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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Tragédia escolar.







TRAGÉDIA
ESCOLAR


 



Oficial da Reserva do E.B.


Pedagogo e Professor de Segurança
Pública e Privada.







Mais uma vez o tema tragédia na escola, volta à mesa de debates por
Responsáveis da Segurança, Educadores e Sociedade em geral, na busca da mesma
resposta “O QUE FAZER E COMO FAZER ALGO CONCRETO E EFICAZ NA SEGURANÇA
ESCOLAR”. 




A instauração da insegurança no ambiente estudantil obrigam as autoridades
constituídas a criar mecanismos para pulverizar em diferentes grupos sociais a
crença na inevitabilidade e irreversibilidade das desgraças até então
ocorridas. 





Tais ações têm sido apenas de
explicações pelas autoridades e de aceitações indignadas por parte da
sociedade. Na Rede Bancária de todo o país foram adotadas Portas Giratórias com
detectores de metais que comprovadamente mais causam constrangimentos aos
usuários comuns dos bancos, do que, uma ação eficaz contra o crime, uma vez
que, os assaltos, arrombamentos e outras modalidades continuam existindo e
desafiando as autoridades.



Espero que o caso atípico do menino de 10 anos, morador em São Caetano do Sul –
SP, que alvejou a Professora e se matou logo a seguir, não seja usado como
escudo e pretexto para uma série de medidas ineficazes e constrangedoras e uma
exacerbada colocação de portões com detectores de metais e outras
parafernálias, nas escolas brasileiras, tornando-as verdadeiros presídios.




Têm que se levar em conta a parte psicológica das crianças, podendo as mesmas
até perder para sempre uma das melhores fases da vida, a infância. E o pior
perceber muito cedo a crueldade humana. Há que ser feito tudo o que for possível
para combater tais absurdos, porém, por que não pensar na criança e incorporar
nas grades curriculares, disciplinas tais como: Segurança na escola, Bullying e
outras matérias afins, preparando também os professores para tais situações. Em
médio e em longo prazo os bons resultados aparecerão. 





Quando o Estado se omite, a criança é
privada de desenvolver de maneira saudável e justa. Se medidas tivessem sido
tomadas e colocadas em prática, na ocasião em que o Rei do Futebol Edson
Arantes do Nascimento (Pelé), marcou o seu milésimo gol no estádio do Maracanã
(Rio de Janeiro-RJ, em 19 de novembro de 1969), ocasião em que foi assim dito
pelo Rei do futebol "Dedico este gol às criancinhas do Brasil”. Já se
passaram mais de quarenta anos e nada foi feito para as criancinhas da época e
que hoje são a grande maioria da população carcerária do País, cuja faixa
etária tem menos anos vividos em relação à data do gol e do alerta dado na
época, para que fosse pensado no futuro das crianças brasileiras.




Ensinem a elas seus direitos e suas responsabilidades, assim terão uma infância
de criança feliz. Quem sabe um pouco tardio as autoridades constituídas venham
a encarar tal problema com a amplitude que ele merece, angariando a confiança e
o apoio da população cansada de pedir e não obter retorno. Buscar a eliminação
da vida indesejável, das eventualidades e dos perigos previsíveis que nos
cercam, gera uma vida tranqüila, saudável e segura.







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