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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

CENSO EM PRESÍDIOS BRASILEIROS

Todo dia é batido o recorde em numero de 
presos nos presídios brasileiros,
 pois, toda hora é preso mais um.




Começar de Novo,  traça perfil da população carcerária




O Programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça, vai fazer um censo em 2011 para traçar o perfil socioeconômico da população carcerária brasileira. Serão levantadas informações sobre aptidões e interesses profissionais, laços familiares, idade, saúde, entre outras, que permitirão ao CNJ melhorar o planejamento e a eficiência das atividades do programa. O Começar de Novo é voltado para a ressocialização, a capacitação e a profissionalização de detentos e e ex-detentos. O programa foi criado pelo CNJ na gestão do ministro Gilmar Mendes.


O censo será feito por meio de um sistema informatizado, que será lançado no primeiro semestre do ano em Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso e Espírito Santo e depois estendido para os outros estados. O sistema será alimentado pelos governos estaduais, que também vão registrar informações sobre cursos de capacitação, vagas para emprego e outros atendimentos.


Outra prioridade para este ano do programa é a articulação entre o Começar de Novo e entidades da sociedade civil que desenvolvem trabalhos comunitários. O objetivo é que elas incorporem os ex-detentos às suas atividades, aumentando, dessa forma, as chances de ressocialização.


A CAPACITAÇÃO


De acordo com reportagem do Correio Braziliense, publicada nesta segunda-feira (31/1), faltam presidiários qualificados. O Programa Começar de Novo foi criado em outubro de 2009. Segundo o jornal, dois meses após a implantação da iniciativa, havia 1,3 mil vagas de trabalho disponíveis para os detentos ou egressos do sistema prisional. Um ano e três meses depois, a quantidade de vagas chega a 2,6 mil. No entanto, apenas 423 dessas oportunidades, 16,29% das vagas, estão preenchidas.


De acordo com o advogado Pierpaolo Cruz Bottini, ouvido pelo Correio, o maior problema do setor é a pouca ou nula preparação profissional dos apenados. Outro fator que motiva o não preenchimento de oportunidades é a burocracia enfrentada por presos que cumprem penas em regime semiaberto. “Isso cria uma dificuldade em relação à liberação para o trabalho, já que não há vagas suficientes nos presídios de regime semiaberto”, disse Bottini. Já o sociólogo Fernando Salla, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que há desencontros em relação à formação exigida pelas empresas e a oferecida pela mão-de-obra de presos.


Para reverter essa situação, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) incluiu em seu Plano Setorial de Qualificação (Planseq) – graças a uma parceria com o Começar de Novo e o governo federal – 760 detentos de Minas Gerais. Eles vão participar de cursos de capacitação na área da construção civil. Será liberado pelo governo R$ 662,7 mil para a formação do grupo.


Os cursos serão oferecidos nas unidades prisionais da região metropolitana de Belo Horizonte (MG), com capacitação nas funções de pedreiro, carpinteiro e gesseiro, entre outras. Os detentos capacitados serão encaminhados a processo de seleção para preenchimento de vagas em empresas filiadas ao Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) e ao Sindicato da Construção Pesada de Minas Gerais (Sicepot-MG), parceiros do Programa Começar de Novo. O CNJ pretende estender a parceria com o MTE a outros estados do país.


O Começar de Novo também vai propiciar que ex-detentos e jovens em conflito com a lei trabalhem nas obras de infra estrutura para a Copa do Mundo de 2014 nas 12 capitais que receberão a competição. Eles representarão 5% da mão-de-obra total, como resultado do acordo firmado, em 2009, entre o CNJ, o Ministério dos Esportes e o Comitê Organizador da Copa do Mundo 2014.


A reportagem do Correio mostrou, ainda, que apenas 15% do universo de quase 500 mil presos brasileiros trabalham. Segundo o juiz do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e das Medidas Socio-educativas (DMF) do CNJ, Luciano Losekann, apenas 5% da população encarcerada presta algum tipo de serviço dentro dos presídios. Ele afirmou, ainda, que aproximadamente 80% dos libertos voltam a ser presos, devido à falta de qualificação e de ocupação dos presos.


A população carcerária do Distrito Federal ultrapassa 9 mil homens e mulheres, segundo dados da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) do Distrito Federal divulgados pelo Correio. Cerca de 1,3 mil detentos fazem atividades diversas, como carpintaria, jardinagem e oficina dentro dos presídios locais. Ainda há pouco mais de dois mil detentos em regime semi-aberto e apenas 746 prestam algum serviço foram do presídio.


