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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Premiação aos Blogueiros.







1º Prêmio CESDH de Segurança Pública e
Direitos Humanos






Editor do Blog "Os Municipais"


 No 2º Encontro das Guardas Civis
Municipais do Estado de São Paulo, realizado no dia 26 de novembro de 2011, com
apoio da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado de São Paulo – NCST,
ocorreu a entrega do 1º Prêmio CESDH de Segurança Pública e Direitos Humanos,
promovido pelo Centro de Estudos em Segurança Pública e Direitos
Humanos, reconhecendo o trabalho desenvolvido por alguns Blogs à causa da
segurança pública e direitos humanos.





A entrega foi realizada pelo Professor
João Alexandre, Coordenador do Prêmio na categoria Blogs, e pelo Dr. Alex
Pereira Leutério, Presidente da Banca Examinadora, que destacaram a importância
do papel dos blogs como ferramenta de informação não só dos profissionais de
segurança, mas da população que pode contar com a opinião especializada
daqueles que estão diariamente promovendo segurança nas ruas de todo país.





O Blog “Os Municipais” foi premiado na
categoria “Destaque 2011”, foi imensa a satisfação pelo reconhecimento do
trabalho que se iniciou em 2009 e que só foi possível pelos nossos leitores,
colaboradores e seguidores que são primordiais no desenvolvimento desse espaço
virtual, auxiliando na divulgação das informações, propiciando ao leitor uma
abordagem diferenciada sobre segurança pública.


 


O Blog do “GCM Duarte” foi premiado, sendo
um dos pioneiros na Blogsfera Policial, numa missão árdua de divulgar
informações, atividades realizadas e ocorrências das diversas Guardas
Municipais do Brasil.


 


Adriano Duarte e Dr. Alex Pereira Leutério


O Blog do “GCM Carlinhos Silva” foi
premiado, tendo seu trabalho reconhecido como um dos principais meios de
divulgação das atividades das Guardas Municipais, que destaca o incansável
empenho dessas Corporações na proteção do cidadão.


















O destaque ficou por conta da premiação
do Blog do “
GM
Valdecir – Magaratiba-RJ
", que é um dos principais meios de divulgação
das atividades realizadas pelas Guardas Municipais, propiciando um interação
entre a Blogsfera Policial, permitindo uma análise das diversas atribuições que
essas Corporações desenvolvem junto a população local.


 


Valdevir e Dr. Alex Pereira Leutério


O Senhor Luiz Gonçalves, “Luizinho”,
Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado de São Paulo –
NCST, recebeu prêmio especial por seu apoio irrestrito na organização classista
dos profissionais de segurança pública, em especial das Guardas Municipais que
se destacado no cenário nacional.


 


Luizinho e Dr. Alex Pereira Leutério


A importância do reconhecimento desses
meios de comunicação como auxiliares na conscientização da promoção dos
direitos humanos demonstra que há solução para a segurança pública, basta
seriedade na aplicação de recursos e valorização profissional.






terça-feira, 6 de dezembro de 2011







Carta aos leitores do blog.




Não estava faltando mais nada, agora o Sr. Espindola que está hoje como
SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E DIREITOS HUMANOS DE CACHOEIRINHA, além de diminuir
meu salário tirando minha insalubridade que eu recebia há quase dois anos por
trabalhar em posto de saúde e colocando-me em um lugar ermo, agora proibiu que
levem-me até meu posto de trabalho que fica a um quilômetro e quatrocentos
metros da Av. Flores da Cunha (no dique, casa das bombas), mas proibiu só a
mim, pois ontem (05/12/2011) eu estava passando pela RS 118 e me deparei com a
viatura largando o Subcomandante Brasil, ali ele pega sua condução para Viamão
e de fonte segura, me avisaram que não é a primeira vez e que nem é só o Brasil
que é transportado, tem várias pessoas que fazem uso das viaturas indevidamente,
nestes casos o Sr. Espindola faz vistas grossas.




Agora lhes pergunto, se as viaturas não podem deslocar os Guardas Municipais
até seus postos de trabalho, podem elas servir de transporte pessoal para o
comando?




Nesta quinta-feira eu irei fazer o que sempre fiz, pegarei minha taser e
esperarei a viatura me levar até meu posto de trabalho, a pé eu não irei, não
estarei me negando a trabalhar, mas a pé não irei!




Vou aproveitar a oportunidade e deixar um recado para o Sr. Espindola.
Secretario faça uma visita no local em que o Sr. me colocou e veja com seus
próprios olhos, para lá até hoje não mandaram um botijão de gás, desde o dia em
que fui para lá não tenho almoçado, pois me nego a ter que esquentar minha
comida em uma espiriteira, os colegas ainda estão esquentando suas refeições em
uma espiriteira feita de uma lata de sardinha e uma tábua com quatro pregos
para sustentar suas viandas, as janelas estão com os vidros quebrados e por
eles entram mosquitos que podem ser até da dengue, os Sr. vem desrespeitando os
direitos humanos e se intitula ser formado pela ONU em Direitos Humanos.




