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domingo, 17 de abril de 2011

COMO TORNAR-SE COMANDANTE.

COMO TORNAR-SE UM COMANDANTE MEDÍOCRE
10 PASSOS






 
1º PASSO - SER O COMANDANTE QUE NÃO COMANDA


Ele tem como única preocupação o usufruto das regalias do cargo, desempenhando com maestria os simbolismos da função, mas sendo incapaz de fazer sentir a sua liderança (se é que tem) tanto quanto é incompetente para conquistar o respeito voluntário de sua tropa.


2º PASSO - NÃO SER EXEMPLO DE LIDERANÇA


Aquele comandante que nenhum outro comandante em níveis hierárquicos subordinados gostaria de seguir os passos.É aquele que:- Acha que o problema são os outros.- Não exerce influência sobre a tropa.- Não sabe quando assumir a responsabilidade.- Falha seriamente com a mídia.- Sempre obedece, mesmo quando raramente discorda.


3º PASSO - NÃO SABER OUVIR


Ouvir é o instrumento básico do relacionamento humano.Ouvir para conhecer.Ouvir para prestigiar.Ouvir para incentivar.Ouvir para amadurecer.Ouvir para decidir.Conhecer o subordinado; prestigiá-lo como pessoa; incentivá-lo à participação.Amadurecer para decidir.Decidir para comandar!"O comandante que não sabe ouvir é o mesmo que:- Não sabe ver a sua Corporação pelos olhos de sua tropa.- Nomeia as pessoas certas para as funções erradas.- Não sabe usar o poder mágico das palavras.


4º PASSO - NÃO TER UM OBJETIVO E UM SENTIDO PARA O SEU COMANDO.


Um comandante precisa articular uma meta comum que inspire a sua tropa a se empenhar em conjunto. Além de ser capaz de angariar o apoio coletivo.Para ser medíocre, também:- Não consiga estimular a sua tropa.- Não se empenhe para desbloquear os canais obstruídos.- Não saiba tirar disciplina da liberdade concedida.


5º PASSO - CRIAR UM CLIMA DE DESCONFIANÇA


Esta condição gera uma disputa interna por cargos e funções. Não há confiança e respeito entre os graduados integrantes da estrutura administrativa superior. Os atritos são constantes e geram fofocas e incidentes de assédio moral.Este comandante é aquele que:- Não aceita que até mesmo a pior falha pode ser superada.- Trata mal o portador das más notícias e com medalhas os bajuladores.- É incapaz de proteger a sua tropa contra os graduados lunáticos.- Não quer ser o melhor, pois teme as responsabilidades decorrentes.


6º PASSO - BUSCAR ELOGIOS E NÃO RESULTADOS


Estes comandantes estão preocupados simplesmente em livrar as suas peles e manter as suas gratificações pelo maior tempo possível.Este comandante:- Não ajuda a derrubar barreiras.- Não aceita a opinião de sua tropa.- É autoritário.- Não aceita erros, mesmo que estes ocorram com a intenção de fazer o certo.- Acredita que as boas idéias só podem surgir na cabeça de coronéis.- Não desafia a sua tropa para superar os limites.


7º PASSO - NÃO ASSUMIR RISCOS CALCULADOS


Não compreende que atualmente as Corporações devem, para permanecerem vivas e fortes, elogiar e promover aqueles que correm riscos, mesmo que fracassem de vez em quando. Aqueles que nunca erraram nunca fizeram nada para melhorar a Corporação.Estes comandantes também:- Preferem as pessoas que seguem o padrão do que aquelas que pensam por si mesmas.- Não dão oportunidades aos profissionais promissores.- Têm medo de quebrar as regras que não fazem sentido.


8º PASSO - NÃO PREPARAR O SEU PESSOAL


Estes comandantes menosprezam os treinamentos, pois querem simplesmente ver o pessoal em postos de serviço para dar uma satisfação aos políticos. Acham os cursos, estágios, treinamentos e outros, dispensáveis e de menor importância. Quando o GCM erra por falta de conhecimentos técnicos, este tipo de comandante quer crucificá-lo.


