quinta-feira, 29 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS.
Nós Guardas Municipais de Cachoeirinha trabalhos de acordo com a Lei 2617, nos orgulhamos muito em exercer uma profissão que ajuda a combater o crime, seja nos próprios municipais ou nos logradouros. Nas praças, zelamos pela segurança dos frequentadores; Nos prédios públicos, contra a depredação e pinchamento; Na área escolar, zelamos pela integridade dos alunos e funcionários; Nos postos de saúde, para que não haja o desrespeito com os profissionais de saúde. Fazemos tudo isso com amor a nossa profissão, agora pasmem, TEM GENTE QUE NÃO QUER, NOS MANDAM FAZER VISTAS GROSSAS, será que esta pessoa não sabe que, é por fazer vistas grossas que a coisa esta assim, já estão fumando maconha em praça pública, e o pior, não se escondem mais para fumar, não tem medo mais da PM, andam empinando suas motos em nossa frente e debochando. Quando vamos ter uma segurança digna dos impostos que pagamos diariamente. Leiam esse artigo, quem sabe se nossos governantes não venham a adotar? GM Torres Presidente da AGMC Teoria das Janelas Quebradas ![]() WILSON / GEORGE KELLING Em três anos, o número de delitos em Nova Iorque foi reduzido à metade. O índice de homicídios é o menor dos últimos 30 anos. Para isso, foi utilizada a teoria das janelas quebradas: resolver os problemas enquanto ainda são pequenos. Dois criminologistas da Universidade de Harvard, James Wilson e George Kelling, publicaram a teoria das "janelas quebradas" em The Atlantic, em março de 1982. A teoria baseia-se num experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto (Califórnia). Durante a primeira semana de teste, o carro não foi danificado. Porém, após o pesquisador quebrar uma das janelas, o carro foi completamente destroçado e roubado por grupos vândalos, em poucas horas. De acordo com os autores, caso se quebre uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras serão quebradas. Algo semelhante ocorre com a delinqüencia. A teoria começou a ser aplicada em Boston, onde Kelling, assessor da polícia local, recebeu a incumbência de reduzir a criminalidade no metrô - um problema que afastava muitos passageiros, gerando um prejuízo de milhões de dólares. Contudo, o programa não chegou a ser concluído por causa de uma redução orçamentária. Em 1990, Kelling e Wilson Bratton, foram destinados a Nova Iorque e começaram a trabalhar novamente. O metrô foi o primeiro laboratório para provar que, se "arrumassem as janelas quebradas", a delinqüencia seria reduzida. A polícia começou a combater os delitos menores. Aqueles que entravam sem pagar, urinavam ou ingeriam bebidas alcoólicas em público, mendigavam de forma agressiva ou que pichavam as paredes e trens eram detidos, fichados e interrogados. As pichações eram apagadas na hora, e os "artistas" não podiam admirá-las por muito tempo. Após vários meses de campanha, a delinqüencia no metrô foi reduzida em 75% e continuou caindo de ano para ano. Após o sucesso no metrô e nos parques, foram aplicados os mesmos princípios em outros lugares e em outras cidades. Não se afirma que os resultados obtidos sejam exclusivos destas medidas, mas a experiência de Nova Iorque repercutiu em todo o país. Artigo extraído do jornal Interprensa - junho/1997 |
Onde esta a segurança Pública?
E no meio de tudo isso a população questiona: Onde está a segurança pública? ![]() Tacila Sousa é licenciada em Letras pela Uesc e instrutora de Promoção de Segurança Pública (Prosem) “Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.” Albert Schweitzer Hoje não falo apenas como mulher, instrutora de um Curso de Formação em Segurança Pública e professora recém-formada em uma universidade estadual do sul da Bahia. Falo como ser humano que, independente de sexo, cor, gênero e religião, está sem voz e sem meios de ação que possam facilitar a compreensão de mais um ato de violência no ambiente escolar. Lembro-me como se fosse hoje de minha reação de incredulidade quando vi, na fila de espera para ser atendida por um caixa do banco, a notícia do massacre da escola de Realengo, acontecido no Estado do Rio de Janeiro em meados de abril de 2011. Na época, acreditei que nenhum fato relacionado à violência que se manifesta dentro dos muros do ambiente escolar poderia me chocar novamente neste ano, mas um caso novo, até agora sem uma explicação que contente a lógica de nossa sociedade, invadiu a mídia calando duas instituições sociais fundamentais: Família e Escola. Mesmo sendo professora formada e legitimada pelos quatro anos e meio em que estive em uma sala de aula buscando a bagagem necessária para tal função, nunca tomei para mim a identidade social que o indivíduo professor assume: profissional desvalorizado que, se alocado em uma escola particular, é visto como “empregado” de seus alunos e não como agente facilitador do ensino-aprendizagem e, se alocado em uma escola pública, vê-se sufocado em salas com mais de quarenta alunos, onde o espaço físico precário limita o espaço de troca e vivência dos conhecimentos que realmente valem à pena. Na minha experiência de estágio na escola pública, encontrei uma realidade mais “fácil” que a de muitos colegas, pois estava sobre a organização de um Colégio Militar no qual a hierarquia filtra as dificuldades, mas não as extingue. Alunos são alunos em qualquer contexto e as reclamações e insatisfações dos professores podem ser vistas e ouvidas em qualquer ambiente escolar. Atualmente, sou instrutora do Curso de Formação em Segurança Pública que a Guarda Civil Municipal de Ilhéus-BA recebe, via convênio do município com o Ministério da Justiça e o Instituto de Promoção de Segurança Pública Municipal – PROSEM. Estamos na segunda fase do curso, que subdividiu a GCM em duas turmas de quarenta alunos por fase. Considerando a quantidade de habitantes de Ilhéus e o contingente de 217 guardas que compõem essa instituição, que faz parte do setor da segurança pública percebemos em sala de aula que é possível pensar em ações efetivas que coloquem o material humano da guarda à disposição da comunidade de maneira mais efetiva. A matéria que desenvolvo no curso aborda justamente a questão da ação da Guarda Civil Municipal – GCM no ambiente escolar e comunidade do entorno, observando como atividades sócio-pedagógicas podem ser instrumentos efetivos no processo de formação de multiplicadores de segurança pública que saem de suas comunidades. Hoje, um de meus alunos usou como exemplo o caso do menino de 10 anos que atirou em sua professora e se matou fato este acontecido na escola municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano – SP. No momento em que esse exemplo foi colocado em foco eu não sabia muitos detalhes sobre a situação, mas de maneira empírica observei a necessidade da ação preventiva na área de segurança pública que, ainda hoje é colocada de lado por muitas instituições desse setor. Mas, quando li a notícia completa, percebi que esse fato falava mais alto diante da GCM de um modo geral, considerando que a arma utilizada pelo menino era do seu pai, um guarda civil municipal que até onde se sabe não tinha porte de arma. Este não é o momento para julgarmos esse homem que antes de qualquer coisa é um pai que acaba de perder o filho mais novo, acredito que essa situação lamentável deve ser utilizada para um questionamento individual sobre nossas práticas em todos os contextos onde desenvolvemos o papel de atores sociais. Nesse como em tantos outros casos o “se” será uma constante: se esse pai não tivesse uma arma em casa, se a escola tivesse um sistema de revista das mochilas dos alunos, se a professora tivesse percebido alguma atitude suspeita; essas suposições infelizmente não poderão apagar da memória dos alunos que estavam em sala de aula, da professora que mesmo ferida não corre risco de morte e principalmente desses pais que não terão mais seu filho, as lembranças de uma tarde no dia 22 de setembro de 2011 que por motivos ainda obscuros, não foi como todas as outras. No meio de tudo isso, de tantos casos de violência em contextos múltiplos a população questiona: onde está a segurança pública? Eu, humildemente acredito que a segurança esta onde o todo busca e mantêm; não cabe mais afirmar que segurança é responsabilidade isolada das instituições responsáveis por ela, como não cabe também dizer que educação é uma responsabilidade única da escola. Estamos enquanto comunidade, dividindo as funções e nos isentando da responsabilidade que também é do todo. A segurança é plantada quando estamos andando e vemos uma blitz e não fugimos dela, pois sabemos de sua importância; está na educação no tratar o idoso que pede informação a um GCM; está no respeitar regras básicas de trânsito como a faixa de pedestre; está em pedir desculpa quando estamos errados e lutar por nossos direitos de maneira legal quando estamos certos e está principalmente em todas as ações isoladas e/ou conjuntas de respeito e legitimação do direito do próximo, considerando que parte considerável dos crimes acontece por desentendimentos pessoais. Todos os setores são responsáveis diretos pela sensação concreta de insegurança pública, pois por mais utópico que seja a segurança esta intimamente relacionada com a educação e os valores éticos e sociais básicos que ela deve fomentar. A responsabilidade, bem como o dever e o direito nessa questão é de todos nós. |
Avanço da criminalidade no Brasil.
