Seja muito bem vindo ao blog

terça-feira, 9 de agosto de 2011

É chapa 2 na cabeça e no coração, assim deseja o povão.


Conheça nossos colegas que nos representaram através do SIMCA nas negociações com o Executivo.

















Pessoal, esta é a composição da
Chapa 2 para o SIMCA.






Diretoria Executiva:









Presidente: Cáren Soares Bandeira
- Guarda Municipal




Vice-presidente: Andréia Carvalho
dos Santos - Aux. Enfermagem




Secretário Geral: Solaine Furtado
- Cozinheira




1º Secretário: Rosa Maria Rafael -
Higienista




Tesoureiro: Beatriz Aresi - Sec.
Escola




1º Tesoureiro: Thiago Freitas dos
Santos - Guarda Municipal




Dir. Assuntos Intersindicais:
Gilvan Teixeira - Professor




Suplente 01: Isabel de Oliveira
Schuaste: At. Ed. Infantil




Suplente 02: Lorena Carpes - Aux.
Enfermagem




Suplente 03: Ubiratan Dimas da
Silva: Aux. Serv. Gerais









Conselho Deliberativo:









Membro efetivo 01: Nolma Schuaste
- Professora




Membro efetivo 02: Cleonice Couto
de Arruda - Aux. Enfermagem




Membro efetivo 03: Sérgio Luis da
Silva - Motorista




Membro efetivo 04: Eva Julce dos
Santos - Aux. Enfermagem




Membro efetivo 05: Valmir Arruda
Castro - Guarda Municipal




Membro efetivo 06: André da Silva
Ferreira - Motorista




Membro efetivo 07: Elias de Souza
Farias - Aux. Serv. Gerais




Membro efetivo 08: Celso M. Marçal
- Guarda Municipal




Membro efetivo 09: Édison
Jablonski - Professor




Membro efetivo 10: Adão E. de
Oliveira - Chefe de setor




Suplente 01: Élio dos Santos -
Téc. Telefonia




Suplente 02: Roselaine G. Dotte -
Agente de Trânsito




Suplente 03: Paulo Henrique
Cardozo de Oliveira - Guarda Municipal




Suplente 04: Maria de Lourdes
Furtado - Aux. Serv. Gerais




Suplente 05: Adriana T. de Moraes
- At. de Ed. Infantil









Conselho Fiscal: 









Membro efetivo 01: Alda dos Santos
Becker - Professora




Membro efetivo 02: Gisele Mross
Vargas - Topógrafa




Membro efetivo 03: Zinei T. da
Silva Matheus - Aux. de Enfermagem




Suplente 01: Josiane Lima de
Arruda - Escriturária




Suplente 02: Eduardo Vieira Maria
- Guarda Municipal




Suplente 03: Claudete Costa
Saucedo - Servente













segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Santa Catarina ganha mais uma Guarda Municipal.


Aumenta a família azul marinho e Santa Catarina ganha mais uma Guarda Municipal.







Quando o público pensava em ir embora, eis que adentra a
avenida Cônsul Carlos Renaux a realização de um sonho. E a rua se encheu de
palmas e sirenes com a apresentação da Guarda de Trânsito de Brusque. Os 29
agentes de trânsito e a frota de viaturas, composta inicialmente por 8
motocicletas e 3 automóveis foi apresentada oficialmente no desfile
comemorativo pelos 151 anos de Brusque.




O secretário de Defesa
do Cidadão, Jairo Sens, que acompanhava as viaturas, apresentou a Guarda
Municipal para o povo brusquense e gestores municipais. Os agentes já estarão
nas ruas a partir desta sexta-feira, 05. Num primeiro momento eles realizarão
procedimentos de orientação aos motoristas, para dentro de aproximadamente um
mês, iniciar a fiscalização de trânsito em Brusque.





O desfile, que este ano teve como tema “Brusque faz, Brusque
mostra”, em alusão a todo tipo de serviços municipais, públicos, privados ou de
entidades, foi uma maneira de apresentar à comunidade a quantidade de
atividades em prol da população que a cidade mantém diariamente.




