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sexta-feira, 2 de março de 2012

Academia de Guardas Municipais do RS, formarão 1.560 novos GM's ainda este ano.







Pesquisa
inédita no País deve mapear ações


Municipais
de segurança no RS


 


O Secretário do Gabinete dos Prefeitos e
Relações Federativas, Afonso Motta, recebeu nesta terça-feira (28), no Palácio
Piratini, o presidente da Associação Estadual de Secretários e Gestores
Municipais de Segurança Pública do Rio Grande do Sul (Asgmusp), Eduardo
Pazinato, o vice-presidente da entidade, Roberto Soares Louzada, e o
vice-diretor da Faculdade de Direito de Santa Maria (Fadisma), Giovani
Bortolini, para a apresentação de dois projetos inéditos na área de segurança
pública. O primeiro é o da Academia Estadual de Guardas Municipais e, o
segundo, o Censo sobre Ações Municipais de Segurança Pública.





O projeto da Academia é financiado pelo
Fundo Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e está sendo
implementado em parceria com o município de Esteio, o Consórcio Metropolitano e
a Asgmusp, sendo executado pela Fadisma. A previsão é de que 1.560 guardas
municipais sejam capacitados de acordo com a matriz curricular da Secretaria
Nacional de Segurança Pública (Snasp) ainda este ano.





Dois secretários de Estado apóiam o
desenvolvimento desses projetos, o da Segurança Pública, Airton Michels, e o do
Gabinete dos Prefeitos, Afonso Motta. Para Motta, o projeto é uma grande
oportunidade para aprofundar o tema e encontrar soluções que possam servir como
modelo para o futuro. "É muito importante que sejam estabelecidos
conceitos e premissas para o desenvolvimento de novas ações e políticas nesta
área".





Academia





Para a Secretaria de Segurança Pública,
a Academia Estadual de Guardas Municipais permitirá a padronização dessas
forças públicas, nos termos da matriz curricular proposta pela Secretaria
Nacional de Segurança Pública (Senasp). Já está em análise uma proposta da
prefeitura de Esteio para que a nova Academia seja implementada dentro do
Parque de Exposição Assis Brasil, naquele município. O Censo sobre as Ações dos
Municípios na área de segurança pública permitirá identificar as cidades que
estão comprometidas em trabalhar esse tema.





O vice presidente da Asgmusp, avalia que
a iniciativa fortalece toda a rede de proteção social no Estado. "A
contribuição na área de segurança pública, principalmente no viés preventivo, é
hoje uma realidade para os municípios. A padronização na qualificação das
guardas municipais e a pesquisa contribuirão sobremaneira na busca soluções
inovadoras na área de segurança pública", destacou Roberto Louzada.





Para Giovani Bortolini, a qualificação
das guardas passa por um novo conceito de segurança pública capaz de atender às
novas demandas que a sociedade apresenta. "Essa formação proporcionará aos
guardas municipais maior capacidade de mediação de conflitos e prevenção das
violências".





Censo





De acordo com o Presidente da Asgmusp, e
também secretário municipal de Segurança Pública e Cidadania de Canoas, o Censo
sobre Ações Municipais de Segurança Pública, além de ser o primeiro realizado
no País, deve contribuir para a qualificação e o aperfeiçoamento da gestão
municipal de políticas públicas de segurança baseadas da prevenção das
violências e na promoção dos Direitos Humanos. Deve ainda subsidiar com dados
científicos futuros projetos e ações nessa área. "Trata-se de um
diagnóstico preciso dos programas, projetos e ações municipais na área de
segurança e da identificação de necessidades e carências da sociedade contemporânea
neste quesito que é prioridade nacional."





Texto e foto: Mateus Rosário




Edição: Redação Secom (51) 3210-4305





Fonte: http://www.ssp.rs.gov.br/


Movimentação da PEC 534/2002.







quinta-feira, 1 de março de 2012

Novos métodos além do bafômetro em blitz.