9º PASSO - ESTIMULE A DESUNIÃO


O comandante que não é justo no estabelecimento de punições ou, pior ainda, na concessão de prêmios e condecorações, beneficiando preferencialmente aqueles indicados politicamente ou que se estruturam pela bajulação, em detrimento dos que realmente estão correndo os riscos da atividade policial, gera um clima de descontentamento e desunião no seio da tropa.


10º PASSO - NÃO SE PREOCUPE COM A QUALIDADE DE VIDA DE SUA TROPA


Os comandantes que não têm a menor preocupação com as condições de moradia, saúde, educação, lazer e salarial de sua tropa, não se preocupando com fatores importantes como: escala de serviço, ambiente de trabalho adequado, assistência médica, promoções, acompanhamento psicológico, assistência jurídica, etc; são os verdadeiros comandantes medíocres. 


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Utilidade Pública.

Ajude a encontrar essa criança.




Gostaria de dizer a todos que receberam esse e-mail,  que isso, é um gesto de humanidade, deixe sua pressa de lado e encaminhe este e-mail..... 


URGENTE 

Procuro desesperadamente meu filho de 3 anos desaparecido desde 21/06/2010. 



AJUDEM POR FAVOR, A DIVULGAR A FOTO DELE NA NET...



Peço ajudas a todos, que, por favor, dIvulguem estas fotos dele na net.



Pois ele sumiu da cidade de Nova Palma, interior do Rio Grande do Sul



Ele nasceu em Faxinal do Soturno. Vindo com ele para minha terra natal,onde eu jamais poderia imaginar que eu passaria por este pesadelo.



A policia não tem nenhuma informação concreta sobre seu paradeiro esta sendo um mistério a forma de como este anjinho sumiu.



Peço encarecidamente que orem a Deus por ele.



Desde já grata a todos.

 
(55)96312551  (55)3026-1638

Geverson (Manito) 


Vejam as votos a baix:o:
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        AMIGOS VAMOS AJUDAR ! SÓ REPASSAR 
      NUNCA SABEMOS O DIA DE AMANHà

Temos um partido novo.

UM PARTIDO POLÍTICO CHAMADO POLÍCIA MILITAR 
DO ESTADO DE SÃO PAULO


 


Desconheço a autoria do texto, mas circula nos blogs ligados à Segurança Pública. 
  
A Polícia Militar de São Paulo deixou de se dedicar exclusivamente ao serviço de policiamento e segurança pública já faz um bom tempo.


Tem se dedicado a outras atividades “mais importantes”. Transformou-se em partido político. Ocupa mais de 50 cargos na prefeitura da capital (a promoção de um Coronel da ativa é o compromisso com o governo de se tornar servidor da administração pública municipal quando aposentado); elege parlamentares; influencia no processo legislativo; organiza solenidades, desfiles, comemorações de seus aniversários e, para finalizar, realiza atividades de terceiros, fora de foco, através de convênios com a prefeitura, ou seja, funções que poderiam ser praticadas por agentes municipais. Isso, sem falar no desperdício de efetivo que usa para manter um programa de televisão para se auto-promover, ou no imenso efetivo que dispõe para atuar em portarias de órgãos públicos importantes, segurança pessoal de autoridades, como o caso do prefeito Kassab (que tem até um coronel em seu estafe), ou dos presidentes do TJ, ALESP e da Câmara Municipal (que também conta com um tenente, um capitão e um major para protegê-lo).


Com tanta preocupação em fazer mais política partidária do que segurança pública, o que podemos esperar da Polícia Militar nos dias de hoje?


Os excessos de chamadas feitas pelo número “190” e o aumento constante dos índices de criminalidade são a prova de que o serviço preventivo não funciona.


