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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mudanças na prisão preventiva.

Plenário aprova criação de alternativas à prisão preventiva.




Deputados rejeitaram fim da prisão especial para autoridades, graduados e integrantes de algumas profissões. A criação de medidas cautelares e a limitação da prisão preventiva podem diminuir o índice de presos provisórios no País, que hoje chega a 44% da população carcerária.


O deputado João Campos elaborou o texto final aprovado pela Câmara.


O Plenário aprovou, nesta quinta-feira (7), o substitutivo  do Senado ao Projeto de Lei 4208/01, do Executivo, que altera o Código de Processo Penal para criar mecanismos alternativos à prisão preventiva — as chamadas medidas cautelares. Foram  rejeitados os artigos do texto dos senadores que buscavam acabar com a prisão especial para autoridades, graduados e integrantes de determinadas profissões. O projeto segue agora para sanção presidencial.


O texto aprovado pela Câmara cria nove instrumentos à disposição do juiz para limitar direitos do acusado sem precisar prendê-lo, no caso de infrações com menor potencial ofensivo. Hoje, para garantir a ordem pública e o andamento do inquérito ou do processo o juiz recorre à prisão preventiva. A partir da sanção do projeto, o magistrado poderá colocar o acusado sob monitoramento eletrônico; proibi-lo de frequentar determinados locais ou de se comunicar com certas pessoas; e determinar o seu recolhimento em casa durante a noite e nos dias de folga; entre outras medidas.


A expectativa do Executivo e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) é a de que as medidas cautelares diminuam o índice de presos provisórios do País, que chega a 44% da população carcerária atual.


Por meio das cautelares, a proposta aprovada restringe a prisão preventiva aos crimes de maior potencial ofensivo; aos crimes dolosos [em que há intenção] punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos; aos casos de reincidência; e às pessoas que violarem cautelares.


Ao mesmo tempo, o texto amplia a prisão preventiva nos crimes de violência doméstica, permitindo o encarceramento de acusados de abusos contra crianças, adolescentes, idosos, enfermos e portadores de deficiência. A lei atual prevê a prisão apenas nos casos de crimes contra a mulher.


Burocracia



O texto desburocratiza os mandados de prisão. Pela proposta, o juiz poderá requisitar a prisão por qualquer meio de comunicação, dependendo apenas de verificação de autenticidade do documento.


Também é criado o Cadastro Nacional de Mandados de Prisão, para permitir que um acusado seja preso em outro estado com maior agilidade. Hoje, para um foragido ser preso em outro estado é necessário que o juiz que decretou a prisão entre em contato com o juiz do local em que a pessoa se encontra. Esse procedimento ficará dispensado com a criação do cadastro.


Fiança



O valor máximo determinado como fiança será dobrado de 100 para até 200 salários mínimos. Ele poderá ser multiplicado por mil vezes, dependendo da condição econômica do preso. Assim, num caso extremo, o juiz poderá determinar que uma pessoa rica, acusada de um crime com pena máxima superior a quatro anos, pague mais de R$ 100 milhões em fiança para conseguir a liberdade provisória.


A proposta também derruba obstáculos para a concessão de fiança, que poderá ser aplicada em mais casos do que os previstos na lei atual.


Reforma



O texto faz parte de um pacote de projetos de reforma do Código de Processo Penal elaborados por uma comissão de juristas em 2001 e enviados ao Congresso pelo Executivo.





Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/195395-PLENARIO-

Mais um honroso trabalhador que tomba, cadê a segurança do povo?

GCM DE SÃO BERNARDO É MORTO A TIROS.






 
José Mauro Santos do Nascimento, 41 anos, agente da Guarda Civil Metropolitana de São Bernardo (SP), foi assassinado na porta de sua casa na madrugada desta quarta-feira (05). O crime foi cometido na Rua da Granja, no Parque Real, em Diadema.


Segundo informações do Boletim de Ocorrência, o crime ocorreu às 5h10. Nascimento estava deixando a residência quando foi abordado por dois homens. Ele reagiu e houve troca de tiros com os outros dois elementos. No fim foi atingido por três disparos, sendo dois no braço e um no peito.


O GCM foi levado para o Quarteirão da Saúde, mas não resistiu. Os criminosos fugiram a pé com alguns pertences da vítima.


Guarda Municipal de Florianópolis comprará helicóptero.



Além de helicóptero, Guarda Municipal de Florianópolis
pleiteia concurso público ainda em 2011.








Para receber aeronave órgão precisa fazer investimentos em treinamento de pessoal 



Adquirir helicóptero próprio não é o único projeto da Guarda Municipal de Florianópolis para 2011. O aumento do efetivo ainda este ano também está nos planos do diretor Ivan Couto, com a realização de um concurso público que precisa ser autorizado pela Prefeitura de Florianópolis. “Estamos batalhando pelo concurso. O meu desejo é que sejam abertas pelo menos cem vagas, mas nós vamos lutar por, no mínimo 50”, explica o diretor.


Atualmente há 150 guardas municipais, mas há previsão legal para o aumento gradativo para 800 até 2017. O baixo número do efetivo foi uma das críticas ao projeto da corporação de contar com um helicóptero. “Gostaria muito que o comandante da guarda fosse pessoalmente em Coqueiros para ver a falta de policiamento para coibir o abuso de motoristas que deixam os veículos em cima das calçadas, por exemplo. Gostaria de ver um concurso público para acabar com a defasagem da guarda que não supre as necessidades”, reclama o aposentado, morador de Coqueiros, Nacor de Oliveira Serapião Filho.


