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sábado, 9 de julho de 2011

Uso de tornozeleira eletrônica é apenas o recomeço.

Do controle do corpo ao controle da alma; do controle da alma ao controle do corpo, da moral, do caráter, da dignidade e de todo resto.






Denival Francisco da Silva
Mestre em Direito pela UFPE, professor da Universidade Católica de Goiás (UCG), juiz de Direito em Goiânia (GO)


O próprio Estado pratica bullying ao fazer com que os presos em regime semi-aberto utilizem tornozeleiras eletrônicas em suas saídas. Não se trata de objetos pequenos e discretos, mas extremamente visíveis (propositadamente), de modo que inibem o usuário de sair em público, para não ser vítima de preconceitos, discriminação ou de nova criminalização, porque sempre será visto como criminoso em potencial. Ou o fim da tornozeleira é fazer o controle de uma prisão domiciliar?


A ressocialização, mito incrustado na doutrina penal, conquanto raramente admitido como projeto fracassado (se é que alguma vez na história fez parte de um verdadeiro projeto, senão de segregação e de separação de uns poucos – "pessoas de bens" – de outros tantos?), prevista como um dos fins da pena é ideia que se renova com modelos diferentes. Se a prisão acaba por entregar ao indivíduo o dever de "emenda", em ambiente completamente promíscuo e desagregador, servindo de levante a revolta e estrangulamento definitivo do pouco que ainda possa restar no seu caráter, sendo por isso instrumento para justificar os nossos preconceitos e a mística inefável de uma sociedade perfeita, dá-se agora ao condenado certa autonomia, desde que este não peça de nós outros aceitação.


A tornozeleira é aparentemente forma mais digna de cumprimento da pena, conquanto não se possa esquecer que toda segregação de liberdade atinge a dignidade. Não existe dignidade "meia-boca" – é transformar o ser humano num animal rastreado. O fim é segui-lo passo a passo até o abatedouro, ou num veículo de carga vigiado por radar, com rotas e horários previamente estabelecidos. E qualquer mudança de itinerário importará no acionamento de alerta e ordem de captura.


Seja no imaginário do animal rastreado, seja na perspectiva do veículo com GPS – bens de posse de algum ser humano –, haverá sempre a certeza de que numa questão de tempo, o monitorado será trancafiado novamente em virtude de algum deslize, fato que servirá para justificar a incapacidade ressocializadora do condenado.


Não se trata de políticas ou doutrinas equivocadas, porém de ações certeiras para fins não propriamente declarados. Desde que o Estado assumiu o monopólio do poder punitivo, tem enfrentado o dilema da sanção, não obstante seja clara a importância deste controle como forma não exatamente de apaziguamento de conflitos sociais, mas de retenção de muitas das demandas e insurgências em face da subjugação de uns pelos outros. Ao final, vale a força daqueles que definem as linhas políticas de comando.


Nesta perspectiva, Focault (Vigiar e Punir) ao levantar o histórico da pena de prisão, salienta que quando a prisão passou a ser modalidade de punição por excelência, apenas houve uma mudança do modo de dominação sobre o outro. Abandonamos o suplício do corpo, com o descarte das penas corporais (morte, decapitação de membros) e sacrifícios físicos (açoites, apedrejamento e outros), para introduzir o suplício da alma. Esta transformação não se deu por piedade, mas pela necessidade da força de trabalho de corpos não mutilados e que poderiam perfeitamente ser úteis (utilitarismo), sobretudo com organização e definição dos limites dos territórios nacionais.


Estes ideários não coincidem exatamente com o advento do capitalismo e do vigor da revolução industrial, tudo isso há pouco mais de 2 séculos, mas são decorrentes deles.


Estabelecidos estes modos político e econômico, encontramo-nos agora diante de um novo passo. Não precisamos mais preservar corpos inoperantes, improdutivos, verdadeiros estorvos numa economia que se quer dinâmica, em que o ente humano não é a premissa principal. A preservação dos corpos destes "indivíduos indesejáveis" ao atual modelo de produção já não seria necessária, sobretudo porque constituem apenas encargos frente a um Estado que se propõe ser mínimo e não intervencionista. Porém, vimo-nos atualmente acossados pela consciência dos mandos humanistas que justificaram no passado a mudança de paradigma. Embora estes indivíduos sejam "elementos descartáveis" e sem valor diante deste modelo econômico globalizador, de enormes avanços tecnológicos, e que pouca (ou nenhuma) serventia reserva às pessoas desqualificadas, não se pode simplesmente destruí-los fisicamente, mesmo que o abandono e a repulsa social sejam fatos escancarados e ainda que liberta nossa consciência.