A maioria dos
participantes eram servidores públicos municipais, que demonstraram na avenida
os serviços realizados dentro das secretarias e departamentos municipais.




Guardas Municipais que reclamam de perseguição.


Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerias ouviu os Ex-Guardas Municipais que reclamam de perseguição.









Três guardas
municipais que foram demitidos pela Prefeitura de Belo Horizonte foram ouvidos
nesta terça-feira (2/8/11) pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia
Legislativa de Minas Gerais. Eles denunciaram que foram vítimas de perseguição
política por possuírem documentos que comprovariam muitas irregularidades no
órgão municipal.





Renato
Rodrigues da Conceição, Anderson Acássio de Oliveira e Wellington José Nunes
Cesário presidiram a Associação dos Guardas Municipais e passaram por processos
administrativos, que culminaram com a exoneração sumária de cada. O Estatuto da
Guarda Municipal de Belo Horizonte, em seu artigo 130, proíbe a sindicalização,
a greve e a atividade político-partidária dos servidores efetivos.





Os três
sindicalistas fizeram um protesto na porta da Prefeitura na terça-feira passada
(26/7). Eles se algemaram e ficaram 25 horas sem comer, ameaçando continuar a
greve de fome. A Polícia Militar foi acionada e prendeu os manifestantes. O ato
da PM foi rechaçado pelos deputados que participaram da audiência pública.





]O presidente
da comissão, deputado Durval Ângelo, considerou a intervenção “abuso de
autoridade”. O autor do requerimento, deputado Rogério Correia (PT), que esteve
no local para intermediar a soltura dos guardas, reclamou da proibição de
organização imposta pelo estatuto. “É um ato de autoritarismo do prefeito
Márcio Lacerda”, reclamou. Sargento Rodrigues (PDT) reclamou que pela omissão
do prefeito, o problema acabou caindo sobre os policiais, que cumpriam ordens.
Em sua opinião, Lacerda devia ter recebido os manifestantes e tentado negociar.





Militarização
da Guarda Municipal é condenada por deputados





A
justificativa apresentada pela Prefeitura de que eles não poderiam estar com
fardas, pois já estavam demitidos, também foi criticada pelos participantes da
reunião. Durval Ângelo explicou que eles não podem ter fardas, pois são civis,
mesma argumentação usada pelo presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia
Civil (Sindpol), Denílson Martins. Segundo ele, os uniformes são propriedade
dos servidores e, também por isso, eles não podem ser acusados de usá-los
irregularmente.





O presidente
da comissão e o deputado Rogério Correia condenaram o que eles chamam de
“militarização” da Guarda Municipal de Belo Horizonte. Conforme Denílson
Martins, o órgão é controlado por 91 oficiais PMs aposentados, que comandam 2
mil guardas. Essa proporção, segundo ele, é muito maior se comparada à Polícia
Civil de Belo Horizonte, que tem 52 delegados e 9 mil policiais.





“O caráter da
Guarda Municipal tem que ser civil, pois ela cuida do patrimônio”, afirmou
Durval Ângelo. Ele disse concordar que sejam contratados policiais aposentados
como consultores ou para realizarem algum treinamento específico, mas condenou
que o regime seja o militar, principalmente porque, segundo ele, as atitudes
dos comandantes já não são compatíveis com a mentalidade atual da corporação e,
sim, com princípios já ultrapassados.





Exonerados
denunciam irregularidades





Além do
autoritarismo, os três guardas ouvidos pelos deputados denunciaram muitas
irregularidades do órgão. O presidente da Associação dos Guardas Municipais,
Wellington Cesário, afirmou que desde 2009 vem apresentando denúncias a
diferentes órgãos como a Corregedoria e a Ouvidoria da Guarda Civil, a Câmara
Municipal de Belo Horizonte e o Ministério Público, mas ainda não obteve
resposta. “O que me assusta é que o Ministério Público não tomou nenhuma medida
sequer para apurar essas graves denúncias”.