De acordo com Ivan Couto, a origem do recurso para a aquisição do helicóptero é diferente do necessário para a contratação de mais pessoal. “Os R$ 5 milhões do fundo da Secretaria Nacional de Segurança Pública são para compra de equipamentos. O salário dos guardas municipais quem paga é a prefeitura e para isso é preciso haver previsão no orçamento municipal, respeitando inclusive a lei de Responsabilidade Fiscal”, informa.


Segundo Couto, o helicóptero seria utilizado como apoio à Defesa Civil, fiscalização do trânsito, eventual resgate de vítimas e até como reforço à Polícia Civil, caso necessário. A aeronave serviria também para controlar a ocupação desordenada do solo, avanço sobre áreas de preservação e controle do desmatamento. O zelo com o patrimônio ambiental é uma das tarefas da corporação.


Mesmo sem garantir que a Secretaria Nacional de Segurança Pública destinará os R$ 5 milhões para a compra o helicóptero e formação do Grupamento Aéreo Tático da Guarda Municipal, Couto afirma que é necessário investir antecipadamente os R$ 21,5 mil no treinamento de um servidor da guarda em curso prático de piloto privado de helicópteros. “Para elaborar o projeto que é bastante técnico e detalhado nós precisamos capacitar alguém. Precisamos de alguém da guarda com esses conhecimentos. Conhecimento não se perde”, justifica.

Guarda Municipal é assassinado.

Guarda Municipal é assassinado com vários golpes de faca.






 
Jozivaldo dos Santos teria discutido com um vizinho por causa de som alto.


Vítima foi assassinada na porta da casa da avó (Foto: Tribuna União)


O guarda municipal da cidade de União dos Palmares, identificado como Jozivaldo dos Santos, de 42 anos, foi assassinado, no final da noite deste sábado (02), depois de discutir com um vizinho. A vítima foi morta a golpes de faca na porta da casa da avó, zona rural da cidade.


De acordo com o 2º Batalhão da Polícia Militar, o crime foi praticado na Rua da Linha II, no bairro Jacinto, zona rural de União dos Palmares. A morte teria ocorrido porque o guarda municipal se envolveu em uma briga com o morador da casa vizinha onde reside a sua avó. O motivo teria sido som alto. Josivaldo reclamara do barulho.


Segundo a esposa da vítima, que não teve o seu nome revelado, Josivaldo e José Adriano Cardoso da Silva – o vizinho, até chegaram a beber juntos quatro latas de aguardente e, durante a farra, o guarda municipal teria pedido que o colega baixasse o volume do som. Foi aí que a briga começou. Adriano teria entrado em casa e pego uma faca. Quando voltou à rua, já foi agredindo a vítima e matando-a com vários golpes na cabeça, no pescoço e no tórax.


O assassinato será investigado pela Delegacia Regional de União dos Palmares.



Fonte:  http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=228989

Novas regras do uso de arma de fogo.

Uso de arma de fogo por agentes públicos tem novas regras.






 
Desde o último domingo (3), os agentes de segurança pública de todo o País precisam seguir novas regras para o uso de armas de fogo. Entre as mudanças está a exigência de que o agente de segurança faça uso de pelos menos outras duas armas não-letais antes de disparar qualquer armamento de fogo. E, caso seja feito o disparo, será preciso justificar a ação, especificando detalhes do uso desta medida. 


As novas regras valem para Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional e Força Nacional de Segurança Pública. A norma fixada por meio da portaria No 4.226, de 31 de dezembro de 2010, editada pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria de Direitos Humanos foi publicada no último dia 3, no Diário Oficial da União (DOU). 


São 25 novas regras que visam preservar os direitos humanos e a segurança de civis. As normas foram elaboradas levando-se em conta que a concepção do direito à segurança pública com cidadania e tem o objetivo de reduzir os índices de letalidade resultantes de ações envolvendo agentes de segurança pública. 


“Os agentes de segurança pública não deverão disparar armas de fogo contra pessoas, exceto em casos de legítima defesa própria ou de terceiro contra perigo iminente de morte ou lesão grave”, afirma o documento. 
Além disso, não é considerado legítimo o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada ou que, mesmo na posse de algum tipo de arma, não represente risco imediato de morte ou de lesão grave aos agentes de segurança pública ou outras pessoas. 


Também não será considerado legítimo o uso de armas de fogo contra veículo que desrespeite bloqueio policial em via pública, a não ser que o ato represente um risco imediato de morte ou lesão grave aos agentes de segurança pública ou aos civis. Os chamados "disparos de advertência" não são considerados prática aceitável. Os órgãos de segurança pública deverão editar atos normativos disciplinando o uso da força por seus agentes.






Menor de 14 anos que matou Guarda Municipal.

Não gosto de matar inocente, confessa menor 

de 14 anos assassino de um Guarda Municipal.





PL-1332/2003 sofre alteração.

PL-1332/2003 sofre alteração na 
Câmara dos Deputados em Brasilia.






Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.022, DE 8 ...