quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Repúdio ao Conselho NacionaL de Comandantes!!!!
MOÇÃO DE REPÚDIO Nó abaixo assinados, Guardas Municipais e participantes do XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais, realizado na cidade de Novo Hamburgo estado do Rio Grande do Sul nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2011. Vimos por meio desta, manifestarmos o nosso repúdio referente a “Normatização 002/CNGM/2011”, Art. V e VI, datada em Osasco, no dia 10 de agosto de 2011, referente ao veto que o trabalhador Guarda Municipal, não possa ser votado para participar da Diretoria do Conselho Nacional de Guardas Municipais do Brasil, por entendemos que nossos representantes legais são os referidos “GUARDAS”, no entendimento da Categoria Guardas, Sindicatos e Associações não estão inseridos no processo eleitoral, sendo que os escolhidos devam ser eleitos na Plenária, do ano anterior, a votação da escolha do Presidente do Conselho, caracterizando assim ao nosso ver que trata-se apenas de interesse do executivo. Entendemos também ser necessário 01 (hum) representante Guarda Municipal do quadro efetivo que não esteja no exercício de cargo de confiança de livre nomeação e exoneração do Executivo Municipal. Companheiros e companheiras, essa moção que obteve mais de 400 assinaturas, foi formatada em pleno Congresso. Eu e outros colegas que não concordamos que o Conselho (pra mim, clube da Luluzinha) não tenha Guardas Municipais de carreira em seu quadro diretor, desse jeito que se encontra hoje, não passa de um quadro representativo do executivo de cada MUNICIPIO, sem contar que Guardas com procuração de seus superiores não puderam votar, mais uma vez o (clube da Luluzinha) Conselho se mostra que não apoia o Guarda Municipal e sim o comando que por sua vez apoia o Executivo de seu Município. Agora lhes pergunto, e o Guarda, quem representa? Temos que pensar em outra forma de representatividade, eu quando vou a esses eventos, vou com meu próprio bolso e amor a profissão que escolhi. E e os ditos “COMANDANTES”, quem que paga para eles? Vou expressar meu raciocínio: Em cada município cria-se uma associação de GUARDAS(GENTE), e todas juntas criam seu SINDGUARDAS(INSTITUIÇÕES). Feito isso, o Presidente de sua ASSOCIAÇÃO leva as demandas e informações de cada município ao presidente do SINDGUARDAS de seu estado, por sua vez o SINDGUARDAS leva ao Conselho nacional, ai sim, poderíamos dizer que é um Conselho Nacional das Guardas Municipais e não clube da Luluzinha, onde quem não é........................, não entra! Desculpem-me pela franqueza, mas gastar dinheiro do nosso próprio bolso para fazer plateia para comandantes, me poupem. GM Torres Cachoeirinha - RS Presidente da AGMC e Secretário geral do SINDIGUARDAS - RS |
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Novo Hamburgo recebe Guardas Municipais de todo Brasil.
Guardas Municipais de todo País participaram do XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais no Município de Novo Hamburgo.
![]() Foi realizada na quarta-feira, 17 de agosto, a 21ª edição do Congresso Nacional das Guardas Municipais, que teve como sede a cidade de Novo Hamburgo. Esta é a segunda vez que o evento ocorre no Rio Grande do Sul, 21 anos depois que Pelotas abrigou a primeira edição da iniciativa. As atividades, que terminaram no dia 19 de agosto, foram realizadas nos pavilhões da FENAC (Rua Araxá, 505, bairro Ideal). Foram confirmadas a presença de mais de 1500 profissionais. Os agentes são oriundos de 137 cidades brasileiras de 19 estados: Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Para que o evento ocorresse com sucesso, foi organizado uma logística especial no Aeroporto Salgado Filho e também na Estação Rodoviária de Porto Alegre para receber e prestar informações”. Nosso Município de Cachoeirinha teve uma participação especial no evento, participou com o translado dos agentes de segurança do aeroporto até a localidade do evento. A abertura oficial do congresso, que teve como tema “O PRONASCI, os Municípios e as Guardas Municipais na Prevenção da Violência”, foi na quarta-feira, às 18 horas, no Centro de Eventos da FENAC. Participaram da atividade diversas autoridades, como o prefeito de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann, o presidente do Conselho Nacional