Pior, os números de criminalidade estão aquém do real. Nem todos se prestam a fazer registros de ocorrências sobre roubos de dinheiro, relógio, objetos fungíveis etc. A grande maioria faz Boletim de Ocorrência apenas de subtração de documentos, talões de cheques e veículos porque são obrigados, senão, nem isso faria. Mesmo assim, contando apenas com os índices fajutos, a situação se mostra calamitosa


É preciso repensar o papel desta instituição e exercer maior controle sobre autonomia de suas atividades. A maior atuação da PM ante a existência de um delito consiste em chegar depois do ocorrido, preencher papeletas e transportar as partes para a delegacia de polícia. Um cenário comum em nosso cotidiano: Quando alguém é vitimado pela violência, já com os criminosos bem longe, telefona-se para 190; Esperado alguns minutos, chega uma quantidade enorme de viaturas, e os policias aos montes ficam circulando no entorno do palco, uns com pranchetas, outros falando ao rádio da viatura, outros colhendo informações sobre os acontecimentos. Poucos saem no encalço dos criminosos. Para capturar o criminoso, lançam as informações na rede de rádio e aguardam a sorte de topar com os seus autores. Para finalizar, oferecem a viatura para transportar as vítimas à delegacia, onde gentilmente ajudam os ofendidos a narrarem a história para a autoridade policial. Parece até filme. Mas é real. Quem de nós ainda não assistiu essa cena?


A criminalidade precisa ser contida. Primeiro porque leva vidas preciosas e patrimônios conquistados com muito suor. Segundo, porque gera uma “bola-de-neve”, crescente, pois, afeta diretamente a economia e é fator gerador de desemprego.


Muitas empresas fecham suas portas por causa de prejuízos decorrentes de assaltos. Noutros casos, fecham por causa do medo, do perigo, dos “pedágios” cobrados pelos “donos do pedaço”, e ausência de clientes que fogem de locais inseguros. A alternativa que sobra é contratar policiais de folga para fazer a segurança do estabelecimento. Como assim? Contratar o mesmo profissional que tem a obrigação de garantir a segurança em dia de serviço, para fazer o mesmo trabalho no seu dia de folga, mediante contrato privado de sua prestação de serviço? Isso nos faz duvidar que ele esteja fazendo corretamente seu trabalho em dia de atividade oficial. Ora, se o trabalho oficial estiver sendo prestado de forma eficiente, para que ele precisará ser contratado em dia de folga para prestar um serviço privado? Que outro caminho existiria para ele ganhar um “extra”? Será que existem coronéis por detrás das empresas privadas de segurança? Melhor nem pensar nisso! Melhor nem comentar que a prefeitura de São Paulo também está fomentando este tipo de atividade comercial!


Sabedora de que não conseguirá alcançar sua finalidade, a Polícia Militar investe em propaganda, se aproxima do governo, faz “lobbie” para mudar a legislação no sentido de que ela desdobre suas atribuições e passe a fazer outras atividades, para se ocupar de outras tarefas mais fáceis e que ainda estão ao seu alcance (ex. elaboração do termo circunstanciado, fiscalização de quem estaciona veículos de forma irregular). Talvez assim, se ocupando com outras tarefas, tenha como justificar a deficiência com o argumento de que lhe faltam efetivo e equipamentos.


Parte disso faz sentido, pois, se o trabalho estivesse a contento, não haveria razões para constantemente angariar benefícios junto aos governos. A desestrutura do sistema permite que a eterna reclamação por aumento salarial, compra de mais equipamentos e outros benefícios assistenciais para seus agentes se apresentem como solução para o problema. Fica até fácil imaginar a situação: O governo cobra mais eficiência dos dirigentes, e eles reagem justificando que é necessário maior investimento e valorização profissional.


Como se não bastasse, tem ainda o fato de travarem constante luta para que as guardas municipais se abstenham de desempenhar suas funções. Chegam ao ponto de impetrar ações judiciais, representações no ministério público, traçar diretrizes e tantos outros meios que encontram para limitar a atuação de um efetivo bem treinado, armado e competente lhes somar esforços no enfrentamento dos problemas sociais, em especial, a violência.


Não há uma só formula para resolver este problema, mas, talvez, se abandonassem as atividades paralelas (portaria de fóruns e sedes do poder legislativo, segurança pessoal de autoridades, fiscalização de trânsito, ambulantes etc.) e canalizassem sua estrutura totalmente focada na segurança pública, quem sabe haveria significativa melhora no serviço a que se destina constitucionalmente a gloriosa e centenária Polícia Militar do Estado de São Paulo.