STJ adia decisão sobre a polícia usar outros métodos além do bafômetro
em blitz







O Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou mais uma vez o julgamento que decide
se a polícia poderá usar outros métodos, além do teste do bafômetro, para
verificar se o motorista está embriagado. O julgamento será retomado no dia 14
de março.







Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os agentes de trânsito e policiais
têm crebilidade para fazer o teste de embriaguez no motorista sem usar o
bafômetro.




"O Ministério da Saúde é favorável àquilo que já foi votado no Senado: a
avaliação do agente de trânsito ou do agente policial é suficiente para
identificação de um motorista que ingeriu álcool", disse.




Padilha reforçou o apoio da pasta à política de tolerância zero em relação à
ingestão de bebidas alcóolicas por motoristas. 





Fonte: Portal da Metrópole


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Associação dos Guardas Municipais de Cachoeirinha em visita ao Secretário Municipal para Assuntos de Segurança Pública de Gravataí.







Guardas Municipais de Esteio se sentem inseguros.











Esteio:
Guarda Municipal será morto sem chance de se defender!





A
insegurança de quem transmite “sensação de segurança” à população





Esse artigo não se refere a uma ameaça,
tampouco é uma previsão descabida, sem fundamentos. Refere-se apenas a uma
projeção lógica de um fato que tende a ocorrer nos próximos anos, meses ou,
quem sabe, dias, se o panorama de atuação da Guarda Municipal se mantiver
incipiente em relação à proteção de seus agentes. Hoje, a Guarda Municipal é
importante ferramenta das políticas municipais na área de Segurança Pública e
tal importância é consagrada com a menção que nossa Constituição faz a essa
corporação como protetora dos bens, serviços e instalações municipais e,
também, com a possibilidade que a Guarda Municipal tem de uso de arma de fogo,
legitimada pela lei 10.826/2003. Muitos poderiam dizer que a possibilidade de
uso de arma de fogo se relaciona a um ato discricionário da Prefeitura
Municipal, que não é obrigada por força de lei a armar seus guardas. E isso é
verdade. Mas é verdade pelo simples fato de que a autonomia municipal seria
atingida se uma lei federal impusesse a obrigatoriedade dos municípios armarem
seus guardas, já que este assunto é de interesse local e cabe ao Município
definir seus interesses nesse âmbito. No entanto, é absolutamente incompatível
com a ideia que se tem hoje de uniformização dos procedimentos operacionais de
Guardas Municipais no Rio Grande do Sul, o fato de que Guardas Municipais de
uma cidade utilizam-se de equipamentos letais, não-letais ou menos letais e
agentes de um outro município, contíguo, possuem equipamentos de potencial
ofensivo - ou defensivo – muito menor. Devemos levar em consideração que
vivemos na era da informação ultra-rápida, na qual a mídia leva as pessoas a
crerem em verdades absolutas que por vezes não existem. Quando uma Guarda
Municipal paulista ou carioca é tema dos noticiários por um ato de bravura,
aquele fato não é visto como um fato isolado da corporação daquela localidade,
e sim, como a generalização do que é realizado pela Guarda Municipal em todos
os cantos do país. Se um bandido em fuga atravessa uma região metropolitana,
poderá se deparar com uma viatura da Guarda, alvejá-la, e escapar absolutamente
ileso, pois apesar da caracterização dos agentes ser assemelhada à de uma
polícia ostensiva, há algumas cidades em que a aparelhagem da Guarda Municipal
em nada se parece com a de uma instituição capaz de levar segurança a alguém(
não raro, não consegue trazer segurança nem a si mesma).





Estamos falando de vidas que podem ser
tiradas a qualquer momento, caso a situação de absoluta vulnerabilidade da
Guarda Municipal se mantenha.