O PROGRAMA


Criado em 2009, o Começar de Novo promove ações para sensibilizar os órgãos públicos e a sociedade civil com o propósito de coordenar, em âmbito nacional, as propostas de trabalho e de cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de modo a concretizar ações de cidadania e promover a redução da reincidência no crime. No dia 3 de dezembro, o programa recebeu o VII Prêmio Innovare, que valoriza práticas do Poder Judiciário que beneficiam diretamente a população.


Os empregadores interessados em participar do programa podem se inscrever no site do CNJ, onde estão listadas as oportunidades de emprego para os detentos que queiram trabalhar. A maioria das 451 parcerias, firmadas por meio de um Termo de Cooperação Técnica, é de empresas particulares, que ofertam 80% das vagas. Todos os estados brasileiros já aderiram ao programa. 


Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Fotos de Guardas Municipais vista no exterior.

Foto do paulista Evandro Monteiro estava com manifestante no Líbano.





Imagem já ganhou Esso e ‘rodou o mundo sem autorização', diz fotógrafo.


Manifestante Líbano (Foto: Anwar Amro/ AFP)

Manifestante no Líbano exibe foto de brasileiro com legendas em árabe (Foto: Anwar Amro/ AFP)

A foto de um menino em pose de enfrentamento contra a polícia tem tudo a ver com o contexto, mas nenhuma relação com o lugar. A imagem foi tirada há sete anos pelo fotógrafo brasileiro Evandro Monteiro, em São Paulo, e agora aparece exposta nas mãos de um manifestante no Líbano. A manifestação lá é de apoio à população do Egito, que, há quase duas semanas, ocupa as ruas do país para derrubar um governo de 30 anos. “Quando vi, levei um susto e pensei: ‘o que a minha foto está fazendo em um protesto sobre o Egito?’”, conta o profissional, de 39 anos.


No cartaz que o manifestante levanta, as frases afirmam: "Acreditem: a nação está bem” e "De hoje em diante não haverá mais governo. Eu sou o governo”. Mesmo admitindo que não teve seu crédito colocado na imagem, Monteiro não reclamou e até gostou da ideia de ter seu trabalho visto por diversos países. “Não tem meu crédito, mas tenho como provar que é minha. Para um fotógrafo, é sensacional ter sua foto no mundo todo e ainda mais se é usada em um protesto para mudar o governo.”


A imagem ganhou o Prêmio Esso de fotografia em 2005 e retrata o momento em que um garoto de rua parece querer enfrentar guardas civis metropolitanos durante um confronto com camelôs no Vale do Anhangabaú, Centro da capital paulista. “Eu tirei essa foto em outubro de 2004. Como o menino era amigo dos camelôs, começou a enfrentar a GCM (Guarda Civil Metropolitana). Fez aquela pose por apenas três segundos. Depois, um policial atirou uma pedra e o acertou”, lembra Monteiro, que atribui a esse clique a sua melhor premiação na carreira, iniciada em 1995.


Ele diz ter descoberto a foto no protesto do exterior porque um fotógrafo registrou o manifestante e essa imagem estampou a capa do jornal brasileiro "Diário do Comércio". Monteiro diz não pensar em pedir reparação por alguém ter usado seu trabalho sem autorização. “Não há esse interesse porque a foto está sendo usada para o bem de um país.”
De acordo com o fotógrafo, não é a primeira vez que essa imagem “roda o mundo”. “Já vi essa foto em e-mails de corrente, falando de força, coragem. Eu mesmo já recebi”, afirma. No entanto, quando descobriu que ela tinha sido veiculada sem permissão em um programa de televisão paga, em 2008, Monteiro buscou seus direitos. “Entramos em acordo e chegamos a um valor de indenização.”


Manifestação no Líbano  (Foto: Divulgação/ Evandro Monteiro)


Foto tirada por Monteiro em 2004, no Centro de SP (Foto: Divulgação/ Evandro Monteiro)
Fonte:  G1 

Assaltante morre em tiroteio com Guarda Municipal.

Assaltante morre em tiroteio com Guarda Municipal em Hortolândia.




Rapaz foi levado por um comparsa ao Hospital Mário Covas, mas não resistiu a um ferimento à bala no peito.


CRISTIANI AZANHA – HORTOLÂNDIA


Revólver calibre 38, usado na tentativa de assalto ao Guarda Municipal, foi apreendido pela Polícia Civil 




Um assaltante foi baleado numa tentativa de assaltar o guarda municipal J.C.R., 42, anteontem à noite, em frente à casa dele, no Jardim Nossa Senhora de Fátima, em Hortolândia. O guarda reagiu e atingiu Dário Martin da Silva, 22, no peito com uma pistola calibre 380, que é usada em serviço. O ladrão foi levado pelo comparsa Anderson Borges Costa, 25, ao Hospital Mário Covas, e morreu ontem de manhã. Costa tentou fugir, mas foi preso pela Polícia Militar.



