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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Até GCM ajuda no serviço funerário.

Somos de precisão, não importa a missão.




 


Por: CAIO DO VALLE


A Prefeitura de São Paulo acionou até a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para tentar manter o Serviço Funerário ativo nesta terça-feira – dia em que os funcionários da categoria entraram em greve –, mas não conseguiu evitar que enterros deixassem de ocorrer. O JT identificou quatro famílias que não conseguiram sepultar seus parentes – a maioria das mortes ocorreu na segunda-feira. No início da noite de nesta terça-feira, o sindicato da categoria informou que retornaria ao serviço às 6 horas desta quarta-feira.


Segundo apurou a reportagem, como os motoristas do serviço aderiram à paralisação, a GCM teria ajudado no traslado de alguns corpos até cemitérios. Outros servidores da própria Secretaria Municipal dos Serviços, como seguranças, trabalharam guiando parte dos carros funerários. Funcionários das Secretarias da Saúde e da Coordenação das Subprefeituras, além da Defesa Civil da cidade, também foram chamados.


A longa espera e a falta de informações sobre a data do enterro levaram a um sentimento de revolta e dor nos cemitérios e no Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), em Pinheiros, zona oeste, para onde são levados corpos de pessoas que tiveram morte natural.


Esperando desde a madrugada de antenesta terça-feira por uma definição sobre quando o corpo de sua mãe seria encaminhado para o Cemitério Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte, a diarista Maria Regina de Souza, de 57 anos, se automedicava às 15h com uma cartela de pílulas antidepressivas no banco de espera do local. “Já tomei 15 comprimidos. Não aguento mais. Minha mãe morreu faz quase dois dias e ainda não sei se vou conseguir enterrá-la nesta quarta-feira (ontem).”


O caso da balconista Luzinete Pinheiro dos Santos, de 47 anos, era parecido. Sua tia morreu às 8h30 de segunda-feira, mas a Prefeitura a informou ontem que o horário da liberação do corpo para o velório no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, na zona leste, só seria divulgado nesta quarta-feira. “Pediram para eu ligar lá a partir das 7h.”


Por volta das 19h de ontem, a auxiliar de limpeza Maria Lucineide dos Santos, de 33 anos, também continuava sem saber quando o corpo do cunhado, morto na segunda-feira à noite, seria transferido para o Cemitério Vila Nova Cachoeirinha. No mesmo horário, a cabeleireira Katia Vieira, de 38, não tinha ideia de quando o corpo de sua tia iria para o Cemitério Vila Formosa, na zona leste.


Improviso


Nos cemitérios municipais, onde os sepultadores não trabalharam ontem, os enterros foram feitos por funcionários que não estão habituados ao serviço, como faxineiros e jardineiros. A reportagem viu, às 16h, um sepultamento no Cemitério do Araçá, na zona oeste, ser auxiliado por funcionários terceirizados da limpeza.


No maior cemitério da cidade, o Vila Formosa, onde, durante um protesto de manhã, coveiros entraram nas valas, os 18 sepultamentos programados para o dia foram feitos por equipes da limpeza, informou um funcionário.


Em nota, a Secretaria Municipal dos Serviços informou que “colocou em funcionamento uma operação emergencial” para garantir o atendimento. A Prefeitura afirmou que “considera inadmissível a paralisação dos servidores” e que “não é aceitável que o cidadão (…) seja penalizado por uma paralisação extemporânea e injustificada”.


Colaborou Fabiano Nunes

Deputado José Stédile (PSB/RS) quer base aérea na Copa de 2014

Ideia é aproveitar estruturas do Ministério da Defesa que servem de base à Força Aérea e ao Comando da Aeronáutica 
na Copa do Mundo de Futebol de 2014.


O deputado federal José Stédile (PSB-RS) vai pedir uma audiência pública para discutir a possibilidade de usar as bases aéreas da Aeronáutica para receber voos fretados na Copa do Mundo de Futebol de 2014. Segundo o parlamentar, as 16 bases estão aptas para isso, mas falta estrutura para receber os passageiros. O assunto não deverá ser trivial, pois a Aeronáutica já indicou que não gostaria de ver a Infraero administrando suas bases mesmo que apenas durante o evento esportivo.


"As bases ficam muito próximas dos aeroportos. Não vejo nenhum motivo para não aproveitarmos a estrutura. Seria necessário construir pouca coisa, já que elas já contam com pistas, torres de controle, estradas de acesso", disse Stédile, que preside a Subcomissão Permanente para Discutir os Investimentos nos Aeroportos Brasileiros da Câmara dos Deputados.


Devem participar da consulta pública a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Infraero, a Secretaria de Aviação Civil (SAC), a Receita Federal e a Polícia Federal.


Essa proposta começou a ser discutida no ano passado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e representantes de órgãos federais ligados à aviação, mas o tema não avançou. Agora Stédile acredita que as autoridades do Comando da Aeronáutica estão mais sensíveis as necessidades que o evento trará ao País e por isso mais flexíveis ao diálogo que viabilize tal utilização.


“Em muitos locais as pistas são de uso comum com os aeroportos comerciais administrados pela Infraero, mas existem casos como nas cidades gaúchas de Canoas e Santa Maria que são totalmente independentes. Para utilizar estas bases, seria preciso construir os terminais de passageiros, mais barato e mais rápido do que fazer novas pistas ou novos aeroportos” declarou o deputado.