Diante desta nova realidade, mantemos a alma dos rejeitados sobre dominação, mas acrescentamos também o domínio da moral. Exigimos do indivíduo um padrão de conduta – e não precisa estar criminalizada – uniforme, desrespeitando o pluralismo e as opções pessoais. O indivíduo já não é punido pelo que faz, mas pelo que é, desde que a sua forma de ser não corresponda àquela engendrada por quem faz as escolhas.


E se isso não bastar, o direito penal está aí para bem servir. A cada dia é instrumento que se agiganta, servindo para separação das "pessoas de bem" (melhor, "de bens"), num ato maniqueísta que exige para sua conformação a previsão da existência de "pessoas do mal" (melhor, "sem bens"). Trata-se velhas concepções, veladas, que se perpetuam desde a instituição da pena de prisão como ferramenta útil ao Estado. É a forma de dominação sem culpa, diante de um pacto social firmado por alguns que se disseram representante de todos e de todas as gerações (passadas e futuras), porque para todos os efeitos a responsabilidade pela na adaptação ao modelo social é exclusiva do infrator.


Só que isto onera, sobretudo nos dias atuais em que o sistema punitivo se expande avassaladoramente. O Estado mínimo não pode lançar mão de seus recursos com aqueles que não servem ao padrão de desenvolvimento econômico. É necessário controlar mais e mais eficazmente, conquanto com menor custo.


Nisso, o método de controle pela tornozeleira é um novo grande achado, porque, ao tempo em que pode ampliar a possibilidade deste controle, com o argumento de asseguramento de dignidade ao indivíduo, tem-se a perspectiva de redução de custos. Tudo não passa da simples difusão de seu uso, tornando o sistema paulatinamente mais barato e, porquanto, mas factível ao sistema penal, sempre carente de recursos.


Não existem olhares puros quando a retina espelha cifrões e poder. É necessário atentar para o fato de que tudo pode ser apenas mais um passo de um projeto mais audacioso. Acostumamos fácil com a tecnologia, e seus avanços, não nos importando com os objetivos sublineares e seus efeitos. O que aparentemente é algo auspicioso, logo logo traduzirá no novelo que envolverá a todos com a maior naturalidade, introduzindo chips subcutâneos (estes sim, imperceptíveis), e por isso com a possibilidade de maior ampliação. Talvez caminhemos, num futuro não tão longínquo, para imposição de chips em todo ser humano nascido com vida, no qual se constarão todos os dados de sua identificação, que sequer o identificado saberá. Este mesmo acervo mnemônico servira para registro das ocorrências policiais, dos desvios de conduta, do descumprimento dos preceitos morais, para localização do inadimplente e de seus bens, para controle de migração, registro de pontos no local de trabalho, etc.


Eventuais antecedentes criminais e todo proceder contrário ao repertório de restrições, com os elementos subjetivos sobre o indivíduo (legítimo direito penal do autor) serão anotados mesmo a distância, bastando que as centrais de controle atualizem os dados que serão automaticamente registrados on line no chips do usuário, sem que sequer tome conhecimento desta atualização. Caso deseje sair de sua situação, devera dirigir-se a tais centrais para obter uma folha corrida (após pagar as devidas taxas, porque o modelo também visará, óbvio, lucratividade), ou, por senha (desde que se tenha assinatura mensal, com débito direto no cartão de crédito, ou no seu chip), acessar seu acervo na internet.


Alguns, com senhas especiais, terão autorização para bisbilhotar todo e qualquer indivíduo, seja para montagem de dossiês, para vazamento para a imprensa (com as regras de sempre de preservação da fonte e direito a informação), ou, mesmo quando sem autorização, nas velhas praticas da arapongagem, com triagens não autorizadas, até que, por algum motivo, sejam validadas.


Nos locais de acesso público, o indivíduo passará por leitores magnéticos e ópticos que farão o reconhecimento e o encaminhará, conforme sua classificação, como já se faz nas grandes propriedades rurais de criação de animais rastreados, para os espaços sociais que lhe são reservados. A simples tentativa de invasão de espaço que não é seu acionará alarmes, na velocidade necessária para interceptar a tempo o invasor.


É este o futuro que nos aguarda. Uma incidência cada vez mais acentuada das regras punitivas e de controle social, com ganhos aos grandes conglomerados tecnológicos internacionais que os confabularão e explorarão, vendendo informações no mercado clandestino e vigiando diuturnamente todos nós.


Quem serão os controladores de todo este sistema e mecanismo? Os de sempre, com toda certeza. Os donos do poder econômico, que têm à sua frente, como testa de ferro, o poder político.


Nota de repudio a Tv Globo

Presidente da ABRAGUARDAS despacha oficio de repudio a Rede Globo.




Registro Online de Violência Escolar (ROVE)

Canoas, Segurança levada a sério, população satisfeita.