O roubo aconteceu por volta das 22h, quando o guarda foi abordado pelos dois assaltantes. Após a troca de tiros, o bandido baleado conseguiu correr em direção a um matagal e o outro entrou em um Gol cinza.


Policiais militares foram avisados e localizaram o carro na Avenida da Emancipação. Anderson Borges Costa foi preso com um revólver calibre 38, com quatro projéteis deflagrados. Na prisão, os policiais perceberam que havia sangue no banco traseiro do veículo e Costa, que é conhecido por Tico, confessou que havia deixado Dário Silva no hospital. J. seguiu para o Mário Covas e reconheceu Dário, que recebia atendimento médico.


O assessor de gabinete da Prefeitura de Hortolândia J.C.D., 59, estava na rua na hora do assalto e presenciou quando o Dário correu, atirando na direção do guarda. O detalhe foi registrado no boletim de ocorrência e confirma a versão do GM de que revidou aos tiros em legítima defesa.


Tico foi autuado em flagrante no plantão policial da cidade sob acusação de roubo. A arma encontrada com ele e a pistola que pertence à prefeitura foram apreendidas para perícia pelo Instituto de Criminalística. A Polícia Civil também recolheu os celulares usados pelos suspeitos, numa tentativa de identificar os últimos telefonemas e a possibilidade do envolvimento de mais pessoas no crime.


A desgraça da sociedade moderna.

Rio Grande do Sul através de Venâncio Aires no combate as drogas.


Uma produção que pretende tocar o espectador e causar uma reflexão sobre o mundo das drogas. Assim pode ser definido o filme A Idade da Pedra. O longa todo gravado em Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo, tem o crack como pano de fundo. O filme tem estreia marcada para a próxima semana.





A produção contou com a participação de mais de duzentas pessoas. Atores voluntários encenam personagens envolvidos em uma trama baseada em uma operação policial, que empresta o nome ao filme.


Ao longo do roteiro o espectador é levado a conhecer histórias diferentes se unem por meio do envolvimento com o crack. O filme busca ilustrar necessidade de resgatar a autoestima e os valores como forma de tentar evitar ou mesmo reverter a dependência da droga.


– Estamos muito ansiosos para ver como o público vai reagir, mas já estamos muito felizes com o resultado do trabalho – emocionou-se o diretor e roteirista Sérgio da Rosa.


O lançamento:


Quando: 18 de agosto
Onde: Sociedade Leituras, em Venâncio Aires
Horário: 20 horas
Ingresso: R$ 10


Escolas: após o lançamento, o filme será levado para as escolas interessadas como forma de campanha de prevenção ao uso de drogas. As escolas interessadas devem entrar em contato com a Cia. Afro-Cena (51)9882-3564, ou pelo email: filmeid@gmail.com.

Guarda Municipal de Cachoeirinha/RS ajuda população.

Chuva alaga Ruas e revolta moradores no RS.








A chuva invadiu casas, derrubou árvores e alagou vias da cidade . Foto: Jeferson Hahn/vc repórter


Uma chuva intensa atingiu Cahoeirinha (RS) no início da noite deste sábado, e causou diversos alagamentos pelo município. De acordo com a Guarda Municipal, árvores foram derrubadas e a água chegou a invadir casas e algumas famílias precisaram deixar suas residências. Na manhã deste domingo, moradores revoltados chegaram a bloquear vias da cidade com móveis estragados pelas enchentes e galhos de árvores.


Por volta das 10h deste domingo, equipes da prefeitura eram mobilizadas para ir até os locais de protestos e conversar com os moradores. O bairro Navegantes foi um dos locais mais castigados pelas enchentes. Além dele, o centro também registrou diversos pontos de alagamento. A rua Cai e a avenida José Brambilla ficaram alagadas.


Apesar dos transtornos, ninguém ficou ferido. "A situação está crítica em alguns pontos e muitos moradores tiveram danos materiais", afirmou o secretário de Serviços Urbanos de cachoeirinha, Francisco Belarmino Dias.


De acordo com a Guarda Municipal, na manhã deste domingo ainda não havia um levantamento de quantas famílias foram desalojadas nem de todos os locais que foram atingidos. Equipes de limpeza e de outras secretarias da prefeitura estavam nas ruas avaliando e limpando os estragos.


Fonte: Portal Terra

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Estatística Criminal divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

A Confiabilidade dos dados da Estatística Criminal Publicada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo








A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo divulgou no dia 31/01/11, com muito otimismo a estatística criminal, onde enfatiza a redução de alguns índices de criminalidade. O que esses números apresentados efetivamente indicam? Antes mesmo da resposta, existe outra questão mais elementar: esses números correspondem à realidade? 