O Sr. também poderia poupar o dinheiro dos contribuintes, para quê comando na
Guarda se é só Sr. que a comanda? o Comandante e Sub só obedecem suas ordens,
eles muitas vezes discordam de suas atitudes, mas as cumprem, não tem a coragem
de lhe dizer não, pois o Sr. os tiraria de seus cargos, só teve três pessoas
que o peitaram, e eu sou uma delas e jamais me dobrarei, o Sr. que acha que não
sei que estou sendo assediado moralmente por sua pessoa, mas para isso a
justiça vai dar seu veredito.




Agora o mais interessante é que dizem que o Sr. vai concorrer para Vereador,
pelo amor de Deus quem votar na sua pessoa é porque não lhe conhece, e eu desde
já sou seu cabo eleitoral, mas cabo eleitoral empenhado a não deixar que lhe
dêem um voto se quer, cabo eleitoral do contra. 





GM Torres






Presidente da AGMC


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Capitão Nascimento e as Guardas Municipais.







Capitão
Nascimento e as Guardas Municipais


 





Classe Distinta da Guarda Civil
Metropolitana de São Paulo


Bacharel em Direito pela Universidade São Francisco









A matéria sobre o papel das Guardas
Municipais, transmitida ontem no programa Bom Dia Brasil, pela Rede Globo de
Televisão, foi uma decepção e um atentado contra aproximadamente 800
Corporações que lutam contra estigmas infundados sobre sua atuação como forças
auxiliares de segurança pública.





Decepção com Rodrigo Pimentel, que
serviu de inspiração ao herói Capitão Nascimento dos filmes Tropa de Elite 1 e
2, por seu comentário preconceituoso, inoportuno e falacioso e fantasioso.





Preconceituoso, por soar como um
pensamento institucional das Policiais Militares que não admitem a importância
das Guardas Municipais como órgão de combate ao crime e a violência, resumindo
o poder de polícia em abordar pessoas nas ruas, que o Guarda Municipal não
serve par enfrentar o bandido, pois seu papel é prevenir pequenos delitos, pois
não é preparado para isso, mas esquecem que esses profissionais atuam
diariamente nas escolas, parques, prédios públicos, na fiscalização do comércio
ambulante, do trânsito, do meio ambiente, socorrendo pessoas, salvando vidas,
levando segurança em locais que o estado falhou e continua falhando por sua
omissão em adotar políticas públicas que protejam o cidadão.





Inoportuno, em afirmar que a sociedade
não quer mais uma polícia, pois já há policia demais, que a Guarda Municipal
tem sua importância ao coibir pequenos delitos nas praças, nas escolas e na
sede das prefeituras, destacando que em nenhum momento foi mostrado qualquer
Guarda Municipal utilizando arma não letal, pois em todo país vivenciamos uma
epidemia do crime, quando o tráfico e a violência batem em nossa porta, o
tráfico de drogas está dentro das escolas, praças são redutos de traficantes,
quanto ao uso de arma não letal, estes produtos são controlados pelo Exército
Brasileiro e sua utilização requer treinamento especializado como o de uma arma
de fogo convencional, o próprio Rodrigo Pimentel reconhece que são equipamentos
modernos utilizados pelas policiais do mundo todo, mas se as Guardas Municipais
não tem poder de polícia como podem utilizar equipamentos de polícia?





Falacioso, ao indicar que o Guarda
Municipal diante do crime deve acionar a Polícia Militar através de rádio
comunicação para atendimento da ocorrência, gostaria que ele indicasse qual
Guarda Municipal e Polícia Civil tem sua comunicação integrada com a Polícia
Militar, lamentável que alguém que foi da Elite da Tropa, não ter senso crítico
que a resposta aos chamados feitos a polícia é morosa, pois não há efetivo
suficiente para atender a demanda, quanto tempo leva um disparo de arma de
fogo.





Fantasioso, ao afirmar que os municípios
com menos de 50 mil habitantes possuem efetivo da Polícia Militar, pois não
teve o cuidado de analisar os dados do IBGE que indica a existência de 5.565
municípios no Brasil, sendo 92 no Estado do Rio de Janeiro, destes 55 possuem
população inferior a 50 mil habitantes, gostaria que informasse quantas vezes
enquanto Capitão da Polícia Militar esteve nos municípios de Macuco e São José
de Ubá e qual efetivo policial atual empregado nesses locais.





A matéria aborda a situação do Município
de Itupeva, no Estado de São Paulo, com 44 mil habitantes, que conforme o
Estatuto do Desarmamento veda o uso de armas de fogo pela Guarda Municipal,
porém o Prefeito decidiu recorrer a justiça para que fosse autorizada a compra
e porte de arma ao efetivo, recebendo apoio da população que decidiu doar amas
de fogo particular a Corporação, ou seja, o serviço prestado pela Policia
Estadual não é atende os anseios locais, pois a Policia Militar possui somente
um destacamento e a Policia Civil uma Delegacia, ambos mantidos com
investimentos municipais, sendo registrados até o 3º trimestre de 2011, 15
estupros, 147 roubos, 475 furtos, 11 homicídios, 40 registros de tráfico de
entorpecentes, entre outros crimes, quantos foram solucionados? Quantos tiveram
apoio da Polícia Militar?