ROVE: Escolas já utilizam ferramenta para ações contra violência


Com a implantação do Registro Online de Violência Escolar (ROVE), no início do ano letivo de 2011, Canoas se torna a cidade pioneira em conhecer, de fato, os tipos de violência que ocorrem nas escolas pertencentes à rede do município. De acordo com os especialistas da Secretaria de Segurança Pública e Cidadania, o diagnóstico de três meses já está sendo utilizado para a elaboração dos planos de ação contra a violência das 20 escolas que possuem CIPAVEs (Comissões Internas de Prevenção a Violência Escolar).


As escolas Nelson Paim Terra, Guajuviras, Paulo VI, João Paulo I e Nancy Pansera são uma das instituições que estão utilizando o ROVE em reuniões de CIPAVES e estão embasando as decisões de projetos.


Ainda é destaque o trabalho da Ronda Escolar, realizado pela Guarda Municipal, sendo a instituição mais acionada pela comunidade escolar, em caso de ocorrência, depois das famílias e responsáveis dos alunos.


O Teatro de Fantoches da Guarda também é uma das formas como o município está trabalhando para prevenir a violência. As apresentações repassam informações de forma divertida para os edstudantes. No primeiro semestre deste ano 5100 pessoas assistiram ao teatro, superando todo o período do ano passado que foram de 4307 expectadores. A meta é chegar a 10 mil.


Diagnóstico de três meses:


- 233 ROVEs, média de 2,5 por dia


- Os bairros com o maior número registros: Guajuviras (27,5%), Harmonia (24,9%), Rio Branco (11,6%) e Estância Velha (11,6%);


- 602 alunos já estiveram envolvidos em situações de violência nas escolas;


- 82,9% dos alunos envolvidos estudam nas série finais do ensino fundamental (de 5ª a 8ª série);


- A 6ª série concentra o maior número de alunos, com 42,9% das ocorrências;


- A maioria das situações é de agressão física (52,4%), agressão verbal (32,6%), ameaça (30,9%) e bullying (13,7%);


- Em 35% das situações a Guarda Municipal foi acionada, sendo o órgão que recebeu o maior número de encaminhamentos;


- É significativa a presença de meninas nas situações de violências


Fonte: Observatório de Segurança Pública de Canoas
Taís Dal Ri

Daiana Vieira Costa
Prefeitura Municipal de Canoas
Secretaria Municipal Segurança Pública e Cidadania
Diretoria da Guarda Municipal
Coordenadora de Formação e Valorização
Humaitá, n.º 1130 - Bairro Marechal Rondon - CEP 92.025-340
Fone: (51) 3478-7031 / 3428-6406 / 3428-6407

sábado, 2 de julho de 2011

Não riam, pois a coisa é seria!!! se concordar divulgue!!

Será que temos que fazer isso também em nossa cidade?



Se concordarem divulguem e façam igual!!!!




As eleições estão se aproximando, já temos candidatos a candidato, vai começar tudo de novo.


Não venda seu voto e tão pouco se venda, pois as coisas podem ficar pior, eis um desabafo da população de  Jaraguá - Santa Catarina.


Eles ainda não confeccionaram o outdoor da Segurança Publica, fiquem atentos, voltaremos..........................


O outdoor colocado na rua Olívio Domingos Brugnago, no bairro Vila Nova, em Jaraguá, demonstra a indignação sobre a proposta de aumento do número de vereadores na Câmara.

Na Ilha da Figueira, bairro de Jaraguá do Sul, foi colocado o outdoor abaixo:
E finalmente...

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Enquanto uns passam fome, outros gastam o dinheiro público sem conscientização.

Copa no Brasil custa mais caro que as
três últimas edições somadas.






 


Por Vinícius Segalla 



O custo da Copa do Mundo no Brasil será maior do que a soma do total investido nas últimas três edições do evento, no Japão, Coreia, Alemanha e África do Sul. Além disso, se os orçamentos das obras dos estádios e de infraestrutura urbana e de transporte continuarem a ser reajustados para cima no ritmo atual, a Copa do Mundo do Brasil terminará custando mais do que todas as outras juntas.


A conclusão vem de um estudo da Consultoria Legislativa do Senado Federal. A análise compara as cifras investidas pelos países-sedes em todas as intervenções que levaram a rubrica de "obra da Copa" dada pelos comitês organizadores. Segundo o consultor do Senado Alexandre Guimarães, que ancorou seus cálculos em estudos feitos por institutos econômicos internacionais, as copas do mundo de Japão e Coreia (2002), Alemanha (2006) e África do Sul (2010) consumiram, juntas, US$ 30 bilhões (US$ 16 bilhões, US$ 6 bilhões e US$ 8 bilhões, respectivamente), enquanto todas as Copas da história juntas teriam consumido US$ 75 bilhões.  No Brasil, afirma Guimarães, os gastos atuais, segundo as autoridades de governo e empreiteiras envolvidas nas obras somam US$ 40 bilhões.