Apesar do esforço da Secretaria de Segurança Pública, esses números não traduzem com exatidão a realidade, por isso, devemos olhar para eles com muitas reservas, não há motivos significativos para otimismo ou comemoração. Os indicadores de avaliação desses índices são baseados nas s fontes das polícias militar e civil, e as denúncias do povo. Ficam de fora dessa estatística os dados sobre violência e agravo por causas externas da saúde, da educação, dos conselhos tutelares, dos conselhos de idosos, e somando ainda as sub-notificações criminais (segundo pesquisa de vitimização mais de 50% das pessoas vítimas dos criminosos não registram o boletim de ocorrência) que são alarmantes do Estado; às violências domesticas na maioria das vezes ficam entre quatro paredes; e para engrossar o caldo de descrédito desses dados da SSP-SP, temos o lamentável desprezo pelo trabalho das Guardas Civis Municipais, que vêm prestando um excelente serviço à sociedade, têm contribuído de maneira significativa e decisiva para a prevenção de violências e crimes, além das ações rotineira de prisões e apreensões. As Guarda Municipais têm seus bancos de dados com informações dos atendimentos, que constitui um acervo de informação criminal de suma importância. Com tamanho desprezo por outros importantes bancos de dados, exatos, perguntamos o que representa de fato esses números apresentado pela Secretaria de Segurança Público do Estado de São Paulo, e qual sua finalidade. No próprio site, eles declaram e assumem que esses dados são poucos confiáveis: Os dados devem ser interpretados sempre com prudência, pois estão sujeitos a uma série de limites de validade e confiabilidade: eles são antes um retrato do processo social de notificação de crimes do que um retrato fiel do universo de crimes cometidos num determinado local.



A finalidade dessa manipulação e confusão de números e ocultação de dados implícitos é construir, de forma falaciosa, a sensação de segurança da população e esconder a realidade degradante que é a situação de crime e violência no Estado, que reflete a impotência dos métodos utilizados para prevenir, inibir e reprimir o crime e as violências. Releva também que a Secretaria de Segurança Pública é um grande PAQUIDERME, muito gordo, que consome muito, anda pouco e dar pouco resultado efetivo a população.



Para resolver de fato essa problemática de confiabilidade de dados e indicadores é preciso construir sistema único de processamento de dados a partir das coletas de todas as fontes (saúde, educação, os Conselhos, das Guardas Municipais entre outros) que são entradas de informações e ocorrências criminais e das violências a pessoa humana. Combinando com ações preventivas das polícias (militar, civil, Guarda Civil, polícia federal) para inibir ações dos criminosos e ações de enfrentamento ao tráfico de drogas, que é a mãe de muitos crimes. Somando ainda investimento em inteligência, priorizar e fortalecer as estratégias proativas em detrimento da tão superada, mas amplamente executada nas citadas instituições, estratégia reativa.


A confiabilidade dos dados é fundamental porque serve tanto para a sensação de segurança da população quanto para ajudar no planejamento de gestão estratégica para prevenção, inibição e enfrentamento do crime e da violência.


Enviada por: Oséias Francisco da Silva
Especialista em Segurança Pública
Subcomandante da Guarda Civil de São Bernardo do Campo


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Guarda Municipal, tem gente que gosta, e você?



Em entrevista à Rádio Mariana, Ex Prefeito Celso Cota soltou o verbo e condenou situação da Guarda Municipal





Editorial:




“A Rádio Mariana Fm dentro do que lhe confere suas atribuições, não pode ficar inerte ao clamor popular do Município que vem sistematicamente pressionando-a, a fim de ouvir explicações dos dirigentes, em especial, aqueles eleitos pelo povo sobre estado de coisas que vem acontecendo na administração pública.


Ocorre que tendo em vista esta constante alternância da chefia do executivo Municipal, a cidade fica totalmente sem equilíbrio social e econômica, uma vez que a cada Prefeito interino que toma posse, desmantela-se toda estrutura administrativa, extinguindo secretarias, assessorias e etc.


Passando a nomear somente apadrinhados e pessoas de interesses políticos, Mariana sofre, mas sofre com este embrólio que nunca acaba. Em Minas do Jequitinhonha, ao Sul de Minas do Triângulo ao Vale do Rio Doce, todas, mas todas mesmo resolveram seus problemas e Mariana não!!! Não se sabe por que ou por quem não resolve a questão, o certo é que virou brincadeira!!!


Para se ter uma idéia, o atual ocupante da cadeira do Executivo em 28 dias demoliu a estrutura administrativa, extinguindo a Secretaria de segurança que comandava a Guarda Municipal, e em compensação criou 4 cargos de Assessores especiais com salários de R$ 8.500,00, nomeando o ex Procurador de Celso Cota que permaneceu no governo desastrado de Roque Câmelo, continuou com Raimundinho Horta e agora premiado pelo Bambú com R$ 8.500,00.


