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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Dos 496 Municípios do RS, Cachoeirinha esta na 206º posição em violência juvenil.











VIOLÊNCIA
NO RS





Bento Gonçalves, cidade mais segura para
os jovens. Rio Grande a mais violenta





Fonte: Zero Hora





RANKING DA VIOLÊNCIA. Jovens têm mais
segurança em Bento



Um estudo feito pela Fundação Seade a pedido do Ministério da Justiça e do
Fórum Brasileiro de Segurança Pública em 266 municípios brasileiro com mais de
100 mil habitantes mostra que os jovens de Bento Gonçalves estão menos expostos
à violência entre as 18 cidades gaúchas que constam no levantamento. 




O estudo diagnosticou a exposição de jovens de 12 a 29 anos à violência por
meio do Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ). Para calcular o IJV, o Seade
leva em conta homicídios, acidentes no trânsito, frequência na escola e no
emprego e desigualdade. 




Em 261º no ranking dos lugares mais violentos, a cidade da Serra apresenta o
melhor índice do Estado. Na ponta oposta, Rio Grande é a cidade gaúcha com o
maior índice de violência entre os jovens. Na comparação com os municípios
brasileiros com mais de 100 mil habitantes, no entanto, está em uma posição
intermediária: 132º lugar. 




Entre as capitais, os jovens de Porto Alegre (161º no ranking geral) só estão
mais expostos à violência do que os de São Paulo, Brasília e Goiânia. As duas
maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não são, ao contrário do
que supõe o senso comum, os lugares mais violentos para os jovens. No ranking,
São Paulo ficou em 192º lugar e, o Rio, na 64º posição. O ranking das 10 piores
cidades denota o que os dados gerais do estudo mostram: que embora espalhada
por todo o país, a exposição do jovem à violência é maior no Norte e Nordeste.
Renato Sérgio de Lima, secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança
Pública, explicou que isso ocorre porque o índice de vulnerabilidade considera
dados socioeconômicos como número de homicídios, escolaridade e acesso ao
mercado de trabalho.



– Violência não é só crime, mas também uma série de outros fenômenos, como
falta de escola, pobreza, desigualdade, acidente de trânsito. Isso compõe o
cenário em que esses jovens vivem – afirmou. 




Os melhores e piores 




10 melhores capitais Posição
no ranking:





São Paulo (SP) 192;


Brasília (DF) 172;


Goiânia (GO) 163;


Porto Alegre (RS) 161;


Florianópolis (SC) 157;


Natal (RN) 152;


Campo Grande (MS) 148;


Palmas (TO) 120;


Curitiba (PR) 111;


Vitória (ES) 107. 




A posição de 18 cidades gaúchas com maior índice de violência juvenil:





162º Rio Grande;


140º Novo Hamburgo;


144º São Leopoldo;


159º Alvorada;


161º Porto Alegre;


166º Santa Cruz do Sul;


170º Passo Fundo;


182º Uruguaiana;


193º Caxias do Sul;


196º Canoas;


197º Viamão;


206º Cachoeirinha;


216º Bagé;


217º Sapucaia do Sul;


228º Pelotas;


233º Santa Maria;


249º Gravataí;


261º Bento Gonçalves.




10 piores capitais Posição no ranking:





Maceió (AL) 13;


Porto Velho (RO) 19;


Recife (PE) 22;


Belém (PA) 34;


Macapá (AP) 40;


Teresina (PI) 43;


Manaus (AM) 59;


Rio de Janeiro (RJ) 64;


Cuiabá (MT) 66;


São Luís (MA) 67. 










segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Você sabe o que é a Polícia de Proximidade?











Você
sabe o que é a Polícia de Proximidade?





Polícia de proximidade.


Por Marcos Rolim




O recurso mais importante para qualquer polícia do mundo é a informação. Uma
polícia sem informações não sabe o que fazer e age como se estivesse em um
túnel escuro. A mais ampla e importante fonte de informação para o trabalho
policial é o povo. Mas a população só informa a polícia se confiar nela. Por
isso, aumentar a confiança nas polícias é um desafio central, especialmente
quando a imagem das instituições for ruim e estiver associada à ineficiência, à
corrupção e à violência. O atendimento prestado à cidadania, a educação dos
policiais e os êxitos alcançados pelas polícias ajudam muito, mas confiança
exige proximidade dos policiais com as pessoas.