A Guarda Municipal não quer usar-se de
arma de fogo para realizar o trabalho dedicado à Polícia Militar, à Polícia
Civil, efetuar abordagens sem fundamentação, efetuar disparos sem que esteja em
legítima defesa ou de outrem, mas sim, para ter a condição de defesa ao se
deparar com um meliante que adentra seu espaço com o simples propósito de
tirar-lhe a vida para poder surrupiar algum objeto de valor, como infelizmente
já ocorreu e, por sorte, a vida do agente público se manteve preservada. Em
seis anos de existência, mesmo sendo uma corporação de natureza absolutamente
preventiva, a Guarda Municipal de Esteio já passou por inúmeras situações de
inferioridade frente a bandidos armados com revólveres: em algumas conseguiu
efetuar a captura dos meliantes pelo fator surpresa, já que não havia como
evadir do local frente às súplicas dos populares; já em outras, houve a
necessidade de evitar o confronto e a fuga foi possível graças à rapidez dos
agentes em identificar o grau de perigo da ocorrência. Mas também já passou por
situações de confronto desleal, em que o indivíduo infrator, não temendo
qualquer resistência do guarda, invadiu o local guarnecido e ainda efetuou
disparos contra o agente, que por pouco, não faleceu no local de serviço.
Recapitulando o poder de influência da mídia, podemos lembrar que há algum
tempo foi lançado nesta mesma cidade de Esteio - e amplamente divulgado nos
meios de comunicação - um projeto considerado piloto, de tecnologia avançada no
atendimento de ocorrências da Guarda Municipal, que passados dois anos, ainda
está em fase de testes, apesar de esse fato não ter sido explicitado claramente
nas reportagens apresentadas a jornais, televisão (vídeos relacionados ao
assunto encontram-se disponíveis na internet, inclusive). Mas aí ficam as
seguintes questões: Como atender a determinadas ocorrências se o agente não
possui segurança nem para si próprio? Como garantir que ao adentrar uma praça,
uma Secretaria Municipal ou o Cemitério Municipal o agente não se deparará com
a supremacia de força de uma arma de fogo ou mesmo de uma arma branca? Então,
na maioria das vezes, estaríamos enviando os guardas para situações
desfavoráveis, sem que tenham chance de se defender? Então, o serviço que a
Prefeitura se propôs a oferecer ao constituir uma Guarda Municipal não é
eficaz? Então por que não oferecer subsídios (armas letais, não-letais,
comunicação eficaz, treinamento constante, etc.) aos agentes para que o serviço
prestado realmente atinja sua finalidade? Incrível que foi realizado convênio
com a Polícia Federal – há mais de ano - para que os agentes da Guarda
Municipal pudessem ser capacitados para o uso de arma de fogo, mas por razões
até então obscuras não foi criada Corregedoria e os resultados de exames
psicotécnicos realizados não foram divulgados, o que travou ainda mais o
andamento do processo, configurando até certo descaso com a aplicação do
dinheiro público, já que passando mais algum tempo os testes perderão a
validade e deverão ser refeitos. O fato é que vidas estão em jogo e se quer
apenas a profissionalização do serviço realizado pela guarda. Se há
determinados serviços que não demandarão uso de arma de fogo, então que sejam
definidos em regulamento. Se o que se quer é uma Guarda Comunitária, então que
treinemos os agentes para obedecer esta filosofia, mas lembremos que o crime
está em todo lugar, que o Guarda Municipal é um agente de segurança e que anda
uniformizado e em veículos caracterizados tal qual a Polícia ostensiva, gerando
a tão esperada sensação de segurança.





Mas o povo não quer sensação de
segurança, ele quer segurança de fato, pois já cansou de esperar um serviço
público de “faz de conta”, ainda mais usando seres humanos trajados de agentes
de segurança, que guarnecem postos de serviço e arriscam sua pele sem os
equipamentos de proteção indispensáveis. Ao passo que o Poder Público não toma
partido para solucionar essas questões e a Guarda Municipal continua em
situação vulnerável frente aos obstáculos impostos pela criminalidade temo que,
em breve, o título deste artigo esteja estampado nos jornais de grande
circulação, retratando mais um fato consumado que trará pesar e indignação e
gerando mais verdades absolutas nos leitores, ouvintes, telespectadores, talvez
infundadas, talvez não – o serviço público é moroso; os interesses políticos
sobressaem aos fatores técnicos; etc. “É livre a manifestação do pensamento,
sendo vedado o anonimato.” Constituição Federal/1988 Art.5° Inciso IV Guarda
Municipal de Esteio, 28/02/2012 – Aniversário da cidade de Esteio Assista ao Vídeo!!!





http://www.youtube.com/watch?v=K3nZt39LJms Cade o sistema, cade os
equipamentos???????