Como se não bastasse, um dos Marajás da atual Administração, nomeado pelo Prefeito com também salário de R$ 8.500,00, é funcionário da Precon, que trabalha em Bh de Segunda a Sexta de 08:00 ás 18:00, parecendo funcionário fantasma; com esta confusão quem está perdendo é o Povo, o trabalhador e o empregado da cidade que paga seus impostos, luta pelo crescimento e só vê marajá engordando na Prefeitura, então de quem é a culpa? Do povo não é!!!


O povo votou democraticamente no Roque Câmelo, que foi caçado Democraticamente, ficando Terezinha Ramos em 2º lugar e ai? O que aconteceu com Terezinha Ramos? Foi caçada? Foi licenciada? Ou foi afastada e até quando?


Estas perguntas estão na garganta dos moradores e ninguém responde, portanto não nos esqueçamos que todo poder emana do povo e ao povo pertence, aqueles que tem a prerrogativa de definir os destinos da Cidade de Mariana que o faça!!! Rápido com Serenidade sem deixar se levar por questões alheias do dever cumprido!!!!!!”


Rádio Mariana FM


Rádio Mariana: Todos Dizem que a Guarda Municipal foi a maior herança que você deixou para o povo de Mariana. O que você tem a dizer sobre o que Bambú está fazendo com os Guardas?


Celso Cota: Eu acredito que a gente tem que dá um tempo pra ver como que desenrolam as coisas. Sem dúvida nenhuma a Guarda Municipal foi uma conquista de todos nós marianenses, de todos que trabalharam junto conosco na administração, de todos que participaram da Câmara, inclusive o vereador Geraldo Sales que participou do nosso governo através da Câmara. Foi uma conquista muito grande, porque naquele momento, nós tínhamos uma deficiência, uma falta de policiais enorme na cidade de Minas Gerais, e Mariana não ficava fora desse contexto. Tínhamos pequenos delitos acontecendo a todo o momento nas ruas de Mariana, nos comércios; nossos aposentados que vinham buscar o benefício no banco eram assaltados na porta; os jovens que iam para escola e quando voltavam estavam sem seus tênis, sem seu material escolar. Então, devido isso tudo, é nossa obrigação garantir a segurança, o direito de ir e vir do cidadão, a nossa gestão entendeu que tínhamos que fazer alguma coisa e nós criamos a Guarda Municipal. Criamos a Guarda Municipal de uma forma muito séria, onde nós damos oportunidades a jovens de 18 a 28 anos, pessoas com 2° grau, pessoas de família e nós tivemos a 1° turma, uma turma maravilhosa. A partir dali, com os anos que viriam pela frente, que a gente pudesse aperfeiçoar cada vez mais  a Guarda utilizando esses jovens que poderiam estar ocupando um papel estratégico no dia-a-dia do povo marianense. Então eu tenho um orgulho muito grande de ter podido comandar a criação da Guarda Municipal, tenho um respeito muito grande por todos eles e sei que eles têm uma paixão muito grande pelo ofício deles, e Mariana não pode perder aquilo que ela conquistou. Não acredito que o atual governo tenha essa intenção, não posso acreditar que o governo pensa em extinguir a Guarda Municipal. Agora nós sabemos muito bem que, durante oito anos, nós ficamos trabalhando de forma muito estreita com o povo marianense, nós organizamos a sociedade em associações de moradores, associações de classe, e essas associações participaram de forma muito ativa no nosso governo, ou seja, nosso povo sabe questionar, sabe cobrar, sabe contribuir; eu acho que é muito importante a sociedade também acompanhar essas questões, e eu tenho certeza que a Guarda não vai ser extinta, porque eu não vejo ninguém louco o bastante para poder extinguir algo que tá dando certo e que é aprovado pelo povo. Eu tenho certeza absoluta que nada demais vai acontecer com a Guarda Municipal, muito pelo contrário.


Rádio Mariana: Celso, Bambú vem dizendo que ele é o novo líder do seu grupo, que será candidato a prefeito. Como é que você fica nessa história, já que todos estão lá nomeados com ele?


