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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Apoio incondicional da ex-presidente do SIMCA.













Colegas, no anexo está o depoimento da Prof. Olga Justo, ex-presidente do SIMCA, o qual estamos repassando na integra, sem cortes nem adendos.



É chapa 2 com certeza!!!



Colegas:





Tenho sido solicitada a expressar minha posição em relação as eleições
no SIMCA. Fico honrada e agradecida pelo reconhecimento do trabalho que a diretoria Compromisso com a Luta desempenhou entre os anos de 2000 a 2004. Registro então meu apoio a chapa 2, pelos motivos que seguem:





- Cumpri apenas um mandato no SIMCA, apesar dos apelos, pois não acredito na eficiência do continuísmo. Reconheço e respeito o trabalho dos colegas que seguiram a caminhada desde 2004, mas não estou de acordo com mais uma reeleição.





- Acredito na mobilização e resistência, mas sei da importância do
diálogo para que as negociações possam fluir. Apesar de vários embates com o
governo durante nossa gestão, tenho a alegria de poder dizer que pessoalmente
não constitui inimigos nesta trajetória, pois isso não dignifica nossa
caminhada humana.





- Aposto na mudança, na transformação, a partir daqueles que, com
coragem, se colocam a disposição de ter a humildade de aprender, de ouvir, de
dialogar. Acredito que sindicato sejamos todos nós. E quero poder estar
presente opinando, participando, contribuindo.





- Não acredito que anular o voto seja a opção certa. Nos eximir da
decisão não nos respalda para as posteriores críticas construtivas.





- Quando nossa gestão assumiu, fomos também rotulados como chapa do
governo, pois eu e mais alguns integrantes éramos filiados ao partido do
governo da época. Em pouco tempo, conquistamos a credibilidade da categoria,
que percebeu que a ética na luta sindical estava acima das convicções
partidárias individuais.





- Porque receber FG é direito a todo servidor concursado que exerça
função de coordenação e chefia. Nunca ouvi uma reivindicação da categoria para
que lutássemos pela perda deste direito. Assim, muitos colegas já passaram por
essa experiência e muitos ainda passarão com, de fato, legitimo direito. No
entanto, enquanto liderança sindical, penso que o colega deve abrir mão da
função por questão de ética (exceto funções eleitas pela categoria).





- Porque não cabe a nós julgar colegas servidores, integrantes de um
mandato sindical que possuem parentes (também servidores efetivos) com FG.





- Ao longo de um mandato, as pessoas mudam suas posições e opiniões
políticas. Acreditar que uma chapa composta por 31 integrantes tenha as mesmas
convicções ou jamais será simpatizante a isto ou aquilo é não acreditar que a
sociedade se movimenta e se modifica, constrói, desconstrói.





- Por fim, o argumento batido de que esta chapa é do governo é, pelos
motivos acima citados, insuficiente para que eu deixe de apostar na
mudança.  Penso que o descontentamento com este governo deve ser
expresso nas urnas das próximas eleições municipais e não na eleição do nosso
sindicato.











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