Trata-se de uma previsão conservadora, baseada no que se espera consumir de recursos em obras que, em muitos casos, ainda nem começaram. Tais projetos costumam ser concluídos com gastos finais muito superiores aos previstos no início da empreitada. Nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007, por exemplo, o custo final foi dez vezes superior ao calculado no início das obras.


As obras para a Copa parecem estar seguindo o mesmo caminho. Os projetos de infraestrutura de transporte em Cuiabá (MT), por exemplo, estavam orçados pelo Ministério dos Esporte em R$ 488 milhões. Este seria o custo para construir apenas três corredores de ônibus. Recentemente, porém, a autoridade estadual matogrossense achou por bem alterar os planos aprovados pelo governo federal, construindo, ao invés dos corredores, uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), orçada inicialmente em R$ 1,1 bilhão, em uma cidade de 500 mil habitantes e trânsito pouco carregado.


TECNOLOGIA A SERVIÇO DA SEGURANÇA PÚBLICA

Sistema Nacional de Informações de
Segurança Pública está pronto, diz governo.






 
O governo federal pretende lançar nos próximos meses o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, que terá dados atualizados da ocorrência de crimes no Brasil. Para tanto, será necessário a padronização do registro dessas ocorrências. O objetivo é reduzir os altos índices de criminalidade no Brasil – hoje, o país tem uma taxa de 50 mil homicídios por ano.


O sistema já está pronto, mais ainda precisa ser aprovado pela presidente Dilma Rousseff. Segundo a secretária nacional de segurança pública, Regina Miki, para o êxito da proposta, os Estados terão de cooperar. “Precisamos de parcerias qualitativas. Uma parceria que mude a vida do cidadão lá na ponta", disse à Agência Brasil.


Além do sistema de informação, a secretária anunciou novas medidas para combater os homicídios, como investimentos na capacitação da perícia, na investigação aprimorada de crimes e no combate à impunidade. “Sem dúvida, uma mola impulsora de crime é a pessoa saber que não tem punição.”


Para Regina, a prioridade para a segurança pública no país está nas áreas de fronteira. Um diagnóstico do Ministério da Justiça identificou que a quantidade de homicídios aumentou 25% na fronteira, enquanto que no resto do país o crescimento foi de 8%. No começo do mês, os ministérios da Justiça e da Defesa iniciaram uma ação conjunta que cobrirá os principais pontos da linha de fronteira, com uma área de atuação que abrangerá mais de 2,3 milhões de quilômetros quadrados, o que equivale a 27% do território nacional.


A extensão da área de fronteira é de 16.886 quilômetros. A faixa de fronteira brasileira se projeta por 150 quilômetros para dentro do território nacional, a partir da linha divisória com os dez países vizinhos, compreendendo 11 estados, 710 municípios e abrangendo uma população de 10,9 milhões de pessoas.


Fonte: Revista Época 

Globo ofende GM e PM em rede nacional.

Cena de 'Insensato Coração' geral mal-estar entre 
Guarda Municipal e TV Globo.


           X     
Rio - A Guarda Municipal do Rio divulgou, nesta quinta-feira, uma nota de desagravo à TV Globo, pelo comentário considerado ofensivo entre dois personagens em uma cena da novela das 21h, "Insensato Coração". Na referida cena, o ator que interpretava um delegado da Polícia Federal ao ser perguntado se recebia propina de motoristas bêbados saiu com a seguinte resposta:


"Não sou guarda municipal e muito menos policial militar".


Na cena, o delegado contracenava com a dondoca Paula Cortez, interpretada por Tainá Müller. A filha do banqueiro Horácio Cortez, personagem de Herson Capri e preso pela Polícia Federal por crimes contra o sistema financeiro, demonstrou indignação ao ver o delegado vasculhando sua casa à procura de provas contra seu pai.


Em resposta, o inspetor geral da Guarda Municipal do Rio, coronel Henrique Lima Castro que é oficial da PM, vai enviar e-mail de desagravo à emissora. A conversa se dá na casa do banqueiro Horácio Cortez, personagem de Herson Capri que foi preso e que é pai de Paula.


"Embora seja uma obra de ficção, a resposta do personagem do delegado foi desnecessária e ofensiva e não só aos guardas e policiais militares do Rio mas de todo o Brasil. Entendo a personagem da atriz dizer que o guarda e o policial recebem propina de motoristas bêbados por ela estar sob pressão, por se sentir invadida em sua privacidade com a polícia em sua casa. Mas o delegado dar uma resposta dessas à acusação da personagem foi realmente desnecessária e não enriqueceu o diálogo em nada. Alguns guardas relataram à nossa assessoria de imprensa que se sentiram ofendidos", disse Lima Castro.


A referida cena pode ser vista no vídeo abaixo, a partir do minuto 7:00.




Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...