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terça-feira, 30 de novembro de 2010

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O que esta acontece hoje é apenas um reflexo, são as conseqüências da corrupção, do abandono do ESTADO, falta de compromisso com a população carente, do desemprego, educação precária, do caos da saúde, da falta de moradia e outras questões esquecidas por nossos POLITICOS que só se lembram que o povo existe em tempo de eleições. Na verdade o que aconteceu na semana passada foi um show, sim, digo e repto SHOW, o planeta inteiro ficou sabendo do acontecido por aqui, mas isso se deve por estarmos prestes a sediarmos os jogos olímpicos e a copa do mundo.


Deixo aqui uma questão e gostaria que vocês opinassem:


Se não fossem os jogos olímpicos e a copa, teria o ESTADO tomado o comando da segurança no RIO?   

A policia me parou e agora?

Você sabe o que é POPC?




É o Programa de Apoio Institucional às Ouvidorias de Polícia e Policiamento Comunitário, financiado pela União Europeia e desenvolvido pela SEDH (Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República) em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça (SENASP/MJ), e com as Secretarias de Segurança Pública e Ouvidorias de Polícia dos Estados.


Segundo a SEDH, o POPC visa auxiliar a instauração da responsabilização democrática das forças policiais brasileiras, particularmente no que concerne ao respeito pelos direitos humanos e à redução do uso de métodos violentos na luta contra a criminalidade.


Esse programa publicou um informativo que ensina a melhor maneira de agir e os direitos básicos da pessoa durante uma abordagem policial.


A iniciativa é louvável e precisa ser amplamente divulgada.


A propósito, um professor (e desembargador) certa vez me contou que foi abordado por um policial numa rodovia. O policial o interpelou. Queria saber a que lugar o professor estava se dirigindo. Educadamente, o professor explicou que isso não era da conta do policial. De fato e de direito, o cidadão não deve qualquer satisfação, ao policial que o aborda, a respeito do seu percurso no exercício do direito de ir e vir. Mas no caso em comento o policial só queria, na verdade, uma carona.


Estudantes de direito e até mesmo advogados também estão sujeitos a uma abordagem policial. É preciso urbanidade numa situação assim, tanto da pessoa abordada quando do agente policial.


É importante saber que o policial está numa situação de risco. Ele não tem como saber que não está diante de um bandido pronto para executá-lo. Aliás, o propósito de uma abordagem policial é exatamente esse: averiguação. Portanto, em princípio não há nada de abusivo em operações com policiais fortemente armados.


E nada de tentar se esquivar da abordagem com aquelas bobagens de que se é isso ou aquilo, autoridade, parente ou vizinho do parente de uma autoridade. Essa é velha e não vai colar.


Vamos às orientações do POPC:






STAFF JURÍDICO


Extraido do Blog do GCM Nascimento.

R$ 8 bilhões para segurança pública.

Próximo governo terá R$ 8 bilhões para aplicar em segurança pública em todo o país




Brasília – A cenas de violência registradas nos últimos dias, no Rio de Janeiro, com o combate direto entre traficantes e a tropa de elite da Polícia Militar, apoiada por soldados e equipamentos das Forças Armadas, retoma o tema da situação da segurança pública amplamente debatido durante a campanha eleitoral. Em 2011, a presidenta eleita Dilma Rousseff terá aproximadamente R$ 8 bilhões disponíveis para o setor em recursos orçamentários a serem aplicados em todo o país.




Esse volume de recursos poderá será ainda maior. A Comissão Mista de Orçamento ainda analisa os recursos relativos às emendas do projeto orçamentário, ao todo 10.040, que definirão as prioridades do Poder Legislativo. O levantamento feito pela liderança do PT, a pedido da Agência Brasil.




Dos R$ 8 bilhões propostos pelo Executivo no projeto orçamentário, apenas R$ 1,2 bilhão estão classificados como investimentos. Os técnicos ressaltam, entretanto, que R$ 2,8 bilhões separados para custeio e R$ 3,9 bilhões para pessoal dão suporte aos investimentos.




Além disso, do total de recursos destinado para segurança pública, 99% estão carimbados na rubrica “nacional”, ou seja, ficará a cargo do Executivo definir para que estado ou áreas serão destinados os recursos. Isso, destacam os técnicos, inviabiliza qualquer análise regional, ou seja, não é possível avaliar ainda para onde irão os recursos.




Marcos Chagas - Repórter da Agência Brasil


sábado, 27 de novembro de 2010

Crise na cidade do Rio de Janeiro

Guarda Municipal desarmada:

Será que não é o momento de rediscutir o papel do governo local nas ações de segurança ?



Autor: Marcos Bazzana Delgado

Inspetor da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo

Especialista em Segurança Pública


Sem desmerecer qualquer tipo de atuação das Guardas Municipais, até porque todas elas são louváveis e promovem a segurança urbana de uma forma ou de outra, penso que é preciso analisar os resultados advindos do fato da Guarda Civil Metropolitana da cidade de São Paulo trabalhar armada e, em razão disso, possuir maior potencial para enfrentar a criminalidade, atuando principalmente em casos de flagrante delito, enquanto que a da cidade do Rio de Janeiro atua sem arma de fogo, ao mesmo tempo em que a criminalidade naquela região aumenta de forma desenfreada.


