![]() CHAPA 2 - SIMCA Colega Municipário, Esta é a chapa 2 para as eleições do SIMCA, uma via alternativa para aqueles que acreditam que o Sindicato deva ser feito com a participação de todos os segmentos e que respeite a sua opinião. É possível que você tenha escutado que a pouco saímos dos setores e já queremos ser Direção, ou até mesmo que não temos experiência, porém, assim como você, não queremos mais que pessoas que colocam as questões pessoais acima dos interesses da categoria nos representem. REFLITA! Onde estão os avanços e as conquistas nos últimos anos? A renovação, a oxigenação e a alternância no poder é salutar e necessária. Não vivemos mais os tempos de ditadura e entendemos que a eternização no poder gera desgastes e vícios e quem acaba pagando por isto somos nós. Além disto, de onde mesmo devem sair as novas lideranças senão dos setores? Propomos a construção de um SIMCA participativo, de olhares múltiplos e ouvidos atentos às demandas levantadas pelos setores. Aberto a idéias novas e transformadoras. Necessitamos de um Sindicato com delegados empenhados em identificar as necessidades e que tenham voz nas reuniões. Ao contrário do que estamos assistindo, não queremos um sindicato com idéias prontas, distante de seus representados, sem capacidade de diálogo nem com a categoria, nem com o Governo. Analise nossos nomes, reflita sobre o quanto esta chapa é multisetorial e abrangente. Queremos te dizer, que as principais propostas devem vir dos setores. Você é quem deve propor uma linha de ação e participar do plano de trabalho. De toda a forma, veja alguns pontos que defendemos: Somos contra a perpetuação no poder “recentemente o estatuto foi modificado para que isto possa acontecer!” Defendemos a formação de novas lideranças A construção de um sindicato mais atuante A democratização e o acesso de todos os servidores nas decisões e estratégias Mais critério no emprego dos recursos Um sindicato com olhar mais amplo e abrangente Formação e qualificação profissional Promoção social e cultural Capacidade de diálogo e reivindicações, tanto com o governo quanto com a categoria Visitação periódoca de todos os locais de trabalho Pauta permanente com todos os segmentos da categoria Te convidamos para construirmos juntos as mudanças necessárias baseadas nestes eixos e naqueles que os setores identificarem. TUA PARTICIPAÇÃO E TUA VOZ IRÃO CONSTRUIR AS MUDANÇAS! Nos dias 24, 25 e 26 de agosto, vote pela mudança, vote pela inclusão, vote pelo avanço! VOTE CHAPA 2 – RENOVAR, UNIR E CONQUISTAR DIRETORIA EXECUTIVA
CONSELHO DELIBERATIVO
CONSELHO FISCAL
|
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
O SIMCA EM PROGRESSO, CHAPA 2 DE ENCONTRO AO SUCESSO.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
É chapa 2 na cabeça e no coração, assim deseja o povão.
Conheça nossos colegas que nos representaram através do SIMCA nas negociações com o Executivo.
Pessoal, esta é a composição da Chapa 2 para o SIMCA. Diretoria Executiva: Presidente: Cáren Soares Bandeira - Guarda Municipal Vice-presidente: Andréia Carvalho dos Santos - Aux. Enfermagem Secretário Geral: Solaine Furtado - Cozinheira 1º Secretário: Rosa Maria Rafael - Higienista Tesoureiro: Beatriz Aresi - Sec. Escola 1º Tesoureiro: Thiago Freitas dos Santos - Guarda Municipal Dir. Assuntos Intersindicais: Gilvan Teixeira - Professor Suplente 01: Isabel de Oliveira Schuaste: At. Ed. Infantil Suplente 02: Lorena Carpes - Aux. Enfermagem Suplente 03: Ubiratan Dimas da Silva: Aux. Serv. Gerais Conselho Deliberativo: Membro efetivo 01: Nolma Schuaste - Professora Membro efetivo 02: Cleonice Couto de Arruda - Aux. Enfermagem Membro efetivo 03: Sérgio Luis da Silva - Motorista Membro efetivo 04: Eva Julce dos Santos - Aux. Enfermagem Membro efetivo 05: Valmir Arruda Castro - Guarda Municipal Membro efetivo 06: André da Silva Ferreira - Motorista Membro efetivo 07: Elias de Souza Farias - Aux. Serv. Gerais Membro efetivo 08: Celso M. Marçal - Guarda Municipal Membro efetivo 09: Édison Jablonski - Professor Membro efetivo 10: Adão E. de Oliveira - Chefe de setor Suplente 01: Élio dos Santos - Téc. Telefonia Suplente 02: Roselaine G. Dotte - Agente de Trânsito Suplente 03: Paulo Henrique Cardozo de Oliveira - Guarda Municipal Suplente 04: Maria de Lourdes Furtado - Aux. Serv. Gerais Suplente 05: Adriana T. de Moraes - At. de Ed. Infantil Conselho Fiscal: Membro efetivo 01: Alda dos Santos Becker - Professora Membro efetivo 02: Gisele Mross Vargas - Topógrafa Membro efetivo 03: Zinei T. da Silva Matheus - Aux. de Enfermagem Suplente 01: Josiane Lima de Arruda - Escriturária Suplente 02: Eduardo Vieira Maria - Guarda Municipal |
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Santa Catarina ganha mais uma Guarda Municipal.