A distorção dos fatos é inadmissível,
pois a Lei nº 10.826/03, que instituiu o Estatuto do Desarmamento, estabeleceu
parâmetros para a concessão de porte de arma de fogo para as Guardas Municipais
de forma equivocada, sofrendo alteração 5 meses após sua edição pela Lei nº
10.867/04, porém numa inexplicável anomalia jurídica, condicionou-se o número
de habitantes do município à concessão de porte de arma para a Guarda
Municipal, seguindo talvez uma cartilha adotada pelos Governos Estaduais que
destinam sua logística aos municípios de maior  poder econômico e
populacional, deixando vários municípios a mercê de sua própria sorte, quando
alguns prefeitos pioneiros e corajosos buscaram com apoio da população local
utilizar seus recursos para proteger o cidadão da violência que assola a nação.


Policiamento comunitário sem arma de
fogo é novidade, o Guarda Municipal na escola pode se deparar com as tragédias
com as mortes ocorridas na escola MUNICIPAL de Realengo, porém deve se limitar
a chamar a Polícia Militar ou tentar coibir esse tipo de ação, devido o
treinamento especializado recebido durante sua formação profissional.





A pergunta é porque a matéria buscou
prestar esse desserviço a população, será pelo constrangimento causado pela
Pesquisa CNI-IBOPE, que apontou as Guardas Municipais com ótima aprovação pelos
entrevistados, perdendo apenas para as Forças Armadas e Polícia Federal.





Rodrigo Pimentel não use a estratégia de
Joseph Goebells em que “uma mentira contada mil vezes, torne-se verdade”, isso
não condiz com a honestidade e determinação do Capitão Nascimento.





 














Rodrigo Pimentel, Chico Pinheiro e
Renata Vasconcelos

Imagem extraída do Portal Bom
Dia Brasil







Assista a matéria nos links:














Exército proíbe Guardas Municipais de comprarem armas.







Exército proíbe cidades pequenas de comprar


armas de fogo para guardas





Segundo o Estatuto do Desarmamento, só podem andar armados os guardas das cidades com população acima de 50 mil habitantes.





Mais uma polêmica: cidades pequenas estão conseguindo na Justiça o direito de adquirir armas para uso da Guarda Municipal, mas o Exército diz que é proibido. Em São Paulo, 35 cidades com menos de 50 mil moradores receberam autorização da Justiça para armar os guardas municipais. A liminar dá direito ao guarda de portar uma arma durante o horário de trabalho.





“Embora a Guarda Municipal tenha uma natureza preventiva, ela estando desarmada, como que ela vai coibir o criminoso? Não tem como enfrentar o criminoso. Por isso que o armamento é, na minha ótica, imprescindível”, afirma o juiz Jayme Walmer.





Mas o Exército, que autoriza a compra da munição e das armas, discorda da interpretação dos juízes. “As cidades com menos de 50 mil habitantes não têm autorização para adquirir armas nem munição”, afirma o major do Exército Alexandre Oliveira Moço.





O Exército leva em consideração o que está escrito no Estatuto do Desarmamento de 2003. Pela lei, só podem andar armados os guardas das cidades com população acima de 50 mil habitantes.





Os prefeitos dos pequenos municípios discordam: dizem que a Constituição Federal está sendo desrespeitada porque, neste caso, o estatuto dá tratamento diferenciado a cidades. Cabreúva, a 80 quilômetros de São Paulo, decidiu renovar o armamento de toda a Guarda Municipal. Mas esbarrou na proibição do Exército, mesmo tendo uma liminar.





“Graças a Deus, nos últimos anos, não havia a necessidade da guarda participar de qualquer ocorrência letal com o uso e disparo de arma de fogo. Ainda bem, porque não conseguimos comprar”, explica César Zarantonello, comandante da Guarda Municipal de Cabreúva.





Em Itupeva, foi a população que doou parte do armamento para a guarda da cidade. “Nós temos recebido doações de armas, de pessoas que se desfazem da arma, e acabam doando para a prefeitura”, afirma Ocimar Polli, prefeito de Itupeva.





Segundo a assessoria jurídica de Itupeva, das 18 armas, 7 foram doadas por moradores e registradas na Polícia Federal em nome da prefeitura. O Exército diz que isso é irregular: “Se ela não está na região metropolitana e não tem mais de 50 mil habitantes, essa doação não será autorizada. Qualquer doação que não seja da forma legal, estabelecida na lei, é irregular e o material pode ser apreendido”, explica o major Alexandre Oliveira Moço.





“Uma decisão transitada e julgada não pode ser questionada por quem quer que seja. Se o Exército está agindo assim, ele está afrontando a coisa julgada. E não poderia ser feito assim”, afirma o juiz Jayme Walmer.






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