Você é um POLICIAL SÓLIDO ou um POLICIAL LÍQUIDO?






Numa organização policial é possível visualizar claramente essas mesmas distinções, vejam:




POLICIAL SÓLIDO é aquele que tem dificuldade de se adaptar às mudanças da sociedade. Ele vive de saudosismo, dizendo que “tempo bom” era aquele que “polícia era polícia”; que paisano tinha medo da farda; que o destino de todo bandido era a vala.




POLICIAL LÍQUIDO vive a realidade, entende que estamos em um Estado Democrático de Direito; que a polícia não precisa ser temida, mas sim respeitada; que o infrator deve ser preso e submetido a um julgamento justo e não outra vítima da violência.





POLICIAL SÓLIDO adora reclamar indiscriminadamente da instituição; dizer que não recebe treinamento suficiente; que não foi preparado para a missão que recebeu; que seu salário é uma merda e por isso ele precisa fazer “bico”.




POLICIAL LÍQUIDO compreende que as críticas são importantes para o crescimento da instituição, desde que construtivas e fundamentadas. Ele sabe que é preciso buscar conhecimento fora da instituição para ampliar seu horizonte profissional. Procura levar uma vida compatível com seu soldo e busca os meios legais para aumentar seu poder aquisitivo.





POLICIAL SÓLIDO acredita que está acima da lei; que é superior ao paisano; que pode dirigir sem CNH, sem quitar os documentos do carro; que não precisa pagar seu próprio lanche; que não pode sofrer sanções quando erra.




POLICIAL LÍQUIDO reconhece que é parte integrante da sociedade, que deve cumprir a lei como qualquer cidadão, que deve viver num ambiente de iguais direitos e deveres para todos.





POLICIAL SÓLIDO despreza o subordinado e exalta o superior hierárquico.



POLICIAL LÍQUIDO trata ambos com respeito e camaradagem.





Agora, faça uma experiência mental. Imagine que você disponha de uma garrafa pet (SOCIEDADE), um copo com água (POLICIAL LÍQUIDO) e um cubo de gelo (POLICIAL SÓLIDO).




Pense na facilidade que é colocar a água dentro da garrafa. Agora imagine como você faria para colocar o cubo de gelo dentro desse mesmo objeto.





Percebe-se que o liquido de amolda facilmente ao formato da garrafa, mantendo sua quantidade e consistência. Contrariamente, se você conseguir colocar o sólido dentro garrafa, por certo irá deformá-la ou o gelo irá se quebrar em vários pedaços.





A LIQUIDEZ é típica daquele policial que interage com a sociedade sem sofrer danos pessoais (processos criminais, administrativos e perda da própria identidade) em decorrência dessa convivência. O POLICIAL LÍQUIDO adere à comunidade, tal qual a água se amolda à garrafa.





Por outro lado, A SOLIDEZ é característica do policial que tem dificuldade de inserir-se na sociedade, pois se considera “melhor” ou “mais importante” que os demais cidadãos. Esse policial, como o gelo na garrafa pet, não consegue integrar uma comunidade sem corromper a si próprio ou macular a sociedade na qual vive.





As ideias alinhavadas nesta resenha foram influenciadas pela obra do filósofo Zygmunt Bauman, denominada MODERNIDADE LÍQUIDA, na qual o autor traça um paralelo sobre a sociedade medieval e sociedade moderna. Ele assevera que SOLIDEZ é típico de uma sociedade atrasada e LIQUIDEZ é a exigência da sociedade desenvolvida e livre das crendices do passado.





Então amigo. Você é um POLICIAL SÓLIDO ou um POLICIAL LÍQUIDO?





Enviado pelo nosso irmão GCM Claudio Henrique Silva






Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...