Aumenta a família azul marinho e Santa Catarina ganha mais uma Guarda Municipal.
![]() ![]() ![]() ![]() Quando o público pensava em ir embora, eis que adentra a avenida Cônsul Carlos Renaux a realização de um sonho. E a rua se encheu de palmas e sirenes com a apresentação da Guarda de Trânsito de Brusque. Os 29 agentes de trânsito e a frota de viaturas, composta inicialmente por 8 motocicletas e 3 automóveis foi apresentada oficialmente no desfile comemorativo pelos 151 anos de Brusque. O secretário de Defesa do Cidadão, Jairo Sens, que acompanhava as viaturas, apresentou a Guarda Municipal para o povo brusquense e gestores municipais. Os agentes já estarão nas ruas a partir desta sexta-feira, 05. Num primeiro momento eles realizarão procedimentos de orientação aos motoristas, para dentro de aproximadamente um mês, iniciar a fiscalização de trânsito em Brusque. O desfile, que este ano teve como tema “Brusque faz, Brusque mostra”, em alusão a todo tipo de serviços municipais, públicos, privados ou de entidades, foi uma maneira de apresentar à comunidade a quantidade de atividades em prol da população que a cidade mantém diariamente. A maioria dos participantes eram servidores públicos municipais, que demonstraram na avenida os serviços realizados dentro das secretarias e departamentos municipais. |
Guardas Municipais que reclamam de perseguição.
Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerias ouviu os Ex-Guardas Municipais que reclamam de perseguição.
Três guardas municipais que foram demitidos pela Prefeitura de Belo Horizonte foram ouvidos nesta terça-feira (2/8/11) pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Eles denunciaram que foram vítimas de perseguição política por possuírem documentos que comprovariam muitas irregularidades no órgão municipal. Renato Rodrigues da Conceição, Anderson Acássio de Oliveira e Wellington José Nunes Cesário presidiram a Associação dos Guardas Municipais e passaram por processos administrativos, que culminaram com a exoneração sumária de cada. O Estatuto da Guarda Municipal de Belo Horizonte, em seu artigo 130, proíbe a sindicalização, a greve e a atividade político-partidária dos servidores efetivos. Os três sindicalistas fizeram um protesto na porta da Prefeitura na terça-feira passada (26/7). Eles se algemaram e ficaram 25 horas sem comer, ameaçando continuar a greve de fome. A Polícia Militar foi acionada e prendeu os manifestantes. O ato da PM foi rechaçado pelos deputados que participaram da audiência pública. ]O presidente da comissão, deputado Durval Ângelo, considerou a intervenção “abuso de autoridade”. O autor do requerimento, deputado Rogério Correia (PT), que esteve no local para intermediar a soltura dos guardas, reclamou da proibição de organização imposta pelo estatuto. “É um ato de autoritarismo do prefeito Márcio Lacerda”, reclamou. Sargento Rodrigues (PDT) reclamou que pela omissão do prefeito, o problema acabou caindo sobre os policiais, que cumpriam ordens. Em sua opinião, Lacerda devia ter recebido os manifestantes e tentado negociar. Militarização da Guarda Municipal é condenada por deputados A justificativa apresentada pela Prefeitura de que eles não poderiam estar com fardas, pois já estavam demitidos, também foi criticada pelos participantes da reunião. Durval Ângelo explicou que eles não podem ter fardas, pois são civis, mesma argumentação usada pelo presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol), Denílson Martins. Segundo ele, os uniformes são propriedade dos servidores e, também por isso, eles não podem ser acusados de usá-los irregularmente. O presidente da comissão e o deputado Rogério Correia condenaram o que eles chamam de “militarização” da Guarda Municipal de Belo Horizonte. Conforme Denílson Martins, o órgão é controlado por 91 oficiais PMs aposentados, que comandam 2 mil guardas. Essa proporção, segundo ele, é muito maior se comparada à Polícia Civil de Belo Horizonte, que tem 52 delegados e 9 mil policiais. “O caráter da Guarda Municipal tem que ser civil, pois ela cuida do patrimônio”, afirmou Durval Ângelo. Ele disse concordar que sejam contratados policiais aposentados como consultores ou para realizarem algum treinamento específico, mas condenou que o regime seja o militar, principalmente porque, segundo ele, as atitudes dos comandantes já não são compatíveis com a mentalidade atual da corporação e, sim, com princípios já ultrapassados. Exonerados denunciam irregularidades Além do autoritarismo, os três guardas ouvidos pelos deputados