Renato
Rodriges, vice-presidente da associação, disse que existe um dossiê com várias
denúncias de desvio de verbas, irregularidades em licitações e contratos que
devem ultrapassar os R$ 20 milhões. Anderson Acássio, que reclamou ter sofrido
acusações infundadas e ainda aguarda o fim do processo de reintegração ao
cargo, citou uma compra de munição no valor de R$ 192 mil, que segundo ele não
faz o menor sentido, pois os guardas não podem usar armas.





O presidente
do Sindicato dos Guardas Municipais do Estado de Minas Gerais (Sindguardas-MG),
Pedro Ivo Bueno, falou de nepotismo e favoritismo nas contratações. Segundo
ele, o ex-comandante, cujo nome não citou, autorizou a própria contratação para
o Conselho Curador da Fundação Guimarães Rosa, ato que ainda estaria sendo
questionado na Justiça.





Pedro Bueno
também foi preso no dia da manifestação e está sofrendo o quinto processo
administrativo, publicado nesta terça-feira (2). Um dos motivos é sua
participação na manifestação dos colegas. Os guardas reclamaram, no entanto,
que nunca tiveram oportunidade de ampla defesa nos processos, pois todos eles
culminaram com a demissão.





Providências -





Durante a reunião também foram aprovados dez requerimentos:





Do deputado Celinho do Sinttrocel foram três: solicita à Cemig
informações sobre o acidente ocorrido em dezembro de 2009, no município de
Nanuque com Arislane Alves dos Santos, de 8 anos, que brincava próxima a um
campo de futebol em uma área da empresa e que ao cair em um buraco que continha
substâncias químicas, teve seu corpo queimado. Os outros dois requerem
audiência pública, um para apurar o acidente de Nanuque e o outro para debater
possíveis arbitrariedades que vem sofrendo os agentes penitenciários da unidade
prisional Francisco Floriano de Paula, em Governador Valadares.





Os deputados Sargento Rodrigues e Durval Ângelo assinam outro
requerimento de audiência pública para ouvir denúncias de violações de direitos
humanos do Capitão PM Leopoldo de Vasconcelos Maria.





O presidente da comissão assina outros cinco requerimentos: solicita
sejam encaminhados ao secretário de Estado de Defesa Social as notas
taquigráficas da 39ª Reunião Extraordinária da e providências para melhorar as
condições dos detentos da Penitenciária Nelson Hungria; o mesmo é solicitado
para a Defensoria Pública-Geral do Estado. Outro requer encaminhar à
Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), pedido de providência para
que garanta assistência médica/psiquiátrica, psicológica e medicamentosa
adequada a Luiz Henrique Romão, também conhecido como “Makarrão”, hoje detido
naquela penitenciária.





O quarto requerimento requer o encaminhamento de notas taquigráficas da
40º reunião extraordinária e pedidos de providências ao ouvidor de Polícia do
Estado, ao corregedor-geral da Polícia Civil, à delegada da Divisão de
Referência de Pessoas Desaparecidas da Polícia Civil e ao Juiz Titular da 2ª
Vara de Sucessões e Ausência da Comarca de Belo Horizonte. O último requer
reunião conjunta com a Comissão de Segurança Pública para ouvir o perito George
Sanguinetti, de Alagoas, e outros peritos mineiros sobre os resultados dos trabalhos
realizados no caso do desaparecimento de Eliza Samúdio.





Presenças -





Deputados Durval Ângelo (PT), presidente; Rogério Correia (PT),
Sargento Rodrigues (PDT) e Celinho do Sinttrocel (PCdoB).
O deputado Durval Ângelo disse que vai levar o caso ao Conselho Nacional
de Defesa dos Direitos Humanos e ao Ministério Público, para que façam vistoria
na Guarda Municipal. Ele também informou que vai provocar a Procuradoria-Geral
de Justiça para que questione a constitucionalidade do estatuto da corporação.
O deputado Rogério Correia reiterou seu apoio às reivindicações
da categoria, e disse que os guardas municipais podem procurar novamente a
comissão caso sofram alguma retaliação por terem participado da audiência
pública. 





Responsável
pela informação: Assessoria de Comunicação 







Cartilha sobre o crack


Tudo sobre a droga que mais mata no Brasil







Quanto ganha um policial da ativa?