O Rio de Janeiro está passando por mais uma crise de ataques de grupos criminosos, com escalas de violência nunca antes vista no Estado brasileiro.


Cremos que parte da culpa desta desordem é resultante da ausência de posturas municipais eficientes e também da limitação do poder de atuação da Guarda Municipal, dentro do contexto da segurança pública, no dever de proteger pessoas e preservar a ordem.




Para fazer uma comparação, analisemos a cidade de São Paulo que excede a quantidade de habitantes do Rio de Janeiro, com uma população girando em torno de 12.000.000, mas que mantém uma Guarda Municipal armada, com um efetivo de aproximadamente 6.500 agentes.



Com a soma de esforços nas ações conjuntas da Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Municipal, os índices de criminalidade em São Paulo vêm sofrendo quedas que são constantemente noticiadas na imprensa.



Já na cidade do Rio de Janeiro, que tem em torno de 7.000.000 de habitantes, onde a Guarda Municipal tem número aproximado de integrantes da Guarda de São Paulo, ou seja, pouco mais de 5.500 agentes, os índices de criminalidade só aumentam. Dadas as proporções, a Guarda Municipal do Rio de Janeiro teria, em tese, mais agentes para proteger os habitantes do que a de São Paulo.



Quem teve o privilégio de assistir ao filme “Tropa de Elite 2”, onde a ficção retratou boa parte da realidade, ao ouvir a fala do Coronel Nascimento quanto ao destino que merecia ser dado à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, deveria se por a pensar sobre como poderia ser provida a Segurança Pública a partir daquele ponto, caso a proposta de extinção feita pelo personagem fosse levada a efeito.



Nesse filme, que também traduz um pouco da realidade, o mal em questão já havia se instalado no único órgão de segurança que o Estado dispõe para fazer valer a lei. Ali, o monopólio dos meios de prestação do serviço de segurança pública preventiva, passou a significar a indisponibilidade do Estado em se socorrer de outra via. O monopólio deu margem para a acomodação que, aos poucos, foi se transformando em corrupção.



A existência de dois ou mais órgãos voltados para a mesma atividade motiva a “concorrência” por melhores resultados e demonstração de capacidade. Quem sai ganhando com isso é o povo.



A Polícia Militar do Estado de São Paulo percebeu que poderia sucumbir ao crescimento das Guardas Municipais armadas, por esse motivo, reviu seus conceitos, buscou a qualidade, e aprimorou sua atuação.



E pensando em soluções para a Segurança Pública, por que não pensar em rediscutir o papel daquele município fragilizado nesse cenário, considerando uma maior participação da Guarda Municipal carioca nas ações de Segurança Pública?



Para isso, é preciso enxergar o quanto as Guardas Municipais que portam arma de fogo contribuem para a redução da violência e da criminalidade, e com isso, avaliar se não é o momento de aproveitar aqueles 5.500 agentes já treinados para que, com o armamento



adequado, passem a integrar as ações de enfrentamento do principal mal que tem assolado a “Cidade Maravilhosa”.



Será que tudo isso se resolve antes de acontecer a Copa do Mundo, ou quem sabe, antes das Olimpíadas?



Apesar do Rio de Janeiro hoje ser a referência negativa, lembremos que, embora em situação suposta e relativamente confortável, seria prudente que todas as demais cidades dedicassem parte de seus esforços no fortalecimento das Guardas Municipais, e na criação das que ainda não foram instituídas, para que a população e o Estado jamais fiquem refém do monopólio e da acomodação de alguns intitulados “possuidores do exclusivo direito de proteger pessoas”.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Veja a cobertura completa da onda de crimes no Rio

Criminosos se unem contra as UPPs e fazem ataques à cidade



Do R7 | 24/11/2010 às 15h48 | Atualizado em: 26/11/2010 às 12h20
Uma onda de ataques violentos tomou conta do Rio de Janeiro nesta semana. A sensação de insegurança cresce entre a população desde o início da tarde do último domingo (21), quando homens armados com fuzis atearam fogo em dois carros na Linha Vermelha, sentido Centro, na altura da rodovia Washington Luís.
Dezenas de ônibus e carros foram queimadas e cabines policiais foram alvos de tiros, o que provocou transtornos no tráfego da cidade e interrupção de aulas em diversas escolas cariocas. Os ataques e arrastões, que se espalharam por cidades da Baixada Fluminense e atingiram também Niterói, seriam uma retaliação dos bandidos à criação das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora), que levaram o policiamento a várias comunidades cariocas antes dominadas pelo tráfico de drogas.
Como a onda de ataques criminosos e as operações da PM afetam seu dia a dia? Opine aqui


Veja a cobertura completa do caso:


(CLICK NO LINK ESCOLHIDO)


26 de novembro




25 de novembro




24 de novembro




23 de novembro






22 de novembro




Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...