Celso Cota: Eu nunca ouvi essa palavra, nesse sentido, por parte do Prefeito Bambú. Eu acho que o grupo dele vai se formando a cada momento que você encontra pela frente uma situação de uma eleição, nós formamos um grupo para ganhar as eleições em 2000 e assumimos a partir de 2001, que é um grupo vitorioso; adequamos um grupo para 2004, ganhamos as eleições; adequamos um grupo pra 2008, ganhamos as eleições; as eleições pra 2012; quando estiver no seu momento adequado, as coisas vão se ajeitando. Essas coisas, quando toca o sino: tá na hora, cada um se acomodar no seu grupo, cada um vai formando um grupo que é a democracia brasileira, ela é muito ampla, e ela permitiu que dezenas de partidos se formassem. Então, a cada momento e a cada ano que se passa, as pessoas vão se organizando politicamente através dos seus partidos. Hoje exige de cada um de nós muito mais entendimento, muito mais aproximação, muito mais diálogo e muito mais compromisso, e o compromisso tem que ser sempre focado nos interesses do povo. Diante desses compromissos, vão se formando as chapas que concorrerão. Eu faço parte de um grupo, e esse grupo a gente vai conseguindo perceber ele no momento das eleições mesmo, e na medida que outros partidos vão surgindo, algumas pessoas vão pra esse, algumas pessoas vão pra outro e isso é normal. Eu nunca quis ser líder absoluto, quis sempre e quero sempre é não ser omisso, é manifestar realmente aquilo que eu penso com coragem, com determinação, com respeito.


Rádio Mariana: Politicamente, quem é melhor ficar na Prefeitura pra você: Bambú ou Terezinha Ramos, uma vez que ele vai tentar se manter no poder para se candidatar ano que vem?


Celso Cota: Eu passo essa pergunta para o povo, o que é melhor para você que está nos ouvindo? Porque tem que ser bom para o povo, para que cada um que ali entre exerça o seu papel com capacidade, com competência. Porque quando chegar as eleições nós temos que escolher adversários, você tem que ter uma proposta, você tem que estar focado numa vontade de doar o seu tempo ao município, porque nós sabemos muito bem que é um ofício que exige muita presença, muita responsabilidade, muita dedicação e quem quiser ser prefeito, tem que dedicar mesmo, tem que abdicar de muita coisa, eu abdiquei de muitos momentos familiares para cuidar da minha prioridade naquele momento, que era o município de Mariana. Então, para mim Celso Cota, nem sei se serei candidato à prefeito na próxima eleição, nem sei se aqui estarei, mas eu acho que o importante é ser bom pra cidade, porque aqui nós temos nossa família, aqui nós temos nossos amigos, aqui nós temos o amor das pessoas por essa cidade, que é uma cidade que tem a responsabilidade de cada um de nós, mais que é um monumento mundial, isso aqui pertence à todos, tem uma história, as pessoas vem pra Mariana em busca de testemunhar, de perceber realmente essa história.


Rádio Mariana: Pergunta da Guarda Municipal: Jesus Sinhá te traiu ou não, já que todos comentam que ele levou os seus votos para Bambú, a troco de se manter bem no poder e que a Transcotta estaria pagando pra ele um salário de R$ 7.500,00 à pedido de Bambú?


Celso Cota: Eu desconheço tudo que foi perguntado aí, eu não posso realmente dar aqui minha opinião.


Rádio Mariana: Bambú disse que a COAN desfalcou os cofres públicos, isso é verdade? Se for, por que o mesmo se calou durante todos esses anos?    


Celso Cota: Também não vi em nenhum meio de comunicação nenhuma declaração a respeito disso. Eu vi no Jornal Ponto Final, há pouco tempo, que a terceirização acabaria, porque tem duas formas de você fazer e prestar esse serviço: terceirizando o serviço ou fazendo uma gestão própria. Nós fizemos com gestão própria no nosso governo e achamos importante terceirizar para melhorar a qualidade e para também provocar economia. Muitas vezes as pessoas confundem economia com pagamento menor, isso não quer dizer que se investir menos recurso está fazendo economia. Economia é você comprar o mesmo produto por um valor menor, e eu duvido que vá fazer com a mesma qualidade.


Rádio Mariana: A casa dele foi alugada esses anos todos e agora ele tirou os aluguéis de lá. O senhor acredita que foi pra evitar que a oposição bata nele? Se ele estava errado, por que não fez isso quando foi denunciado?


Celso Cota: Eu acredito que foi opção dele, também não sei se o imóvel era dele e, se nesse momento, achou mais importante fazer dessa forma.


Rádio Mariana: O Sérgio do Jardim dos Inconfidentes diz o seguinte: Bambu mandou que fosse encerrado o contrato de aluguel que a Prefeitura tem do seu prédio, alegando que o senhor teve um contrato absurdo e ilegal, no contrato o senhor alugaria por cinco anos de prédio. Isso é verdade?


