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terça-feira, 27 de setembro de 2011

TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS.





Nós Guardas Municipais de Cachoeirinha trabalhos de acordo com a Lei 2617, nos orgulhamos muito em exercer uma profissão que ajuda a combater o crime, seja nos próprios municipais ou nos logradouros.





Nas praças, zelamos pela segurança dos frequentadores;





Nos prédios públicos, contra a depredação e pinchamento;





Na área escolar, zelamos pela integridade dos alunos e funcionários;





Nos postos de saúde, para que não haja o desrespeito com os profissionais de saúde.





Fazemos tudo isso com amor a nossa profissão, agora pasmem, TEM GENTE QUE NÃO QUER, NOS MANDAM FAZER VISTAS GROSSAS, será que esta pessoa não sabe que, é por fazer vistas grossas que a coisa esta assim, já estão fumando maconha em praça pública, e o pior, não se escondem mais para fumar, não tem medo mais da PM, andam empinando suas motos em nossa frente e debochando.





Quando vamos ter uma segurança digna dos impostos que pagamos diariamente.





Leiam esse artigo, quem sabe se nossos governantes não venham a adotar?





GM Torres


Presidente da AGMC








Teoria das Janelas Quebradas


 


 TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS - JAMES
WILSON / GEORGE KELLING





Em três anos, o número de delitos em
Nova Iorque foi reduzido à metade. O índice de homicídios é o menor dos últimos
30 anos. Para isso, foi utilizada a teoria das janelas quebradas: resolver os
problemas enquanto ainda são pequenos.





Dois criminologistas da Universidade de
Harvard, James Wilson e George Kelling, publicaram a teoria das "janelas
quebradas" em The Atlantic, em março de 1982. A teoria baseia-se num
experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de
Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto
(Califórnia). Durante a primeira semana de teste, o carro não foi danificado.
Porém, após o pesquisador quebrar uma das janelas, o carro foi completamente
destroçado e roubado por grupos vândalos, em poucas horas.





De acordo com os autores, caso se quebre
uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras
serão quebradas. Algo semelhante ocorre com a delinqüencia.





A teoria começou a ser aplicada em
Boston, onde Kelling, assessor da polícia local, recebeu a incumbência de
reduzir a criminalidade no metrô - um problema que afastava muitos passageiros,
gerando um prejuízo de milhões de dólares. Contudo, o programa não chegou a ser
concluído por causa de uma redução orçamentária.





Em 1990, Kelling e Wilson Bratton, foram
destinados a Nova Iorque e começaram a trabalhar novamente. O metrô foi o
primeiro laboratório para provar que, se "arrumassem as janelas
quebradas", a delinqüencia seria reduzida. A polícia começou a combater os
delitos menores. Aqueles que entravam sem pagar, urinavam ou ingeriam bebidas
alcoólicas em público, mendigavam de forma agressiva ou que pichavam as paredes
e trens eram detidos, fichados e interrogados. As pichações eram apagadas na
hora, e os "artistas" não podiam admirá-las por muito tempo.





Após vários meses de campanha, a
delinqüencia no metrô foi reduzida em 75% e continuou caindo de ano para ano.
Após o sucesso no metrô e nos parques, foram aplicados os mesmos princípios em
outros lugares e em outras cidades. Não se afirma que os resultados obtidos
sejam exclusivos destas medidas, mas a experiência de Nova Iorque repercutiu em
todo o país.





Artigo extraído do jornal Interprensa -
junho/1997







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