das Guardas Municipais, Gilson Menezes, a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, e o Secretário da Segurança Pública do RS, Airton Michels e também esteve presente no Congresso Leandro Meireles, Presidente da Federação dos Conselhos Pró Segurança Pública do RS. Batedores motociclistas fizeram a recepção e escoltas. Cerca de 20 batedores motociclistas das Guardas Municipais de Novo Hamburgo, São Leopoldo, Esteio, Sapucaia do Sul, Estância Velha, Canoas e Alvorada, farão a recepção e a escolta dos participantes do 21º Congresso Nacional das Guardas Municipais. Eles estavam nas principais entradas da cidade e nos hotéis para acompanhar os grupos nos deslocamentos. Na quarta-feira, 17 de agosto, às 8 horas, o grupo saiu do Centro Administrativo Leopoldo Petry, onde foram recepcionados pelo prefeito, em direção aos pontos estratégicos de informações. Dois locais serviram como abrigos Para abrigar cerca de 180 guardas municipais vindos de outros estados, a organização do evento conseguiu três importantes parcerias. A Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo, o 16º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado e o 19º Batalhão de Infantaria Motorizado (ambos de São Leopoldo) disponibilizarão espaços para que os participantes do congresso façam pernoites. |
domingo, 21 de agosto de 2011
Normas para as Guardas Municipais formatadas pelo GT em Brasilia.
Conforme Cristina Villa Nova, essas são as Normas que irão para a apreciação do Congresso Nacional e logo após, para o Senado Federal.
Esperamos que sejam votas o quanto antes, o que não pode acontecer é que sejam engavetas, como fazem com outros projetos que estão engavetados há anos.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
679 vidas salvas pela Lei seca.
Lei seca salvou 679 vidas em 2009
Autor: Luiz Flávio Gomes Diretor geral dos cursos de Especialização TeleVirtuais da LFG. Doutor em Direito Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Complutense de Madri (2001). Mestre em Direito Penal pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo USP (1989). Professor de Direito Penal e Processo Penal em vários cursos de Pós-Graduação no Brasil e no exterior, dentre eles da Facultad de Derecho de la Universidad Austral, Buenos Aires, Argentina. Professor Honorário da Faculdade de Direito da Universidad Católica de Santa Maria, Arequipa, Peru. Promotor de Justiça em São Paulo (1980-1983). Juiz de Direito em São Paulo (1983-1998). Advogado (1999-2001). Individual expert observer do X Congresso da ONU, em Viena (2000). Membro e Consultor da Delegação brasileira no 10º Período de Sessões da Comissão de Prevenção do Crime e Justiça Penal da ONU, em Viena (2001). Autora: Mariana Cury Bunduky Advogada e Pesquisadora do Instituto de Pesquisa e Cultura Luiz Flávio Gomes De acordo com o estudo realizado pelo IPC-LFG (Instituto de Pesquisa e Cultura Luiz Flávio Gomes), a partir dos dados divulgados pelo Ministério da Saúde - Datasus, o número de mortes no trânsito em 2009 foi de 37.594, enquanto que em 2008 o número era de 38.273 mortes. No primeiro ano após a vigência da lei seca, 679 vidas foram poupadas em todo o País. Diminuição de apenas 1,8%. Essa diminuição se deve, sobretudo, à fiscalização mais ou menos intensa logo após a vigência da lei. Com o tempo o rigor foi sendo afrouxado. O índice de redução de morte seria maior se a fiscalização não tivesse perdido sua empolgação. Aprovada no dia 19 de junho de 2008, a Lei nº 11.705, popularmente conhecida como Lei Seca, trazia consigo a promessa de uma diminuição significativa do número de mortes em acidentes de trânsito, que crescia 2,9%ao ano desde o ano de 2000 (houve aumento de 32% entre 2000 e 2008). Mas falta no nosso País uma política pública de segurança viária, que leve a sério a fórmula EEFPP (Educação, Engenharia, Fiscalização, Primeiros socorros e Punição). Nenhum desses pilares pode falhar. Sem rigorosa fiscalização e punição dos abusos não há como coibir e conscientizar a população eficazmente sobre a incompatibilidade entre bebida alcoólica e direção, que se apresenta como uma das fortes causas da tragédia brasileira no trânsito. Sem educação e boa engenharia (das estradas, dos carros, das ruas), não há como evitar o morticídio automobilístico. |
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