Seja muito bem vindo ao blog

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A lei das mulheres











Marlusse Pestana Daher



promotora de Justiça no
Espírito Santo, radialista, jornalista, escritora, especialista em Direito
Penal e Processual Penal, membro da Academia Feminina Espírito Santense de
Letras, ex-dirigente do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio
Ambiente e do Patrimônio Histórico.





A Lei Maria
da Penha completou cinco anos neste 7 de agosto. Editada para coibir a
violência contra a mulher, no âmbito da família, uma façanha lhe deve ser
reconhecida provocou um despertar de consciência de que mulher é gente, precisa
e deve ser respeitada, pois é pessoa humana e igual em dignidade e direitos com
o seu semelhante, o homem.





Quem se
propõe um estudo detalhado da Lei, irá constatar que não traz nenhuma novidade
e que os preceitos que encerra são exatamente anteriores a ela, em legislações
precedentes já existiam. Por exemplo, ela não cria nenhum tipo penal, adota os
do código respectivo. Não inova no campo civil, apresenta algum mínimo
retrocesso, como o do privilégio de foro, ainda que visando a condição de
vítima. Todas as possibilidades ou medidas protetivas que prevê assim como
ficam ao arbítrio do Juiz julgar da respectiva oportunidade, em nenhum tempo
foi vedado fazê-lo. Os processos não teem a celeridade desejada, adota-se a
investigação comum a todos os outros crimes, pelo que, um inquérito policial
remetido a Juízo pode ter dormido bons sonos nas Delegacias especializadas
(quanto mais se não fossem).





Por parte da
vítima não despertou o espírito que se quis imprimir à Lei, de que é educativa
e muito boa ou como mais sensibilizadamente alguns dizem: é resultado
de uma história de lutas. 
Diz-se nos meios cartorários: chovem
representações no fim de semana e na segunda-feira seguinte, outros tantos
pedidos de desistência, em cuja oportunidade não raro, ofendida e ofensor
chegam para o ato, de mãos dadas, in love.





O Brasil
conta mais de 13.000 leis, estando provado que não somos bons cumpridores
delas. Por quanto sei, as causas precedem a violência ou seja não se pode
pensar em punição ou aplicar remédios extremos, se não combatemos as causas que
podem ter origem na miséria, no álcool e na droga, na cultura longamente atuada
de que mulher é propriedade do homem e não sua companheira ou melhor, sua
cara metade.





A Lei
11.340/2006 veio porque as outras que lhe emprestam parte do teor não foram
aplicadas, por falta de educação de base e continuada, por falta de emprego e
moradia, pela desatenção com a saúde e os anseios humanos, pela conivência do
poder público com os exploradores, em síntese, pela pobreza de todos os
matizes. Logicamente, ai se inclui a pobreza de espírito porque não será a
posse de fortuna que melhora o coração do homem, mas as virtudes de raiz.





Deste modo,
não se quer negar sua utilidade, mas pugna-se pelos meios, pelas políticas
públicas que ainda não existem, para que possa agir com eficácia.





Não gostaria
de ver esta Lei como concretização de marketing político. Até já foi proclamada
sua constitucionalidade, sobre o que ousaria dizer nem tanto. Ela flexibiliza
obrigações irrenunciáveis ao usar o verbo poderá ao invés de deverá, nos arts
32 e 34, por exemplo.





Deste modo,
se quisermos que a lei atue, ou nos tornamos potencialmente cidadãs, queridas
concidadãs, as mulheres, ou tudo continuará a ser "de novo" como em
outros tantos dias.







Humor sério!









Parcerias que dão certo.

















Cachoeirinha e a insegurança!

















Repúdio ao Conselho NacionaL de Comandantes!!!!











MOÇÃO DE REPÚDIO






abaixo assinados, Guardas Municipais e participantes do XXI Congresso Nacional
das Guardas Municipais, realizado na cidade de Novo Hamburgo estado do Rio
Grande do Sul nos dias 17, 18 e 19  de  agosto de 2011. Vimos por meio desta, manifestarmos
o nosso repúdio referente a “Normatização
002/CNGM/2011”
, Art. V e VI, datada em Osasco,
no dia 10 de agosto de 2011,
referente ao veto que o trabalhador Guarda
Municipal, não possa ser votado para participar da Diretoria do Conselho
Nacional de Guardas Municipais do Brasil, por entendemos que nossos representantes
legais são os referidos “GUARDAS”, no
entendimento da Categoria Guardas, Sindicatos e Associações não estão inseridos
no processo eleitoral, sendo que os escolhidos devam ser eleitos na Plenária,
do ano anterior, a votação da escolha do Presidente do Conselho, caracterizando
assim ao nosso ver que trata-se apenas de interesse do executivo. Entendemos
também ser necessário 01 (hum) representante Guarda Municipal do quadro efetivo
que não esteja no exercício de cargo de confiança de livre nomeação e exoneração
do Executivo Municipal.










