trocar a surrada camiseta e passar a usar um blazer ou uma camisa de linho, pelo menos nas ocasiões especiais. Se antes usava um cabelo comprido, despenteado, logo é orientado a cortá-lo, penteá-lo, dar um trato. Na última eleição para prefeito de Maringá, um candidato foi orientado pelo seu marketeiro para mudar o cabelo enrolado por um penteado de brilhantina. Perdeu a eleição. 2) mudam as relações pessoais: os antigos companheiros poderão ser substituídos por novos, que o leva a sentir-se menos ameaçado. O sentimento persecutório de "ser mal visto", precisa ser evitado a qualquer preço por quem ocupa o poder. 3) altera o tratamento com o outro, que torna-se autoritário com seus subordinados; gritos e ameaças passam a ser seu estilo. Certa vez, perguntaram a Maquiavel se era melhor ser amado que temido? O autor de O príncipe respondeu que "os dois mas se houver necessidade de escolha, é melhor ser temido do que amado". 4) mudam os antigos apoios e alianças. Aqueles que o apoiaram chegar ao poder, transformam-se em arquivos vivos dos seus defeitos. O poder leva a desidentificação com os antigos colegas de profissão. É o caso do presidente FHC e do seu Ministro da Educação Paulo Renato Souza, depois de executivos, ambos não se vêem mais professores. 5) Resistência em fazer auto-crítica. Antes, vivia criticando tudo que era governo ou tudo que constituía como efeito de governo. Mas, logo que passa a ocupar o poder, revela "sua outra face", não suportando a mínima crítica. O poder os torna cegos e surdos a crítica. Uma pesquisa de Pedro Demo, da Universidade de Brasília, constata que os profissionais de academias apreciam criticar a tudo e a todos, mas são pouco eficazes na crítica para consigo mesmos. Enquanto só teorizavam, nada resolviam, mas quando passam a ocupar um cargo que exige ação prática, terá que testar a teoria; agora é que "a prática se torna o critério da verdade" . Por falta de referencial e por excesso de idealismo, é freqüente ocorrerem bobagens e repetições dos antigos adversários, tais como: fazer aumentos abusivos de impostos, aplicar multas injustas, discursos cínicos para justificar um ato imoral de abuso de poder, etc. Há um provérbio oriental que diz: "quem vence dragões, também vira dragão". Os sujeitos quando no poder protege-se da crítica reforçando pactos de auto-engano com seus colegas de partido. Reforçam a crença de que representam o Bem contra o Mal, recusam escutar o outro que lhe faz crítica e que poderia norteá-lo para corrigir seus erros e ajudar a superar suas contradições. Se entrincheirarem no grupo narcísico, o discurso político tornar-se-á dogmático, duro, tapado, e podemos até prever qual será o seu futuro se tomar o caminho de também eliminar os divergentes internos e fazer mais ações de governo contra o povo, "em nome do povo". Infelizmente assim é o poder: seduz, corrompe, decepciona e faz ponto cego e surdo nos seus ocupantes temporários. Psicanalista e professor da UEM RAYMUNDO DE LIMA Postado por PREZOTTO |
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Pirataria em Cachoeirinha causa fechamento de locadora.
Nessas horas eu tenho vergonha de ser Guarda Municipal no Município de Cachoeirinha. Cachoeirinha conta hoje com um efetivo de 183 Guardas Municipais, sendo que uns 50 estão em formação. E os outros 133, o que fazem? Conforme projetos enviados a SENASP do Ministério da Jutiça, a Guarda Municipal de Cachoeirinha trabalha duro com as policiais do Muinicipio, mas a realidade é outra bem diferente, só servimos mesmo é para angariar fundos, para vender uma imagem falsa a população. Basta andarmos nas "RUAS" de Cachoeirinha para vermos vendedores de DVD's PIRATAS, e outras mercadorias, vou só me referir aqui aos DVD's, esses que são causadores de muitas LOCADORAS fecharem, locadoras que trabalham dentro da Lei, PAGANDO seus IMPOSTOS e muitas até empregando pessoas, são fiscalizadas no rigor da Lei, cada DVD que a locadora compra tem que ter um selo de autenticidade, se não tiver a locadora é multada( também pudera, o preço de um DVD pirata é menor que de uma locação). Para nos familiarizarmos com essa questão, que é chamada pirataria moderna, onde envolve ilícitos, o Estado não poderia atuar sem uma definição específica. Por isso, o ordenamento jurídico brasileiro estabelece um conceito legal para a pirataria. De acordo com o art. 1º do Decreto nº 5.244, de 2004, que regulamenta o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual - CNCP, constitui crime de pirataria: “a violação aos direitos autorais de que tratam as Leis nos 9.609 e 9.610, ambas de 19 de fevereiro de 1998“. Esse conceito remete para duas leis, que regulamentam respectivamente “os direitos de autor de programa de computador” e “os direitos de autor e os que lhe são conexos“. Considerando que o regime de proteção previsto na 9.609/98 vale como regra geral, convém notar que o art. 184 do Código Penal define como crime “violar os direitos de autor e os que lhe são conexos” e comina a pena de “detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa“, que pode ser aumentada para “reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa” caso haja “intuito de lucro direto ou indireto“. Juntando esse conjunto de normas específicas (o art. 184 do Código Penal, o Decreto nº 5.244, de 2004 e as Leis no 9.609 e 9.610/98), pode-se dizer que a legislação no Brasil define a pirataria como o crime consistente em qualquer violação de direito de autor ou direitos conexos para obras intelectuais ou softwares, e prevê penas que variam de 3 meses a 4 anos, com ou sem multa. ------------------------------------------------------------------------------------------------------ Eu poderia postar aqui diversos sites, onde mostram as Guardas Municipais atuando contra a PIRATARIA, se voce quiser fazer uma peaquisa mais profunda, basta voce procurar no Google que aparece varias Guardas no combate a esse tipo de CRIME, eu disse CRIME, pois pirataria é crime! Se você sabe de algum local onde haja esse tipo de crime, o telefone da Guarda Municipal, numero 153. Aos donos de locadoras, meus sentimentos! |
Assinar:
Postagens (Atom)
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...

