Já em relação às guardas municipais, sinto informar que agora são elas quem não querem mais fazer parte deste sistema falido de promover segurança pública (ou insegurança). As guardas municipais (a começar pela de São Paulo) estão redefinindo seus papéis, estão ganhando uma nova identidade, estão voltadas para a promoção das políticas de posturas públicas, dando garantias e segurança para que o poder público municipal reorganize suas cidades, eliminado focos geradores de violência e criminalidade, tornando a metrópole mais digna de se viver.


Guarda Municipal de Natal terá porte de arma

Agora chegou a vez dos Guardas Municipais 
de Natal - RN, serem armados.




 


A prefeita de Natal - RN, Micarla de Sousa e o superintendente da Polícia Federal do Rio Grande do Norte, Marcelo Mosele, assinaram na manhã desta quarta-feira (13) o convênio que viabilizará a concessão do porte de arma para os integrantes da Guarda Municipal de Natal (GMN). A assinatura do convênio tem como objetivo trazer de volta a Guarda Municipal o direito legal de portar o armamento letal em prol da defesa e segurança da sociedade. A assinatura do convênio ainda contou com a presença da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Carlos Paiva, do comandante da GMN, Edivan Costa e do delegado de Polícia Federal, Elton de Souza Zanatta.


“Estamos dando um passo importante para a defesa patrimonial de Natal porque desde os 19 anos de existência da Guarda Municipal ainda não havia sido regulamentado o porte de arma. A nossa guarda tem uma atuação preventiva, mas acontecem casos extremo que necessitam de uma ação mais eficaz e nossos homens foram devidamente treinados para portar qualquer tipo de arma”, declarou a prefeita Micarla de Sousa ao assinar o convênio.


“Com esse convênio o nosso trabalho será de orientar e monitorar as ações da Guarda Municipal no sentido de evitar incidente com o porte de arma. A Guarda Municipal do Natal está passando pelos cursos exigidos pela lei federal e terá toda condição de atuar com o porte de arma”. Informou o superintendente da PF/RN, Marcelo Mosele.


Segundo o titular da Semdes, Carlos Paiva, a assinatura do convênio fornece uma nova dinâmica ao processo de regulamentação do porte de arma da instituição, já que orienta e especifica as etapas necessárias ao cumprimento completo das exigências para a normatização. “O convênio além de dar legalidade à atuação da Guarda Municipal, também vai nos permitir formar outras parceiras com a Polícia Federal para fazer uma capacitação contínua dos guardas municipais e teremos a nossa disposição a academia da PF para incrementar nossos treinamentos”, declarou Carlos Paiva.


Com a consolidação do acordo, a Guarda Municipal começará a enviar a documentação das carteiras funcionais dos primeiros agentes aptos a portarem arma de fogo. Para isso o efetivo teve que passar por uma avaliação psicológica, curso de aperfeiçoamento e prática de tiro defensivo que está sendo realizada na Academia de Polícia Militar do RN.


De acordo com o comandante da GMN, Edivan Costa, a Guarda Municipal conta com um efetivo de 530 homens, sendo que 50 já concluíram todas as etapas de formação para a concessão do porte e outros 150 estão para fazer a prática de tiro defensivo nos próximos dias. “A formação e treinamento dos outros 330 guardas estava dependendo da formalização do convenio com a Polícia Federal para começarem. Acredito que dentro de 30 dias os primeiros 50 homens já terão porte de arma”, informou Edivan Costa.


Com informações da assessoria de imprensa da PMN


Extraído do Jornal Tribuna do Norte 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Todo cuidado é pouco, para você não virar vitima.

Guarda Civil Metropolitano é baleado por menor
após briga em escola de SP.






 Um Guarda Civil da IR Santo Amaro foi baleado nesta terça-feira após uma briga entre estudantes em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo.


A equipe de proteção escolar da GCM (Guarda Civil Metropolitana) presenciou a briga entre um rapaz e uma aluna, na área externa da escola EMEF Carlos Andrade Rizzini por volta de 15h30.