AVANÇO DA CRIMINALIDADE Autor: Siderlei Andrade Lima Supervisor da GUARDA CIVIL MUNICIPAL de Jandira, consultor de segurança pessoal, graduando do curso de gestão em segurança privada/UNIP diretor da CS3 Consultoria em Segurança, colaborador do CONSEG Alphaville/Tamboré O crime tem sido uma doença que acompanha o crescimento nas cidades e se relaciona diretamente com a situação econômica de cada cidadão. Atualmente, os crimes contra a vida e patrimônio tem crescido assustadoramente, é difícil encontrar alguma pessoa que não foi vítima da criminalidade. As organizações criminosas no Brasil cada dia se tornam mais presentes no nosso dia a dia, não podemos fechar os olhos, o problema é real, as quadrilhas estão cada vez mais especializadas, podemos ver isso no contrabando, o tráfico de drogas, o roubo de cargas, o tráfico de armas, assaltos a bancos, o tráfico e exploração de crianças e mulheres, os jogos ilegais, o furto e receptação de veículos, etc. Os crimes variam de acordo com a necessidade e objetivos. Infelizmente uma das características que serve de ingrediente nas estruturas criminosas é a corrupção, seja ela através do judiciário (venda de sentenças), corrupção de policias, patrocínios de campanhas políticas. O crime organizado possui conexões e ligações social, econômica e política, desta forma realização a lavagem de dinheiro tornando suas praticas mais difíceis de combatê-las. Sabemos que a avanço da criminalidade são os vazios deixados pelo Estado, as facções criminosas prosperam e avançam devido às brechas abertas pela corrupção e pela desproteção policial. Enquanto as policias Civis, Militares e atualmente as Guardas Civis estiverem atuando separadas gerando “rivalidades”, enquanto tivermos políticos interessados somente no seu bem estar e uma sociedade civil achando que não faz parte do problema, o crime se une e torna-se organizado ficando mais fácil sua atuação. A criminalidade cresce a cada dia, o criminoso não está preocupado se tem pessoas passando fome nas favelas ou não tem onde morar. Quando ele invade uma agência bancária com um fuzil ou realiza um roubo em um semáforo, ele quer saber quanto irá ganhar, qual é a sua parte e onde vai gastar, seja com carros, imóveis, roupas de grifes, viagens, mulheres, financiando outros crimes, etc, o criminoso é materialista e quer saciar seu lado consumista. Com o avanço da criminalidade, temos que ter em mente o seguinte lembrete “O crime evolui todos os dias. Cada vez eles inovam em algum tipo de crime, os bandidos estão sempre um passo a frente. E a sua segurança? A segurança da sua empresa? A segurança da sua família? E do seu patrimônio tem evoluído? Você tem tomado medidas preventivas? Estas perguntas temos que fazer todos os dias procurando sempre atuar principalmente na prevenção. Ter uma cultura de segurança, estar atento ao crime da ‘moda’ e o modus operandi, é se prevenir para não ser a próxima vítima. Partindo destes “princípios da mente criminosa”, veja o que diz um versículo da Bíblia “o dinheiro é a raiz de toda espécie de mal”. Com base no que está escrito podemos afirmar que, a prostituição, corrupção, seqüestros, roubos, furtos, etc, está diretamente ligado ao valor que será arrecadado. Vivemos em uma sociedade no qual as pessoas são avaliadas pelo que possuem e consomem e não pelo que são. No livro Cidades Blindadas-Ensaios da Criminologia diz “ Uma combinação explosiva de modernização e urbanização acelerada, desigualdade social, padrões de consumo de primeiro mundo, liberdade política e ausência de freios morais e religiosos parecem ser os maiores responsáveis pelo o fenômeno da violência crescente na America Latina, ao lado da produção de drogas e da economia estagnada em vários países”. Desta maneira podemos imaginar que o criminoso por não conseguir se enquadrar nos padrões impostos pelo consumismo, procura de todas as maneiras e tipos de crimes ganhar o seu dinheiro, sendo assim a criminalidade não vai acabar tão cedo. Não podemos esquecer de que “crimes e vítimas sempre existirão”. O criminoso atua onde é mais vulnerável, cada vez que se cria um novo recurso ou uma solução em segurança patrimonial para impedir a ação criminosa eles inovam com outro tipo de crime. Por isso, devemos a cada dia ter e divulgar a conscientização de segurança preventiva, tendo a todo o instante medidas e comportamento preventivo no que refere-se a segurança pessoal e patrimonial. È muito importante saber como agir em situações perigosas e também mais importante ainda é aprender a prevenir de tais situações. Quando comentamos estar preparados para combatê-las não é para reagir a um roubo ou então começar a andar armado. A intenção é de despertar nas pessoas procedimentos preventivos. Procure ter em mente que a violência urbana é uma realidade presente em sua vida, os criminosos estão procurando vítimas potencias todo instante, 24horas por dia pensando em como ganhar dinheiro, como abordar sua vítima, crimes acontecem a toda hora e estão aí diariamente sendo notícia nas páginas dos jornais e também na televisão, não podemos esquecer que a prevenção é importante e essencial, em outras palavras a prevenção é tão simples quanto necessária. Partindo da situação atual é preciso ter consciência de que a violência existe e devemos estar preparado para combatê-la. A segurança é necessária à própria pessoa, família, residência e aos bens patrimoniais. |
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