Nosso modelo de polícia está fundado em uma concepção reativa na qual os
policiais patrulham aleatoriamente as cidades, dentro de viaturas, atendendo
aos chamados de emergência do sistema 190. Os residentes não conhecem os
policiais, que, por sua vez, tampouco conhecem os moradores. Na ausência de
vínculos, o que temos é uma “polícia estranha” às comunidades e que aparece,
como regra, apenas depois que um crime já foi cometido. A ideia de fixar
policiais em pequenos distritos, para o patrulhamento fora de viaturas,
normalmente a pé, em contato direto com as pessoas, é o começo de uma mudança
essencial em direção ao modelo de polícia comunitária. Nos países de democracia
consolidada, esta tem sido uma das mais fortes tendências no policiamento nos
últimos 30 anos.



Com o policiamento de proximidade, os profissionais de segurança passam a
conhecer os residentes por seus nomes, passam a entender as dinâmicas sociais
da região, têm mais condições de auxiliar as pessoas em variados momentos de
dificuldade (não apenas em ocorrências criminais) e podem construir laços de
confiança que lhes permitirão receber as informações de que precisam. As
Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro têm obtido êxitos
porque realizam esta dinâmica. Quem tomar este exemplo como suficiente,
entretanto, poderá se frustrar.




A cidade do RJ possui 1,5 mil favelas. Há UPPs em 12 delas. Se o governo
conseguir instalar uma nova UPP por mês, em cem anos a cidade não estará
coberta. Será preciso, então, reduzir rapidamente as áreas de exclusão social e
promover cidadania. Mas o problema maior nem é esse. O problema é que nada nos garante
que os policiais recrutados para as UPPs não estarão em breve associados ao
crime. 




Para evitar este resultado, será preciso – além de salários dignos e exigências
maiores de recrutamento e formação – a reforma do modelo de polícia,
introduzindo o ciclo completo de policiamento e a divisão de responsabilidades
entre as polícias por tipos criminais, assegurando uma única porta de entrada
em cada polícia e, por decorrência, a possibilidade de uma verdadeira carreira
policial etc., o que exige a alteração do art. 144 da Constituição Federal e
disposição para mexer em um vespeiro de interesses corporativos e de disputas
de poder.




Bem, podemos não fazer isso, por conveniência política ou falta de
discernimento. Nesta hipótese, o pesadelo das milícias e da degradação completa
da atividade policial surgirá cada vez mais forte no horizonte.



Fonte: Instituto
de Criminologia e Alteridade




domingo, 26 de fevereiro de 2012

Lá o bicho pega, Guarda Municipal de Curitiba prende homicida logo após o crime.








No início da madrugada deste domingo(26), um adolescente de 16 anos, identificado como Luis Gustavo, foi esfaqueado e morto. O crime aconteceu na rua Desembargador Ermelino de Leão, Bairro São Francisco, próximo ao Largo da Ordem, por um grupo, que supostamente eram "Skin Heads".





O corpo de Luis Gustavo caiu sem vida na calçada após ser golpeado com várias facadas.





Aproximadamente duas horas depois do homicídio, a Guarda Municipal, conseguiu chegar ao autor do homicídio e outras três pessoas envolvidas no crime, estando um ainda fugitivo.





Segundo o Guarda Municipal Dori Edson, "após o crime e com as informações de testemunha, as viaturas saíram à procura dos acusados e encontraram o indivíduo identificado como Maicon, que é estudante de Direito, levando sua namorada para casa".





O Delegado Rubens Recalcatti da Delegacia de Homicídios esteve no local, parabenizou as equipes pela rápido resposta dada à sociedade, dando início às investigações.




Fonte: http://supervisoraparecido.blogspot.com/



Novo caveirão será adquirido da África do Sul.












Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...