Celso Cota: Eu, como prefeito, não aluguei nada pra Prefeitura. Eu tenho uma loja alugada pra Polícia Civil, tem três meses isso com uma corretora que mexe com uns imóveis nossos. Não tem nada de irregular nisso, sou cidadão comum, tenho os mesmos direitos que cada um de nós ouvinte aí tem. Se quiser alugar qualquer imóvel meu, nós estamos lá pra alugar, nós estamos trabalhando de forma honesta e investindo em Mariana, muito em breve, estaremos fazendo uma parceria com a Cooperouro de Ouro Preto, ou seja, nós estamos trabalhando, eu sou um cidadão e preciso trabalhar, minha vida sempre foi pautada no trabalho. Então, Graças a Deus, tá lá ,tem meses que tá alugado, não faço questão nenhuma de que seja para Prefeitura. A Prefeitura paga mensal, eu entrego um imóvel qualificado para aquele que tá alugando, não tem irregularidade nenhuma nisso; foi alugado por um cidadão comum, se amanhã ou depois eu vier a ser prefeito, eu encerro esse contrato no mesmo dia. É dessa forma que tem que ser, é legal, é transparente


Rádio Mariana: Celso, dizem que quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado dos outros. Qual é o seu telhado?


Celso Cota: Joga pedra no meu telhado pra ver se ele quebra! Eu acho que quem está no setor público, é pessoa pública, ele tem que prestar contas, ele está sujeito a críticas, ele está sujeito a elogios, ele luta para acertar e está sujeito a erros. Eu quero voltar na questão do aluguel, porque não fui eu que quis alugar para Policia Civil não, o delegado olhou em Mariana vários imóveis, foi mais por parte do delegado de Mariana do que por nossa parte. Mas então, o telhado é assim, jogam pedra pra ver quando que quebra.


Rádio Mariana: A propósito, a Rádio Mariana quer aproveitar essa oportunidade para parabenizar o Jornal Ponto Final, na pessoa do Rômulo Passos, que na edição de hoje demonstrou ter grande personalidade e preocupação com as questões de Mariana no que tange a administração pública. Parabéns então ao Rômulo Passos pela edição de hoje, realmente temos que parabenizá-lo.


Rádio Mariana: Celso, seus companheiros enfiaram todos na Prefeitura, como é que vai ficar?


Celso Cota: Tem dois lados dessa questão. Muitas pessoas me procuram: poxa, Celso, essas pessoas não deveriam estar lá, essas pessoas estão te traindo. Não tem nada disso, o que nós temos hoje é uma empresa que é a Prefeitura Municipal de Mariana, que precisa dos seus servidores, boa parte deles são concursados e muitos trabalharam comigo, eu fico feliz de vê-los trabalhando, porque são pessoas que demonstram capacidade. O nosso governo foi o governo que mais formou profissional de gestão pública, nós preocupamos muito em formar profissionais. Então, de certa forma, esses trabalhadores municipais adquiriram muito conhecimento e, esses que estão ficando é porque têm realmente potencial, conhecimento, que pode prestar um  bom serviço à comunidade marianense. Eu acho isso um ponto positivo, ainda mais nesse momento conturbado da política de Mariana, em dez anos teve cinco mudanças, eu acho que é importante que essas pessoas estejam trabalhando. Quem dera que todos que estivessem nos ouvindo ocupassem uma vaga no mercado de trabalho. O importante da Prefeitura não são simplesmente nomes, o importante é o time e a tática que se propõe.


Rádio Mariana: Celso, Duarte está na Prefeitura, Terezinha tem o Fabinho também na Prefeitura, Bambú é candidato a prefeito em 2012.  Quais serão seus adversários?


Celso Cota: Não sei. Eu volto a dizer: não sei se serei candidato em 2012, nós temos que esperar, porque nós temos um partido, vamos ter que reunir. Jamais serei omisso, todo mundo sabe do empenho que eu tenho quando assumo a prefeitura, nós não temos medo de tomar decisão. Essas pessoas que estão na Prefeitura são cargos de confiança do Prefeito, nós temos que entender que cada um tem sua capacidade (…)


Rádio Mariana: Celso, você afirmou que Bambu não acabaria com a Guarda Municipal, eu tenho aqui um comunicado da Guarda que diz o seguinte: “Fica autorizado o uso da força, mas está suspensa o uso da algema devido todos Guardas Municipais, sem exceção, fazer a entrega da mesma no Comando da Guarda Municipal até o dia 31 de Janeiro de 2011. Cumpra-se. Mariana, 26 de Janeiro de 2011, assinado Encarregado de Serviço de Guarda Patrimonial, Raimundo Eugênio de Almeida e Jamil José Abjaldo, coordenador da Guarda Municipal.” Quer dizer, está acabando aos poucos e estão dizendo também que vão tirar até a farda da Guarda Municipal, aí vai virar o quê? Vigia comum? Como que a Guarda trabalha na rua sem algema? E se tiver que conter um cidadão alterado na rua?Vai ter que ser no braço? Como é que fica?