Que País é ??????????????????????











BOPE: R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;




Bombeiros: R$ 960,00 Para salvar vidas;





Professores: R$ 728,00 para preparar para a vida;






Médicos: R$ 1.260,00 para manter a vida;






Guardas Municipais de Petrópolis: R$ 668.00,

para orientar e educar
os maus condutores na via,


 a importância da sua vida.






E um deputado federal?






Ganha R$ 26.700,00 para ferrar a vida do Brasileiro!








(Encaminhe, faça parte da campanha dos Bombeiros)





Político corrupto merece  ir para a
CADEIA!
 





Educação, saúde e segurança para


o povo honesto e trabalhador!





Pra frente BRASIL!


Segurança preocupação do povo, menosprezo do Poder Público


Apelo do povo.










Amigo






Estou enviando esta matéria para uma jornal local (circular todos os dias pela
internet) para renovar a tentativa de impkantar a Guarda Municipal em Capão,
haja vista que o Prefeito Municipal, resolveu dar atenção para o caso.




Abração.

 
















Bom dia




Estou transcrevendo matéria versando
sobre a Guarda Municipal, uma vez que nosso  Município está necessitando
urgentemente da Implantação desse Serviço, há pelo menos dois anos que venho
enviando material para as pessoas que tem poder de implementar este importante
serviço sem obter  êxito,  inclusive na época, o responsável
pela Guarda Municipal de Cachoerinha se dispôs a vir a Capão da Canoa de
forma gratuita prestar informações, esclarecer dúvidas sobre o assunto: 




As pessoas que se recusam em admitir que as Guardas
Municipais, dentro da sua função institucional, são organismos de segurança
pública, em virtude das restritas e errôneas interpretações, acabam, por
conseguinte, contribuindo indiretamente para com objetivos escusos, tais como:




 1- transferir a parcela de culpa
pela insegurança local, à escalões superiores;




 2- negar a parcela de
responsabilidade dos dirigentes municipais na área de segurança pública;




 3- motivar o uso da insegurança
dos municípios como plataforma política;




 4- beneficiar a manutenção do
“status quo” de alguns, em detrimento do índice alarmante da falta de segurança
generalizada (lei da oferta e da procura ― quanto mais escasso e procurado o
produto, mais caro será);




 5- incentivar
a ampliação do serviço paralelo de segurança, sendo uma atividade eminentemente
de natureza privada, com fins lucrativos; e, por fim,




 6- permitir o crescimento da
criminalidade, relacionado à sensação de impunidade do Estado, para com o
infrator.




    Cabe lembrar que a
Segurança Pública é uma atividade exclusiva do Poder Estatal, sendo
desenvolvida pela União, Estados Membros, Distrito Federal e Municípios, todos tendo o dever legal de
fornecer, dentro da sua esfera de atuação, uma   
prestação  de serviço de excelência, minimizando desta forma, os índices
de insegurança.




Um abraço






Aidyl Peruchi













SIMCA 2011, vá de 2 para não cair de 4.


É hora de mudanças, vamos começar pela nossa casa!











SIMCA,
UM OLHAR CRÍTICO
.





Por: Prof. Gilvan


Gilvan é professor
concursado, leciona no Município desde 1994 e formado em História e Direito e pós-graduado
em Ensino Religioso. Não possui filiação partidária nem tampouco recebe FG. Não
tem qualquer ligação pessoal com o Prefeito ou qualquer outra representante do
Executivo.




         
O papel do Sindicato é fundamental não apenas na conquista e proteção dos
direitos dos trabalhadores. É imprescindível, também, na manutenção da
Democracia, seja como fiscalizador, seja como promotor de ações críticas
capazes de fazer frente aos desmandos e injustiças nascidos das relações de
poder, relações estas não raras vezes marcadas pela pérfida tentativa de
submeter as classes menos favorecidas à ignorância, subserviência e apatia.
Assim reforça-se e perpetua-se a desigualdade socioeconômica que tem maculado a
história deste país.