O policial interveio e colocou a aluna para dentro da escola, quando o menor, de 16 anos, que possui passagem pela casa do menor de Santo Amaro, por assalto a mão armada, o agrediu e tentou pegar a arma do Guarda. Na luta, o rapaz atirou no pé do GCM, que mesmo baleado conseguiu dominá-lo, com o apoio de outro Guarda.



O Guarda foi encaminhado ao Hospital São Luiz.






Guardas articulam projeto para ter poder de polícia "de direito"

Guardas articulam projeto para ter poder de polícia "de direito"






WALTER DUARTE REGIÃO 


O Conselho Nacional dos Secretários e Gestores Municipais de Segurança deve lançar até julho uma campanha para recolher 1,5 milhão de assinaturas para um projeto de iniciativa popular que dá poder de polícia para as guardas municipais.


Até abril, o grupo deve concluir o texto base da proposta. O Corgems (Conselho Regional de Gestores de Segurança da Região Metropolitana de Campinas) enviou semana passada duas sugestões de emenda. Os prefeitos da RMC querem que a lei permita também às GMs fazer rondas ostensivas e atuar fora de espaços públicos. 


A discussão sobre o fato de as Guardas exercerem poder de polícia na região é antiga, já gerou polêmicas e uma representação no Ministério Público (leia texto abaixo). 


O texto final será enviado ao Congresso sob a forma de um projeto de lei complementar para regulamentar o artigo da Constituição que descreve as atribuições de cada órgão da segurança pública. 


“A Constituição diz hoje que as guardas devem apenas proteger os bens municipais. Estamos incluindo a prioridade às pessoas que estão nos espaços públicos”, explicou o presidente do Conselho Nacional e secretário de Segurança de São Bernardo do Campo, Benedito Mariano.
  
PROPOSTAS 


Segundo Mariano, as alterações propostas pela RMC serão analisadas assim como as enviadas por autoridades das outras regiões do País. “Vamos receber sugestões como essas até o final de abril, aprovar a última redação e começar a colher assinaturas em junho ou julho”, completou. 


Para o presidente do Corgems e secretário de Defesa do Cidadão de Valinhos, Ruyrillo Pedro de Magalhães, as emendas são de vital importância para manter e ampliar o trabalho das guardas. “As mudanças são pontuais, especialmente no que se refere à elasticidade que deve ter a lei complementar, ou seja, deixar claro que os guardas municipais atuam, ao menos em nossa RMC, na sua plenitude como policiais municipais que são”, afirmou Magalhães. 


Hoje, segundo o Corgems, a RMC conta com cerca de 2,5 mil guardas. O secretário de Segurança e Trânsito de Santa Bárbara d’Oeste, Eliel Miranda, acredita que a regulamentação, se aprovada pelo Congresso, vai dar mais amparo legal ao trabalho já feito pelas prefeituras. 


“Hoje as Guardas exercem função de polícia por conveniência e conivência do Estado. Nós fazemos e vamos continuar fazendo isso, porque o maior bem que uma cidade tem é a vida dos seus moradores”, opinou o secretário. 


MP já investigou disputa entre GM e PM 


A atuação das GMs da RMC como força policial já provocou embates entre as prefeituras e a Polícia Militar. Uma das disputas mais tensas aconteceu em 2009, quando a PM denunciou uma operação conjunta feita pelas guardas de Valinhos e Vinhedo ao Ministério Público. 


A representação feita pela corporação estadual informava que as guardas fizeram bloqueios de trânsito, abordagem aos condutores e fiscalização em bares sem a presença de policiais. O promotor Osias Taudt abriu inquérito para investigar o caso, mas a denúncia acabou arquivada em julho do ano passado. 


Um ano antes, foi a vez da Polícia Civil reprovar ações policiais propostas pelas prefeituras. O Deinter 2 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) foi contrário à formação de um consórcio de Guardas para combater a violência nas 19 cidades da região metropolitana. 


Apesar disso, o secretário de Segurança Pública de Americana, Adinei Brochi, acredita que PMs e GMs já se tornaram parceiras na RMC. “Não há competição, até porque uma complementa o trabalho da outra. A polícia tem uma estrutura bem montada, como força policial, e a Guarda atua no policiamento preventivo, porque a cidade é muito grande”, disse. | WD 


Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...