Companheiros e companheiras, essa moção que obteve mais de 400 assinaturas,
foi formatada em pleno Congresso. Eu e outros colegas que não concordamos que o
Conselho (pra mim, clube da Luluzinha) não tenha Guardas Municipais de
carreira em seu quadro diretor, desse jeito que se encontra hoje, não passa de
um quadro representativo do executivo de cada MUNICIPIO, sem contar que Guardas
com procuração de seus superiores não puderam votar, mais uma vez o (clube da Luluzinha)
Conselho se mostra que não apoia o Guarda Municipal e sim o comando que
por sua vez apoia o Executivo de seu Município.






Agora
lhes pergunto, e o Guarda, quem representa?





Temos que pensar em outra forma de
representatividade, eu quando vou a esses eventos, vou com meu próprio bolso e
amor a profissão que escolhi.





E e
os ditos “COMANDANTES”, quem que paga para eles?





Vou expressar meu raciocínio:





Em cada município cria-se uma associação
de GUARDAS(GENTE), e todas juntas criam seu SINDGUARDAS(INSTITUIÇÕES).





Feito isso, o Presidente de sua
ASSOCIAÇÃO leva as demandas e informações de cada município ao presidente do
SINDGUARDAS de seu estado, por sua vez o SINDGUARDAS leva ao Conselho nacional,
ai sim, poderíamos dizer que é um Conselho Nacional das Guardas Municipais e não
clube da Luluzinha, onde quem não é........................, não entra!





Desculpem-me pela franqueza, mas gastar dinheiro do nosso próprio bolso para fazer plateia para comandantes, me
poupem.





GM Torres


Cachoeirinha -
RS


Presidente da
AGMC e


Secretário geral
do SINDIGUARDAS - RS



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Novo Hamburgo recebe Guardas Municipais de todo Brasil.


Guardas Municipais de todo País participaram do XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais no Município de Novo Hamburgo.














Foi realizada na
quarta-feira, 17 de agosto, a 21ª edição do Congresso Nacional das Guardas
Municipais, que teve como sede a cidade de Novo Hamburgo. Esta é a segunda vez
que o evento ocorre no Rio Grande do Sul, 21 anos depois que Pelotas abrigou a
primeira edição da iniciativa. As atividades, que terminaram no dia 19 de
agosto, foram realizadas nos pavilhões da FENAC (Rua Araxá, 505, bairro Ideal).







Foram confirmadas a presença de mais de 1500 profissionais. Os agentes são
oriundos de 137 cidades brasileiras de 19 estados: Alagoas, Amapá, Bahia,
Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará,
Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul,
Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.





Para que o evento ocorresse
com sucesso, foi organizado uma logística especial no Aeroporto Salgado Filho e
também na Estação Rodoviária de Porto Alegre para receber e prestar informações”.
Nosso Município de Cachoeirinha teve uma participação especial no evento,
participou com o translado dos agentes de segurança do aeroporto até a
localidade do evento.




A abertura oficial do congresso, que teve como tema “O PRONASCI, os Municípios
e as Guardas Municipais na Prevenção da Violência”, foi na quarta-feira, às 18
horas, no Centro de Eventos da FENAC. Participaram da atividade diversas
autoridades, como o prefeito de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann, o
presidente do Conselho Nacional das Guardas Municipais, Gilson Menezes, a
secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, e o Secretário da
Segurança Pública do RS, Airton Michels e também esteve presente no Congresso Leandro
Meireles, Presidente da Federação dos
Conselhos Pró Segurança Pública do RS.





Batedores motociclistas fizeram
a recepção e escoltas.




Cerca de 20 batedores motociclistas das Guardas Municipais de Novo Hamburgo,
São Leopoldo, Esteio, Sapucaia do Sul, Estância Velha, Canoas e Alvorada, farão
a recepção e a escolta dos participantes do 21º Congresso Nacional das Guardas
Municipais. Eles estavam nas principais entradas da cidade e nos hotéis para
acompanhar os grupos nos deslocamentos. Na quarta-feira, 17 de agosto, às 8
horas, o grupo saiu do Centro Administrativo Leopoldo Petry, onde foram
recepcionados pelo prefeito, em direção aos pontos estratégicos de informações.




Dois locais serviram como abrigos






Para abrigar cerca de 180 guardas municipais vindos de outros estados, a
organização do evento conseguiu três importantes parcerias. A Sociedade
Ginástica de Novo Hamburgo, o 16º Grupo de Artilharia de Campanha
Autopropulsado e o 19º Batalhão de Infantaria Motorizado (ambos de São
Leopoldo) disponibilizarão espaços para que os participantes do congresso façam
pernoites.




domingo, 21 de agosto de 2011

Normas para as Guardas Municipais formatadas pelo GT em Brasilia.


Conforme Cristina Villa Nova, essas são as Normas que irão para a apreciação do Congresso Nacional e logo após, para o Senado Federal.
Esperamos que sejam votas o quanto antes, o que não pode acontecer é que sejam engavetas, como fazem com outros projetos que estão engavetados há anos.























































Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...