Celso Cota: Realmente eu não sabia, estou vendo aqui agora esse documento e quero te dizer que isso aí eu acho que vai ser revisto. Quando eu falo que ninguém tira a Guarda é porque é um absurdo, eu não posso acreditar que estejam trabalhando com lógica. Isso é um absurdo! Porque você quando coloca uma Guarda na rua, você coloca essa Guarda pra dá uma condição de segurança, se você tira a própria segurança da Guarda, você está colocando a Guarda em risco. A Guarda Municipal tem a atribuição de Guarda, mas quando tem um delito na rua que seria função da Polícia Militar, e que nós temos muito orgulho dela, mas a Policia Militar não está ali naquele momento porque não dá para atender; o número de policiais é pequeno ainda, melhorou muito a estrutura da Polícia Militar, melhorou a capacidade, melhorou muito a forma de trabalhar, mas nós temos que fazer um somatório. Agora, um policial vai enfrentar isso de mão livre? Vai tirar dele o cassetete, a algema, que é a forma que ele tem pra imobilizar a pessoa?Aí ele tem que sair no tapa, pelo amor de Deus gente. A Guarda sabe que pode contar comigo, o Governo do Estado esta reconhecendo a importância da Guarda.


Rádio Mariana: Quem você vai apoiar na próxima eleição ou se você vai ser candidato?


Celso Cota: Na próxima eleição vamos ver o que Deus nos reserva, que me ponha aonde que eu possa contribuir. Nós temos uma equipe muito boa, o importante é que nós formamos um grupo, o que importa é que a gente faça uma boa proposta pro nosso povo, que a gente mostre soluções possíveis para problemas às vezes crônicos, o que importa é que a gente esteja comprometido! E eu sei que se a gente trabalhar com essa transparência, com essa vontade, nós formaremos um grupo. Não tem dificuldade, tem que ter realmente um compromisso forte e vamos ver.


Rádio Mariana: O que o senhor acha dos outros prefeitos que querem destruir o que já está feito, o que você fez no caso?


Celso Cota: Eu acredito que ninguém está querendo destruir. O importante é querer seguir, porque uma forma de destruir é você não fazer nada, deixar abandonado. Eu acredito, por exemplo, que o Raimundo começou a dar continuidade em vários pontos dessas obras, eu acredito que os outros também vão dar. É assim que eu acho que tem que ser, se deixar parado também está destruindo, mas eu não acho que ninguém tenha a intenção de chegar a destruir.


“É tanta coisa que ainda tem que fazer, eu trabalhei até o dia 31 de dezembro, até o dia 31 nós estávamos inaugurando obras ainda, e eu trabalhei até o último momento e não foi possível realizar tudo o que a gente queria. Eu acho bacana dá um direcionamento na cidade e trabalhar nessa linha, sempre dar continuidade, revendo o que não ficou do agrado, aquilo que tem que ser melhorado. Porque aquilo que não deu certo tem que ser substituído, eu sei que no meu Governo algumas coisas eu faria diferente”, avalia Celso.


Rádio Mariana: Pra finalizar, por que a Imprensa é tão marginalizada aqui? No seu governo era bem atendida, bem tratada, tinha um contato com a Imprensa, depois que você saiu, tudo acabou.


Celso Cota: É normal, porque nós somos humanos, nós somos sociedade, cada um pensa de um jeito, cada um quer de um jeito. Mas na verdade é o seguinte: a gente não fugiu ao diálogo, então a Imprensa era muito próxima da gente, nós estávamos perto um do outro. Então eu acho que eu fico contente, a pior coisa que tem é você achar porta fechada, se faltou diálogo aí acabou tudo. Nós estamos numa sociedade nova, nós estamos num país muito jovem, então nós temos que construir muita coisa e uma coisa a ser construída é o relacionamento e esse relacionamento tem que ser cada vez mais forte.


Rádio Mariana: Você tem cinco minutos para suas considerações finais, eu gostaria de agradecer a sua presença aqui, eu acho que deu pra esclarecer bastante as perguntas dos ouvintes (…)


Celso Cota: Bom eu quero agradecer a cada um de vocês que estão nos ouvindo, agradecer a oportunidade que a Rádio Mariana está dando à cidade de Mariana, trazendo esses debates pra cá. Eu procurei nesse momento não deixar de responder nenhuma pergunta, é importante, se você pergunta, você quer uma resposta. Mas eu achei o programa bastante apimentado, é bom por causa do jeito do programa que o povo também gosta, nós podemos tocar qualquer assunto polêmico com o devido respeito.


Nota da Rádio Mariana: Hoje daremos continuidade às entrevistas na Rádio,  onde teremos como convidado o ex-vereador, Pedro do Eldorado.


Fonte: www.jornalpontofinal.com.br






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