         
Os servidores públicos municipais de Cachoeirinha, ao longo dos anos, vêm
conquistando importantes espaços e sedimentando direitos imprescindíveis não
apenas na qualificação dos serviços prestados à população, mas também direitos
necessários à melhoria da qualidade de vida de todos os municipários. Nesta
empreitada, tem sido fundamental a participação do SIMCA, como entidade
representativa. Todavia, percebe-se que, por outro lado,  nosso sindicato
vem sendo acometido de alguns males e vícios que, na prática, enfraquecem a
classe por ele representada. Destaca-se, por exemplo a dificuldade que a atual
gestão vem enfrentando em dialogar com o Executivo (Prefeito), dificuldade esta
que nasce da "pessoalização" das relações. Ora, nossa luta não é
contra a pessoa do Vicente Pires e nem tampouco contra este ou aquele partido
político, seja ele da "situação" ou "oposição". Nossa luta
é contra as estruturas de poder que permeiam todos os partidos, pois que na
prática agem de forma semelhante, distanciando discurso e prática, lançando mão
de "negociatas" e trocas de favores muitas vezes obscuras. Nossa luta
é contra todos que usam a "máquina" pública em benefício próprio.
Sim, contra as relações de poder que avassalam muitos de nossos colegas,
tornando-os marionetes a tremularem, sem nenhuma convicção, bandeirolas
partidárias em troca de algum aparente privilégio ou da garantia (nem sempre
cumprida) da manutenção de seu Cargo de Confiança (CC) ou de sua Função
Gratificada (FG). Outro sério problema é a perpetuação no poder por parte da
Presidente do SIMCA. Apesar de "legal" (há previsão no estatuto para
isso), é imoral. Ora a falta de oxigenação e de revezamento no poder sempre foi
uma característica da ditadura, não da democracia. Faz-se urgente a alternância
de pessoas à frente do SIMCA. Nem os Generais do período ditatorial (1964 -
1985) tiveram mandatos tão longos... Necessário é que se promova a formação de
novas lideranças, que se incentive a participação efetiva dos servidores nos
fóruns de discussão, que se construa uma rotina de reflexão junto às escolas,
postos de saúde e todas as outras unidades assistidas pelos municipários.
Mister é que se otimize o importante papel dos "delegados", fazendo
deles verdadeiros investigadores do diálogo, da discussão e da elaboração de
demandas. Infelizmente nos últimos anos, a "comunicação" entre SIMCA
e os trabalhadores tem se restringido a um "informativo" (jornal). É
pouco, muito pouco.




          Deseja-se um
sindicato mais atuante, com maior capacidade de diálogo, mais aberto à participação,
que democratize o acesso de todos os servidores às funções de Diretoria. Um
sindicato que se proponha, de fato, a formar e qualificar lideranças.
Pretende-se um sindicato mais transparente, mais criterioso no gasto dos parcos
recursos disponíveis. Um sindicato que resgate o verdadeiro papel de uma
entidade de classe. Luta-se por um sindicato de olhar multifacetado, atento às
questões não apenas trabalhista, mas ambientais, culturais, entre outras. Um
sindicato que contribua na construção de Um Município melhor, menos injusto e
desigual.




          Ante o exposto,
optei por compor com outras colegas (das mais diversas secretarias) uma chapa
que represente uma alternativa à chapa 1, composta pela atual Direção. Espero
poder contribuir no embate de ideias e na construção de um sindicato que venha
ao encontro das reais necessidades dos servidores. Não teria aceito o desafio, se
não fosse o sentimento de abandono que percebo por parte de muitos outros municipários.
Não queremos alguém que, às vezes sem o preparo e polidez necessários, fale em
nosso nome sem antes promover um amplo e representativo debate. Firmeza e
convicção não se confundem com desrespeito. A "cara" do sindicato
deve ser a mesma dos servidores. Somos uma categoria formada por homens e
mulheres que labutam com afinco, que "mata" um leão a cada dia, que
não se dobra frente ao descaso e incompetência do poder público cada vez mais
desassistido.





Boa
eleição a todos.






Vote Chapa 2 para as eleições do SIMCA!!











Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...