denunciaram muitas irregularidades do órgão. O presidente da Associação dos Guardas Municipais, Wellington Cesário, afirmou que desde 2009 vem apresentando denúncias a diferentes órgãos como a Corregedoria e a Ouvidoria da Guarda Civil, a Câmara Municipal de Belo Horizonte e o Ministério Público, mas ainda não obteve resposta. “O que me assusta é que o Ministério Público não tomou nenhuma medida sequer para apurar essas graves denúncias”. Renato Rodriges, vice-presidente da associação, disse que existe um dossiê com várias denúncias de desvio de verbas, irregularidades em licitações e contratos que devem ultrapassar os R$ 20 milhões. Anderson Acássio, que reclamou ter sofrido acusações infundadas e ainda aguarda o fim do processo de reintegração ao cargo, citou uma compra de munição no valor de R$ 192 mil, que segundo ele não faz o menor sentido, pois os guardas não podem usar armas. O presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do Estado de Minas Gerais (Sindguardas-MG), Pedro Ivo Bueno, falou de nepotismo e favoritismo nas contratações. Segundo ele, o ex-comandante, cujo nome não citou, autorizou a própria contratação para o Conselho Curador da Fundação Guimarães Rosa, ato que ainda estaria sendo questionado na Justiça. Pedro Bueno também foi preso no dia da manifestação e está sofrendo o quinto processo administrativo, publicado nesta terça-feira (2). Um dos motivos é sua participação na manifestação dos colegas. Os guardas reclamaram, no entanto, que nunca tiveram oportunidade de ampla defesa nos processos, pois todos eles culminaram com a demissão. Providências - Durante a reunião também foram aprovados dez requerimentos: Do deputado Celinho do Sinttrocel foram três: solicita à Cemig informações sobre o acidente ocorrido em dezembro de 2009, no município de Nanuque com Arislane Alves dos Santos, de 8 anos, que brincava próxima a um campo de futebol em uma área da empresa e que ao cair em um buraco que continha substâncias químicas, teve seu corpo queimado. Os outros dois requerem audiência pública, um para apurar o acidente de Nanuque e o outro para debater possíveis arbitrariedades que vem sofrendo os agentes penitenciários da unidade prisional Francisco Floriano de Paula, em Governador Valadares. Os deputados Sargento Rodrigues e Durval Ângelo assinam outro requerimento de audiência pública para ouvir denúncias de violações de direitos humanos do Capitão PM Leopoldo de Vasconcelos Maria. O presidente da comissão assina outros cinco requerimentos: solicita sejam encaminhados ao secretário de Estado de Defesa Social as notas taquigráficas da 39ª Reunião Extraordinária da e providências para melhorar as condições dos detentos da Penitenciária Nelson Hungria; o mesmo é solicitado para a Defensoria Pública-Geral do Estado. Outro requer encaminhar à Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), pedido de providência para que garanta assistência médica/psiquiátrica, psicológica e medicamentosa adequada a Luiz Henrique Romão, também conhecido como “Makarrão”, hoje detido naquela penitenciária. O quarto requerimento requer o encaminhamento de notas taquigráficas da 40º reunião extraordinária e pedidos de providências ao ouvidor de Polícia do Estado, ao corregedor-geral da Polícia Civil, à delegada da Divisão de Referência de Pessoas Desaparecidas da Polícia Civil e ao Juiz Titular da 2ª Vara de Sucessões e Ausência da Comarca de Belo Horizonte. O último requer reunião conjunta com a Comissão de Segurança Pública para ouvir o perito George Sanguinetti, de Alagoas, e outros peritos mineiros sobre os resultados dos trabalhos realizados no caso do desaparecimento de Eliza Samúdio. Presenças - Deputados Durval Ângelo (PT), presidente; Rogério Correia (PT), Sargento Rodrigues (PDT) e Celinho do Sinttrocel (PCdoB).O deputado Durval Ângelo disse que vai levar o caso ao Conselho Nacional de Defesa dos Direitos Humanos e ao Ministério Público, para que façam vistoria na Guarda Municipal. Ele também informou que vai provocar a Procuradoria-Geral de Justiça para que questione a constitucionalidade do estatuto da corporação. O deputado Rogério Correia reiterou seu apoio às reivindicações da categoria, e disse que os guardas municipais podem procurar novamente a comissão caso sofram alguma retaliação por terem participado da audiência pública. Responsável pela informação: Assessoria de Comunicação Fonte: www.almg.gov.br |
Assinar:
Postagens (Atom)
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...



