Por: LUCIANO RAMOS – assessoria de imprensa – (061) 3215.5354 ou 8481.5270.

I Fórum de prevenção ao uso de álcool e drogas, em Canoas - RS

I Fórum de prevenção ao uso indevido de 

álcool e outras drogas.


Projeto de Lei 1332 de 2003.

Reunião discute atribuições da Guarda Municipal.


Redação





Reunião realizada no Plenarinho da Assembléia Legislativa discutiu as atribuições das guardas municipais de todo o Brasil. O Projeto de Lei 1332 de 2003, que trata sobre as atribuições e competências das Guardas Municipais do País, estão a oito anos parado no Congresso. Segundo o deputado Fernando Francischini, relator do projeto, a intenção é criar um texto legal para regulamentar o parágrafo oitavo do artigo 144 da Constituição Federal, que trata da atividade da Guarda Municipal em todo o território nacional. 



Para Francischini, a o debate serviu para diminuir as divergências entre os segmentos da segurança pública e entre as Guardas de todo o país. “Hoje, cada estado tem uma legislação para a Guarda Municipal, e o objetivo é unificar e criar uma lei única para o país”.



Pontos



Os principais pontos de interesse e divergência do projeto são os dos guardas municipais passarem a agentes da autoridade policial, aptos a policiar os municípios em questões de menor ofensividade. O que para o deputado traria benefícios para as polícias militares, que passariam a atender ocorrências de maior gravidade.

Projeto para mudar a função das GM's do Brasil.



Poder de Policia. Projeto quer ampliar a função dos Guardas Municipais.





Novo PL do Bolsa Formação.

Trabalho estende bolsa-formação a
Guardas Civis e Agentes de Trânsito.






 


A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, na quarta-feira (8), o Projeto de Lei 7410/10, do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), que estende aos guardas civis municipais e aos agentes de trânsito o direito à bolsa-formação. Instituído pela Lei 11.530/07, o benefício hoje corresponde a R$ 443.


Pela Lei que criou o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), atualmente têm direito à bolsa-formação policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e carcerários e peritos.


Para receber o benefício os interessados têm de cumprir as seguintes exigências:


- frequentar pelo menos um dos cursos oferecidos ou reconhecidos pelos órgãos do Ministério da Justiça a cada 12 meses;


- não ter cometido infração administrativa grave nem sido condenado por isso, ou não ter condenação penal nos últimos cinco anos;


- não receber remuneração bruta mensal superior a R$ 1.700.


Justiça



Para o relator, deputado Roberto Santiago (PV-SP), inserir agentes de trânsito e guardas municipais no rol dos beneficiários da bolsa-formação é uma medida “justa e necessária”.



O parlamentar argumenta que esses profissionais desempenham atividades intimamente ligadas à segurança pública e ficam sujeitos a riscos semelhantes àqueles a que estão expostos os demais profissionais da área.


Tramitação



O projeto segue para análise conclusiva das comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



Agência Câmara.

Nova droga preocupa polícia.

Nova versão da droga cristal preocupa polícia.




 
Trazida geralmente por pessoas que viajam ao exterior, metanfetamina confunde usuário: é vendida como ecstasy, apesar de ser mais potente e perigosa.


William Cardoso - O Estado de S.Paulo


Um comprimido azul com uma bomba estampada, que custa de R$ 70 a R$ 80, tem invadido a noite paulistana e já virou motivo de preocupação no Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc). A nova versão da metanfetamina, conhecida como cristal, é confundida com o ecstasy e já foi alvo de sete apreensões desde 23 de março, levando a polícia a recolher cerca de 10 mil doses.


Segundo o responsável pela Divisão de Inteligência do Denarc, Clemente Calvo Castilhone Júnior, parte das pessoas flagradas com o cristal em forma de comprimido acreditava ser outra droga. "Não estava no formato de pedra ou pó para ser fumado ou inalado. Os usuários se confundiram, pensando se tratar de uma versão mais forte do ecstasy."


O ecstasy é um alucinógeno que provoca a liberação de serotonina e estimula a "afetividade", seguida de profunda depressão. Os efeitos podem durar 8 horas e o produto é encontrado por até R$ 10. Já a metanfetamina age no sistema nervoso central, libera dopamina, causa comportamentos violentos e compulsão sexual por até 30 horas. Ambas causam danos generalizados ao organismo, embora com a metanfetamina os prejuízos sejam ainda maiores.


Medicamentos. Em variadas formas e dosagens, a metanfetamina já foi usada por soldados na Segunda Guerra Mundial ou trabalhadores que pretendem se manter alertas por muito tempo. No Brasil, esteve presente em concentração bem menor no medicamento Pervitin, que foi banido.


Exames do Instituto de Criminalística não apontam a metanfetamina como droga ilegal, como ocorre com maconha, cocaína e seus derivados. A desconfiança em relação à substância fez com que o Denarc solicitasse um teste específico para identificar qual era o princípio ativo dos comprimidos.


Castilhone Júnior diz também que o perfil de quem comercializa a metanfetamina em comprimido é diferente dos traficantes comuns. "Notamos que são pessoas que viajam para o exterior, conheceram a droga por lá e a trazem para amigos e conhecidos", afirma o delegado.


Fonte: http://gcmcarlinhossilva.blogspot.com

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...