Nós Guardas Municipais de Cachoeirinha trabalhos de acordo com a Lei 2617, nos orgulhamos muito em exercer uma profissão que ajuda a combater o crime, seja nos próprios municipais ou nos logradouros. Nas praças, zelamos pela segurança dos frequentadores; Nos prédios públicos, contra a depredação e pinchamento; Na área escolar, zelamos pela integridade dos alunos e funcionários; Nos postos de saúde, para que não haja o desrespeito com os profissionais de saúde. Fazemos tudo isso com amor a nossa profissão, agora pasmem, TEM GENTE QUE NÃO QUER, NOS MANDAM FAZER VISTAS GROSSAS, será que esta pessoa não sabe que, é por fazer vistas grossas que a coisa esta assim, já estão fumando maconha em praça pública, e o pior, não se escondem mais para fumar, não tem medo mais da PM, andam empinando suas motos em nossa frente e debochando. Quando vamos ter uma segurança digna dos impostos que pagamos diariamente. Leiam esse artigo, quem sabe se nossos governantes não venham a adotar? GM Torres Presidente da AGMC Teoria das Janelas Quebradas ![]() WILSON / GEORGE KELLING Em três anos, o número de delitos em Nova Iorque foi reduzido à metade. O índice de homicídios é o menor dos últimos 30 anos. Para isso, foi utilizada a teoria das janelas quebradas: resolver os problemas enquanto ainda são pequenos. Dois criminologistas da Universidade de Harvard, James Wilson e George Kelling, publicaram a teoria das "janelas quebradas" em The Atlantic, em março de 1982. A teoria baseia-se num experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto (Califórnia). Durante a primeira semana de teste, o carro não foi danificado. Porém, após o pesquisador quebrar uma das janelas, o carro foi completamente destroçado e roubado por grupos vândalos, em poucas horas. De acordo com os autores, caso se quebre uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras serão quebradas. Algo semelhante ocorre com a delinqüencia. A teoria começou a ser aplicada em Boston, onde Kelling, assessor da polícia local, recebeu a incumbência de reduzir a criminalidade no metrô - um problema que afastava muitos passageiros, gerando um prejuízo de milhões de dólares. Contudo, o programa não chegou a ser concluído por causa de uma redução orçamentária. Em 1990, Kelling e Wilson Bratton, foram destinados a Nova Iorque e começaram a trabalhar novamente. O metrô foi o primeiro laboratório para provar que, se "arrumassem as janelas quebradas", a delinqüencia seria reduzida. A polícia começou a combater os delitos menores. Aqueles que entravam sem pagar, urinavam ou ingeriam bebidas alcoólicas em público, mendigavam de forma agressiva ou que pichavam as paredes e trens eram detidos, fichados e interrogados. As pichações eram apagadas na hora, e os "artistas" não podiam admirá-las por muito tempo. Após vários meses de campanha, a delinqüencia no metrô foi reduzida em 75% e continuou caindo de ano para ano. Após o sucesso no metrô e nos parques, foram aplicados os mesmos princípios em outros lugares e em outras cidades. Não se afirma que os resultados obtidos sejam exclusivos destas medidas, mas a experiência de Nova Iorque repercutiu em todo o país. Artigo extraído do jornal Interprensa - junho/1997 |
terça-feira, 27 de setembro de 2011
TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS.
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